Lado B Moda lança os primeiros manequins inclusivos do Brasil

Em comemoração ao dia 03 de Dezembro – Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, a Lado B Moda Inclusiva lança a Campanha: “O LADO B DA MODA” através do desenvolvimento do projeto dos primeiros Manequins Inclusivos, vestindo roupas adaptadas do Brasil.

Segundo a empresária e idealizadora do projeto, Dariene Rodrigues, o objetivo da campanha é despertar a atenção das pessoas para a diversidade e a beleza dos corpos, vistas em todas as formas, tamanhos e limitações, deixando de lado a segregação para a inclusão na área da moda.

O projeto só foi possível, graças a importante colaboração da conceituada empresa Expor Manequins, líder no mercado sul americano. Marcos Andrade, diretor de marketing da empresa comenta que ficou muito feliz quando recebeu a proposta da Lado B para o desenvolvimento dos manequins.

Foram desenvolvidos cinco manequins, dentre eles masculinos e femininos com deficiência física, fazendo uso de órteses e próteses, além de manequim com nanismo e outro representando o deficiente visual.

Outro objetivo da campanha é chamar a atenção de empresas do ramo de confecção para este novo modelo de negócio, com um grande potencial de consumo interno. O comércio da moda tem muito o que ganhar ao oferecer roupas com o conceito inclusivo. Só no Brasil, são 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23.9% da população, segundo dados do IBGE de 2010.

Os “Manequins Inclusivos Lado B” também serão utilizados em eventos de moda (exposições e wokshops), além da apresentação das peças de roupas da própria marca.

A campanha: “O LADO B DA MODA” pode ser vista através do canal da marca no youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=yYvWiO19rEc&feature=youtu.be

Ficha técnica:

Criação do projeto: Lado B Moda Inclusiva

Manequins: Expor Manequins

Fotografias: Agência Kica de Castro

Filmagem: Kekkon Produções

Revisão Geral: Jéssica Furquim

Maquiagem: André Lima

Modelos e Atletas Paralímpicos: Marinalva Almeida e Bruno Landgraf

Modelo cadeirante e Miss Brasil 2015: Caroline Marques

Participações: Marcos Andrade (Diretor de Marketing da Expor Manequins) e Neide Landgraf das Neves (mãe e cuidadora de Bruno Landgraf).

Fonte: Lado B Moda Inclusiva

Fisioterapeuta inova na criação de etiqueta braile com melhor custo benefício

A fisioterapeuta e idealizadora da primeira loja virtual de moda para pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida, a “Lado B Moda Inclusiva”, Dariene Rodrigues, divulgou durante o “Circuito Estadual de Palestras do 2° Prêmio Catarinense de Moda Inclusiva”, as etiquetas braile.

A “Etiqueta Braile Lado B” foi desenvolvida para as peças de roupas da marca, na promoção da inclusão social como parte integrante da moda, principalmente voltada para as pessoas com deficiência visual.

Durante 6 meses foram realizadas pesquisas relacionadas as norma técnicas do alfabeto braile, a existência de etiquetas no mercado nacional e internacional, a melhor técnica a ser empregada, os melhores produtos a serem utilizados, assim como, a funcionalidade e a viabilidade do produto.

“Outra preocupação importante dentro da pesquisa foi conseguir o relevo para melhor percepção tátil das etiquetas, levando em consideração o baixo custo da “impressão” nas peças. Isso seria importante para aplicação nas peças da própria marca, além de conseguirmos oferecer para outras empresas do ramo de confecção e até mesmo para o consumidor final”, diz Dariene Rodrigues.

Para os consumidores com deficiência visual e que tem o conhecimento do alfabeto braile, a Etiqueta Braile Lado B tem o objetivo de fornecer a indicação do Tamanho e Cor das peças, já que o braile ocupa mais espaço do que o alfabeto tradicional.

Benefícios:

*Facilitar a identificação dos produtos na hora da compra, nas lojas de vestuário.

*Facilitar a organização das peças dentro dos armários e na hora da escolha de se vestir.

*Promover maior independência para os usuários.

*Promover a melhora da autoestima.

Empresas interessadas em adquirirem a etiqueta braile deverão entrar em contato através do email: contato@ladobmodainclusiva.com.br ou pelo telefone 15-3012-8681

Caroline Marques, modelo cadeirante nomeada Miss Brasil 2015

Do sonho para realidade. A pessoa com deficiência, já é uma referência do que é belo, deixando de lado esse tabu que beleza é padronizada. Ainda estamos em 2014, faltando poucos dias para o fim do ano, mas, 2015 já começa com uma grande novidade para causa da inclusão da pessoa com deficiência.

O sonho de toda modelo é ser reconhecida pela sua beleza, ter a sua imagem valorizada nos anúncios comerciais e fashion. Atingir o título de MISS é o grande objetivo de quem vive dessa profissão.

Caroline Marques, 33, é a primeira a receber a nomeação de Miss Brasil Revelação Cadeirante 2015. A mesma, faz parte do casting da fotógrafa Kica de Castro, desde 2007, sempre tento destaque em trabalhos publicitários e nos editoriais de moda e passarela, como exemplo da sua participação no SPFW.

Sua beleza e postura chamaram atenção do Roberto Sécio, missólogo, embaixador da paz, delegado cultural de São Paulo, jornalista e autor do livro Misses do Brasil. No ano de 2010, Roberto Sécio conheceu o trabalho da agencia Kica de Castro (que é de incluir esses profissionais no mundo fashion) além de conhecer o desempenho da modelo Caroline Marques em um desfile realizado no centro de São Paulo. Desde então, Sécio, vem acompanhado o trabalho e observando todo o casting da fotógrafa. Cada detalhe, em fotos e trabalhos realizados, Sécio avaliou com toda atenção e acompanhou de perto boa parte deles, além das pesquisas desenvolvidas e observando o que acontece no segmento. Nada é por acaso, tudo tem o seu tempo certo para acontecer. Sécio relata “ Minha seleção foi segura, o título esta em boas mãos, Caroline vai ter um belo reinado e representa a beleza de todas as pessoas que tenham alguma deficiência. Ela é simplesmente linda e a cadeira não apaga o seu brilho, que vem da alma”. A nomeação foi em grande estilo, a empresa Pontual Classic , presenteou a nova Miss com um passeio de limusine pela cidade de São Paulo, que aconteceu no dia 13 de novembro. Cabelo e maquiagem pelas mãos do talentoso André Lima.

Sécio também fez uma homenagem para Kica de Casto, com a faixa Fotógrafa das Misses do Brasil, reconhecimento pelos anos de trabalho e de homenagear as demais modelos que também são Misses.

Fonte: Lado B Moda Inclusiva

Atleta paralímpica vira modelo e surpreende com perna mecânica em desfile

A beleza e o corpão definido da atleta já seriam suficientes para chamar atenção na passarela, mas ao aparecer usando um ousado maiô vermelho e uma prótese mecânica na perna esquerda, a paranaense Marinalva Almeida, 37, causou furor no desfile da Casa de Criadores, importante evento de moda que aconteceu na semana passada em São Paulo.

O modelo cheio de fendas é da nova coleção do estilista Fernando Cozendey, que selecionou tipos não convencionais para desfilar nesta edição. Já a perna mecânica é uma das quatro próteses que a atleta paralímpica de vela costuma usar no seu dia a dia, seja em passeios com o namorado ou com os três filhos, seja para dar suas palestras motivacionais.

As peças foram sendo colecionadas nos últimos anos. Duas delas foram doadas no ano passado por uma ONG norte-americana, que se encantou com a morena quando ela foi provar uma prótese em Los Angeles. “Cheguei lá com um vestido fino e salto de 15 centímetros. O médico disse que se eu conseguia usar aquele sapato, eu usaria qualquer prótese. Então ganhei uma com salto também. Tive muita sorte”, conta.

Outra, foi doada por uma empresa de Sorocaba (SP), cidade onde a atleta começou a trabalhar como modelo. Já a quarta, veio da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, ligada ao Hospital das Clínicas, na capital paulista.

“Sou recordista brasileira de salto em distância e no dardo. Fazia corrida de rua de muletas. Essas habilidades me deram um portfólio legal para conseguir a prótese. Cheguei a usar algumas que me machucavam, então queria a melhor, mas não podia pagar de R$ 45 mil a R$ 70 mil em cada uma”, explica.

As pernas mecânicas foram um impulso importante para que Marinalva ganhasse ainda mais projeção, embora nunca tenha se curvado aos olhares de pena, que, segundo ela, são “comuns para os deficientes”. “O que vai determinar o olhar do outro, sendo deficiente ou não, é a postura que a pessoa tem. Se você não se impõe, não se cuida, as pessoas vão te olhar com desprezo”, analisa.

O discurso cheio de autoestima e os detalhes que dá sobre sua vida fizeram com que ela fosse chamada para dar palestras sobre superação. Sua recente aparição também lhe rendeu um convite para desfilar em Milão, na Itália. Mas ela atribui seu sucesso ao esporte. “Ser esportista me ajudou a me valorizar mais, ser mais forte fisicamente e psicologicamente”, explica.

O acidente que lhe custou a perna esquerda aconteceu quando ela tinha 15 anos e dirigia uma moto em Campo Grande (MS), onde morava desde os quatro anos, depois de partir de Santa Isabel de Ivaí (PR) com a família. Foi na capital do Mato Grosso do Sul que ela descobriu habilidades ainda não exploradas de seu corpo e passou a treinar no Centro Educacional Multidisciplinar ao Portador de Deficiência Física (CEMDEF) da cidade.

“Eu aprendi a nadar depois do acidente. Fiz natação, tênis de mesa, arremesso de dardo, disco, peso e até halterofilismo. Queria me descobrir, saber o que eu podia e o que não podia”, conta.

 Os treinos de atletismo, apenas interrompidos nos momentos em que ficou grávida dos meninos que hoje têm 6, 16 e 18 anos, culminaram com a participação de Marinalva na corrida de São Silvestre, em 2012. Ela completou a prova em menos de duas horas, usando muletas, e chamou a atenção. Veio então o convite para fazer parte da equipe brasileira de vela adaptada, que agora a levará para os Jogos Paralímpicos de 2016.

Fonte: UOL

Empresas investem em roupas adaptadas para pessoas com deficiência

Velcro, botão com ímã ou zíper podem ter um papel fundamental para pessoas com deficiência na hora de se vestir. Essas pequenas adaptações facilitam a atividade diária e começam a aparecer em algumas peças exclusivas para esse público, que só em Santa Catarina representa 21% da população. Para divulgar a moda inclusiva, será realizado um circuito de palestras sobre o tema em algumas cidades catarinenses. O primeiro evento ocorreu nesta terça-feira, em Criciúma e faz parte da programação do 2° Prêmio Catarinense de Moda Inclusiva, que ocorre em novembro em Florianópolis.

O paratleta e modelo Thiago Cenjor conhece bem as dificuldades na hora de se vestir. Ele conta que por não ter sensibilidade na perna, um simples botão pode causar dano sem que ele perceba. Mas ele acredita que o mercado começa a oferecer mais opções:

— A tendência é aumentar ainda mais, porque as empresas perceberam que pessoas com deficiência também gastam dinheiro com roupas — brinca.

Cenjor conta que até provar as peças pode ser um desafio, pois muitas lojas não têm provadores acessíveis.

A fisioterapeuta Dariene Rodrigues, de São Paulo, é pioneira na criação de uma loja virtual de moda inclusiva — a Lado B – Moda Inclusiva, na rede desde 2013. A ideia surgiu com a experiência de quase 15 anos com pessoas com necessidades especiais, que em alguns casos precisavam furar peças para a passagem da sonda ou que deixavam de usar calças jeans, por exemplo.

— A moda inclusiva é um conceito novo e consiste em trazer inovações relacionadas a modelagens, costuras, sempre focando na ergonomia, conforto das peças e facilidade do vestir para as pessoas com deficiência — explica.

Dariene conta que vendeu 100 peças desde que iniciou o negócio e que acaba de lançar mais um produto: etiqueta em braile, que pode ser vendida também para o consumidor final. A etiqueta informa tamanho e cor da roupa para deficientes visuais.

Fonte: Grupo RBS

Sorocaba é um dos premiados no 5° Concurso de Moda Inclusiva Edição Internacional

Os vinte looks finalistas foram apresentados aos jurados no dia 19, às 19h, no Museu Brasileiro de Escultura.

 O 5° Concurso de Moda Inclusiva – Edição Internacional promovido pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência contou com a inscrição de 358. A finalidade foi de promover o debate sobre moda diferenciada e acessí­vel, e também incentivar novas soluções e propostas para o vestuário de pessoas com deficiência.

Antes do desfile aconteceu o II Fórum Internacional de Moda Inclusiva e Sustentabilidade.

Foram selecionados os vinte melhores trabalhos que participaram da segunda fase, realizando a confecção das peças e sendo apresentados aos jurados no dia 19 às 19h, no Museu Brasileiro de Escultura.

O Concurso Moda Inclusiva contou com finalistas de diversos municípios do estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Amazonas, além de participação da ͍ndia.

A fisioterapeuta Dariene Rodrigues, idealizadora da Lado B Moda Inclusiva foi representada no concurso pela sua colaboradora (modelista e costureira) Nadir de Almeida Nascimento.

A peça confeccionada para o concurso foi uma calça jeans adaptada, que contou com alguns diferenciais, tais como:

-tecido Denim Premium- Vicunha Têxtil, 100% algodão com peso 11,5 oz, com efeito cross ring em sua construção aliado ao tingimento Special Dye, que resulta em um tecido de visual diferenciado e hiperversátil em lavanderia.

-Lavagem: amaciamento

-Fechamento: velcro

-Calça com elástico para facilitar o uso de calça plástica (fralda)

-Calça com velcro na região frontal (frente) para facilitar o cateterismo

-Calça com velcro na região lateral para facilitar o vestir e despir

-Calça com bolso interno na região lateral da perna para acoplar bolsa coletora.

-Calça com bolso externo na região frontal da perna direita para acoplar objetos.

-Objetivo: atender pessoas com deficiência física e múltipla, principalmente para aquelas que fazem uso de cadeira de rodas e prótese de membro inferior contando com toda acessibilidade necessária para o dia-a-dia aliada a muito estilo e modernidade.

Na passarela a Lado B Moda Inclusiva foi representada pelos modelos e esportistas da vela paralímpica Bruno Landgraf (cadeirante) e Marinalva de Almeida (amputada).

O look foi um dos premiados ficando na terceira colocação.

As pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida interessadas no look premiado já poderão adquirir na primeira Loja Virtual do Brasil é a Lado B Moda Inclusiva: www.ladobmodainclusiva.com.br. A microempresa também contará com a participação de pessoas com deficiência através de suas opiniões e sugestões para melhoria e confecção de novos modelos.

Fonte: Lado B Moda Inclusivaladob_5concurso

Sorocaba irá participar do Concurso Moda Inclusiva com uma finalista

A estilista de Sorocaba (SP) Nadir de Almeida Nascimento (representante da Lado B Moda Inclusiva) é uma das 20 finalistas do 5º Concurso de Moda Inclusiva, realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que tem abrangência mundial. O projeto da sorocabana, que foi realizado em parceira com a fisioterapeuta Dariene Rodrigues, será apresentado nesta terça-feira (19), em São Paulo, durante o desfile de premiação dos finalistas.

Ao todo, 358 projetos foram inscritos, vindo de vários estados brasileiros e também de outros países. De acordo com a assessoria de imprensa do concurso, uma das 20 finalistas do concurso é da Índia. A iniciativa visa incentivar soluções inovadoras que podem contribuir para o bem estar e a qualidade de vida das pessoas com deficiência, além de apresentar novos conceitos à moda. Nesta quinta edição, puderam se inscrever estudantes de cursos técnicos, universitários e profissionais da área de moda do mundo inteiro.

Fonte: G1

Fisioterapeuta cria roupas e abre loja virtual para pessoas com deficiência

Calças jeans com elástico e velcro e agasalhos com aberturas nas laterais estão entre as peças adaptadas vendidas no site de roupas para pessoas com deficiência lançado no começo de julho pela fisioterapeuta Dariene Rodrigues, de 35 anos, de Sorocaba, no interior de São Paulo. Os modelos buscam atender a demanda dessas pessoas por peças confortáveis e fáceis de vestir – o que facilita a vida, por exemplo, de cadeirantes ou de quem precisa usar sondas ou fazer fisioterapias.

“[A ideia surgiu] de tanto eu ouvir as pessoas que eu atendia, principalmente as pessoas com deficiência física, que são os paraplégicos e tetraplégicos, a dificuldade de usar, ter uma vestimenta adaptada”, explica.

O projeto demorou três anos para ser colocado em prática. Dariene revela que o pontapé inicial surgiu “meio que sem querer”, quando recebeu a indicação de uma estilista que poderia tornar reais os modelos que imaginava. “Eu tinha um projeto em mente e meio que me faltava uma pessoa para poder confeccionar a minha ideia, confeccionar esse molde (…). Acabei encontrando uma estilista, e a gente criou um projeto piloto”, explica.

Para a elaboração dos modelos, Dariene afirma que avalia todas as necessidades das pessoas com deficiência com as quais tem convivência.

“De início eu pensei na questão da pessoa com cadeira de rodas, que usa prótese de membro inferior. Dependendo da patologia que ela teve, da sequela, acaba tendo dificuldade… Às vezes é com o comprometimento da parte urinária, às vezes essa pessoa usa fraldas. Se antes ela vestia número 40, vai ter que comprar um número a mais”, diz. Por isso, o modelo de calça que desenvolveu tem elástico e é um pouco mais “fofo” atrás caso a pessoa use fraldas.

As peças também têm aberturas dos lados e fechamento com velcro, que facilitam na hora de serem vestidas (um cadeirante, por exemplo, consegue se vestir deitado).  “Algumas pessoas usam cateterismo que é uma sonda de alívio, têm a necessidade de tirar a calça a cada três horas.” Os modelos facilitam, ainda, a vida daqueles que precisam da ajuda de um cuidador para se vestir, comenta.

Mercado

Em cerca de duas semanas de funcionamento do site, foram vendidas dez calças jeans. Os preços, contudo, são um pouco superiores aos de modelos convencionais encontrados em grandes varejistas, e são em torno de R$ 200. “As peças são personalizadas e acabam levando uma quantidade maior de tecido devido às adaptações. Também procuramos levar em consideração a qualidade da matéria-prima. Porém, há a facilitação de parcelamento, permitindo a compra em até 12 vezes”, diz.

Ao todo, foram investidos R$ 40 mil no projeto e criação da empresa, que recebeu o nome de Lado B – Moda inclusiva. “Contei com os serviços de uma agência de publicidade para desenvolvimento da marca, assim como de uma agência de website para a criação da loja virtual”, diz. “A nossa expectativa é que se torne um negócio realmente sólido e lucrativo”.

 Ela diz que uma das coisas que levou em consideração na hora de formular esse projeto é que, de acordo com censo do IBGE de 2010,45,6 milhões têm algum tipo de deficiência no país. “Então, existe, sim, público consumidor para isso, mas há falta de produto, de locais, as empresas acabam esquecendo um pouquinho desse público, que é um potencial consumidor.”

A fisioterapeuta explica que ainda não começou a divulgação propriamente dita, mas espera que os consumidores apareçam quando tomarem conhecimento da marca. “Inicialmente, como qualquer negócio, a gente lógico que vai passar por um período de divulgação do produto, da própria marca, para que mais para a frente um pouco a gente comece a ter, sim, um retorno financeiro”, relata.

A ideia é aumentar cada vez mais o leque de produtos, com a inclusão de peças que acompanhem a moda. “A gente vai acompanhar as tendências mesmo”, diz, acrescentando que pretende se qualificar na área de moda para aprimorar os modelos.

Fonte: G1