Como a sua calça pode facilitar a prática do cateterismo

Através de bermudas e calças adaptadas, a empresa Lado B Moda Inclusiva oferece a solução que facilita a prática do cateterismo, zelando pelo conforto e design único, apresenta o JEANS MEGAFLEX, que é uma forte tendência mundial.

Veja alguns benefícios:

  • Desenvolvida com avançado processo tecnológico
  • MegaflexThermaComfort
  • Mantém o visual do jeans com o conforto do moletom
  • Mantém a temperatura ideal do corpo
  • Modelagem especial com elástico no cós, que possibilita a acomodação perfeita
  • Abertura frontal da peça com botão de metal e velcro resistente para facilitar a realização da prática do cateterismo
  • Opção de bolso externo para guardar acessórios

Assista ao vídeo e tenha mais informações sobre o produto:http://zip.net/bmrp8Y

O que é o cateterismo

O Cateterismo Intermitente é uma técnica desenvolvida para tratar pacientes de qualquer idade que apresentam problemas de esvaziamento da bexiga urinária. Seu treinamento é rápido e de fácil aprendizado. Um cuidador pode ser treinado para realizar a técnica em crianças (incluse muito novas) e adultos com limitações motoras severas. Entretanto, a maioria das pessoas realiza o auto-cateterismo, o que permite ao paciente ter maior autonomia.

A sua prática consiste na introdução de uma sonda através da uretra até a bexiga e tem como finalidade drenar a urina retida, utilizando para a higienização, apenas água e sabão.

Quando bem indicado, é um recurso seguro e pode reduzir os índices de infecções urinárias, preserva o sistema urinário e o músculo da bexiga, melhora a continência assegurando um melhor convívio social e ajudando na recuperação da autoestima.

Fonte: Lado B Moda Inclusiva / Autora: Dra. Dariene Rodrigues

Mulher sem perna supera bullying e se torna modelo

Taylor Crisp é uma britânica de 19 anos que nasceu com uma rara condição chamada Síndrome de fêmur-fíbula-Ulna, que a deixou com o fêmur direito mais curto que o da perna esquerda. 

Mesmo com a deficiência, Taylor era atleta. Quando tinha 11 anos, levou um tombo quando jogava futebol, deslocando o quadril. Anos depois, os médicos descobriram que ela pegou uma infecção, tendo que amputar a perna direita. Com isso, sofreu com o bullying dos colegas de classe.
Depois de quatro anos sofrendo com os apelidos maldosos, Taylor se juntou a uma agência de modelo. Em entrevista ao jornal Dailymail, afirmou que nunca esteve tão feliz com o seu corpo.
— Eu nunca estive mais confiante no meu corpo. Sinto que nada pode me deter agora.
Taylor adora posar de lingerie e de vestidos de noivas.
Para manter a forma, a britânica pratica dança e trapézio acrobático.
Fonte: R7
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Orphe: Tênis com faixa de LEDs na lateral

Um tênis com uma faixa de LEDs na lateral comandadas pelo computador /smartphone via Bluetooth e Wi-Fi (as configurações incluem um processador ARM e LEDs com mais de 100 cores distintas, além de uma API aberta).

Michael Jackson, seu idealizador vem buscando financiamento (via IndieGogo).

Fonte: Ztop

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Fios luminescentes dão origem a aparelhos flexíveis e tecidos eletrônicos

Nos últimos anos, os LEDs — sigla em inglês para diodos emissores de luz — invadiram o mercado na forma de lâmpadas, telas e até mesmo equipamentos médicos, mudando a forma como o mundo vê a luz. Quase seis meses depois de a invenção ser lembrada no prêmio Nobel de Física, uma nova tecnologia promete colaborar com a revolução luminosa em um formato completamente novo. Pesquisadores desenvolveram uma fibra luminescente que pode ser integrada a dispositivos flexíveis e ser até mesmo costurada a uma peça de roupa. A novidade, descrita na revista especializada Nature Photonics, usa uma técnica de fabricação de baixo custo e abre caminho para a produção de dispositivos vestíveis inteligentes.

As fibras luminosas foram desenvolvidas a partir das células eletroquímicas emissoras de luz (LEC), criadas em 1995 pelo pesquisador chinês Qibing Pei. A LEC consiste em um material eletroluminescente prensado entre dois eletrodos: um que conduz a energia e outro, transparente, que permite a emissão da luz. A tecnologia, apesar de demonstrar bom potencial à época, acabou ofuscada pelo brilho do LED e da sua variação orgânica (OLED).

A pouca atenção dada à LEC, contudo, não significou o encerramento das pesquisas. Hoje professor da Universidade da Califórnia, Pei e colaboradores chegaram a uma nova forma de fabricar as células de luz — e talvez de dar a elas um espaço exclusivo na fabricação de dispositivos luminosos. Ele usou um fio de aço 500 vezes mais fino que o cabelo humano como base para a criação de uma forma cilíndrica de LEC, originalmente montada na forma plana.

O aço foi coberto, primeiro, com nanopartículas de óxido de zinco, depois com uma mistura de um polímero eletroluminescente e, por fim, recebeu uma cobertura de nanotubos de carbono transparentes. Os ingredientes são os mesmos usados na fabricação das PLECs, como são chamadas as células eletroquímicas feitas a partir de um polímero. Mas o formato cilíndrico do aço exigiu o desenvolvimento de uma técnica dinâmica de deposição dos componentes. A cobertura foi enrolada sobre o fio como uma fita, que cobriu a superfície curva conforme um pequeno motor girava a base metálica.

O resultado é uma linha luminosa com menos de 1mm de espessura, que pode ser dobrada e torcida sem perder o brilho. “A PLEC em forma de fibra fornece o mesmo brilho em todas as direções e é leve, flexível e vestível”, descreve Qibing Pei no estudo mais recente. A peça emite luz em toda a sua superfície, um efeito diferente da luz das fibras ópticas de vidro, por exemplo, que se limitam a conduzir o ponto luminoso de uma ponta para a outra do cabo.

Até o momento, os pesquisadores foram capazes de criar fibras que emitem luz azul e amarela, mas, como todo o espectro já é produzido a partir das células eletroquímicas tradicionais, é possível adaptar o método para outras cores. Os criadores das linhas luminosas também acreditam que o processo possa ser adaptado para a produção em larga escala de dispositivos flexíveis e até mesmo de tecidos eletrônicos.

Fonte: Correio Braziliense

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Roupa inteligente aquece e esfria para manter seu conforto

Imagine uma simples camiseta que possa aquecer seu corpo à noite ou no inverno, e resfriá-lo nos dias e horários mais quentes.

A ideia do professor Joseph Wang, da Universidade da Califórnia em San Diego, é não apenas dar conforto individual, mas também substituir os grandes sistemas de aquecimento e ar-condicionado, economizando energia.

“Nos casos em que há apenas uma ou duas pessoas em uma grande sala, não justifica o custo de aquecer ou resfriar a sala inteira,” defende ele, acrescentando que o resfriamento ou aquecimento em uma base individual poderia reduzir o gasto de energia em prédios e residências em até 15%.

Para demonstrar seu conceito, ele e sua equipe desenvolveram uma camiseta cujo “tecido inteligente” foi projetado para manter a temperatura em 34º C, o que seus voluntários asseguraram ser a temperatura mais confortável.

Tecido inteligente

O tecido é chamado de inteligente porque adapta-se continuamente à temperatura externa. Quando o ambiente fica mais quente, o tecido se contrai, ficando mais fino e, quando o ambiente fica mais frio, o tecido se expande, aumentando de espessura.

“Independentemente se a temperatura aumenta ou diminui em volta, o usuário ainda sente a mesma temperatura sem ter que ajustar o termostato,” disse Wang.

A mudança de espessura do tecido é possível com a inserção de polímeros especiais entre as fibras do tecido, polímeros esses que se expandem ou contraem em resposta a alterações de temperatura.

O protótipo também já possui um aquecedor ativo, com eletrodos implantados no peito, que deverá fornecer calor adicional nos dias mais frios. A equipe trabalha agora em um resfriador termoelétrico de estado sólido que possa retirar o calor em excesso nos dias mais quentes.

Além de camisetas e calças, os pesquisadores estão trabalhando em acessórios para esfriar ou aquecer partes do corpo que esfriam ou aquecem mais em resposta a alterações na temperatura ambiente, como a planta dos pés.

Gerador embutido

Os pesquisadores também estão projetando o tecido inteligente para que ele gere sua própria energia.

O tecido vai incluir baterias recarregáveis que irão alimentar os conversores termelétricos, bem como uma biocélula de biocombustível capaz de gerar energia elétrica a partir do suor humano. Todas essas peças – baterias, células termelétricas e biocombustíveis – serão impressos usando uma tecnologia que a equipe afirma já ter desenvolvido.

A ideia cativou o Departamento de Energia dos EUA, que acaba de fornecer US$2,6 milhões para que a equipe aprimore o tecido inteligente e apronte a novidade para o mercado.

“Estamos trabalhando para dar ao tecido inteligente a mesma textura e aparência das roupas que as pessoas usam regularmente. Ele será lavável, esticável, flexível e leve. Esperamos, também, torná-lo atraente e elegante para vestir,” concluiu Wang.

Fonte: Inovação Tecnológica

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Tecido anunciado pela Google pode mudar mercado

Na semana passada, durante o Google I/O em São Francisco, nos Estados Unidos (EUA), dentre as diversas novidades anunciadas pela gigante das buscas na internet, o Google Project Jacquard, teve um destaque especial. O projeto se trata de um tecido conectado, que pode ser usado para fabricar qualquer tipo de roupa inteligente.

Com o tecido “touch” (sensível ao toque) a empresa promete que, para passar para a próxima música de seu celular, por exemplo, não será necessário tirar o aparelho do bolso. Na verdade, basta deslizar o dedo sobre o tecido da calça, que ela, automaticamente, muda a música para você. Também será possível controlar a luz do quarto deslizando o dedo sobre o cobertor, por exemplo.

A ideia não é nova, porém é a primeira vez que uma empresa propõe trazer a inovação á escala do mundo da moda, tanto que a famosa marca de jeans Levi’s já anunciou uma parceria com a companhia para produzir roupas com a tecnologia.

“Se você consegue colocar esse tipo de sensor em tecidos, você está automaticamente indo em uma direção diferente dos eletrônicos. Você está fazendo um dos materiais mais básicos do mundo ser interativo.”, diz o idealizador do projeto no vídeo de apresentação do projeto.

Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=qObSFfdfe7I

Fonte: CMAIS

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Lançamento do 3° Prêmio Catarinense de Moda Inclusiva, na Assembléia Legislativa de SC

No dia 22 de Maio ocorreu a cerimônia de lançamento do 3º Prêmio Catarinense de Moda Inclusiva, promovido pelo Instituto Social Nação Brasil, na Assembléia Legislativa de Santa Catarina.

O objetivo principal do prêmio é estimular estudantes de moda e estilistas a desenharem peças de roupa voltadas para pessoas com deficiência.

A sociedade tem trabalhado muito com a questão da inclusão, e a moda além de proporcionar a valorização da beleza, as roupas adaptadas têm importante papel nesse movimento.

As inscrições já estão abertas e o desfile final do Prêmio será realizado em dezembro.

Participações: Mário Queiróz (Designer e Professor de Moda), Daniela Auller (Estilista e responsável pelo Concurso Internacional de Moda Inclusiva de São Paulo), Dariene Rodrigues (Idealizadora da Lado B Moda Inclusiva e dos Primeiros Manequins Adaptados do Brasil) e Carolina Marques (Modelo e Miss Cadeirante 2015).

Fonte: Da Redação

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Mesmo com deficiência visual, inglesa faz tutoriais de maquiagem no YouTube

Quando se fala em maquiagem, uma das primeiras coisas que vem à mente da maioria das mulheres é o espelho. Será mesmo possível se maquiar sem espelho?

Para Lucy Edwards, uma jovem inglesa de 19 anos, é possível sim.

Ela perdeu a visão do olho direito aos 11 anos, e seis anos mais tarde perdeu a visão do olho esquerdo. Mesmo com a deficiência, ela produz vídeos fazendo tutoriais de maquiagem para ajudar pessoas a se maquiar sem a ajuda do espelho, além de contar como é a vida de uma pessoa cega.

Mesmo sem saber como fica a maquiagem, ela afirma que não precisa, mas que se sente bem ao fazer isso. “Eu não acho que eu precise de maquiagem, mas é uma coisa que me faz sentir bem comigo mesma. Faz-me sentir que estou no controle”.

Lucy sofre de uma doença genética conhecida como incontinência pigmentar ou Síndrome de Bloch/Sulzberger. Ela é estudante e espera entrar na faculdade de Direito.

Veja vídeo de um dos tutorias de Lucy

Fonte: O Povo

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Bonecas com deficiências são lançadas após campanha nas redes sociais por diversidade

Depois que uma campanha por maior diversidade na indústria de brinquedos se tornou viral em redes sociais com a hashtag “#ToysLikeMe” (brinquedos como eu, em tradução livre), um fabricante de brinquedos britânico criou uma nova linha de bonecos com deficiência.

Além de modelos com bengalas e deficiência auditiva, a empresa Makies criou alternativas com marcas de nascença e cicatrizes. Personagens em cadeira de rodas também estão sendo desenvolvidos pela equipe de design e produção.

As “Makies Dolls” custam em torno de R$ 320 – Reprodução/Makies

Usando a impressão 3D para projetar as bonecas e os acessórios, o fabricante espera que a nova linha seja um grande sucesso – dada a rapidez com que foi criada em resposta à campanha#ToyLikeMe que começou no Facebook.

Por £ 69 (cerca de R$ 320), as “Makies Dolls” são personalizadas para o dono, com a empresa planejando realizar customização com as características faciais. Ou seja, em breve os pais podem solicitar bonecas com a mesma marca de nascença que o filho ou a filha tem.

Fonte: Makies

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