Coleção de Camisetas Braille Lado B

Já conhece a nossa Camiseta Braille Lado B?

Modelo: Camiseta de manga curta

Composição: 100% algodão

Tamanhos: P, M, G e GG

Cor: Preta

Estampa: Na frente da camiseta há a impressão do braille em relevo da frase “O idioma de quem sente o mundo”. Abaixo há a impressão da mesma frase em letras grandes na cor branca.

Acabamento: reforço na gola e ombros, garantindo excelente caimento, maior conforto, durabilidade e qualidade do produto.

Diferenciais:

  • Estampa com braille relevo.
  • Código QR Code em relevo com todas as informações da peça.
  • Etiqueta braille relevo identificando o tamanho e cor.
Confira uma de nossas estampas!
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camiseta-ladob-brailleA Lado B Moda Inclusiva também confecciona camisetas braille personalizadas para eventos.
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Tênis Lado B: A marca que respeita a diversidade e às várias formas de caminhar

O Tênis Lado B foi desenvolvido para facilitar o calçar principalmente das pessoas que apresentam restrição de movimento do pé e tornozelo ou que fazem o uso de órtese ou prótese.

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DIFERENCIAIS:

  • Tênis para pessoas com ou sem deficiência;
  • Confeccionado em tecido de lona (maleável);
  • Solado mais largo, leve e com a forma unissex, proporciona uma acomodação mais confortável dos pés;
  • Abertura lateral e frontal com zíper que possibilita praticidade na hora de calçar e descalçar;
  • Pode facilitar o uso de órteses (talas ou goteiras) e próteses;
  • Numeração Infantil e Adulta: do 25 ao 44;
  • Várias cores: preto, bordô, azul royal, rosa pink e outros.

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COMO MEDIR SEU PÉ OU A SUA ÓRTESE:

COMO MEDIR

NUMERAÇÃO:

Após a medição você deverá entrar em contato pelo WhatsApp: 15 99747-5034 ou E-mail: contato@ladobmodainclusiva.com.br para verificarmos o número do tênis mais adequado segundo a nossa modelagem.

Numeração infantil: 24 até o 34

Numeração adulta: 35 até o 44

Forma de Pagamento: À Vista (depósito, boleto ou cartão) ou Parcelado no cartão (3x sem juros ou em até 10x com juros via PagSeguro).

CDH aprova projeto que classifica visão monocular como deficiência

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A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou, nesta quinta-feira (5), substitutivo do senador Flávio Arns (Rede-PR) a projeto que classifica a visão monocular como deficiência visual e assegura à pessoa que enxerga com apenas um olho os mesmos direitos e benefícios garantidos à pessoa com deficiência.

O texto (PL 1.615/2019), de autoria dos senadores Rogério Carvalho (PT-SE), Rose de Freitas (Podemos-ES), Wellington Fagundes (PL-MT) e Otto Alencar (PSD-BA), prevê também a implantação de prótese aos portadores de visão monocular. Na justificativa do projeto, os autores observam que indivíduos com visão monocular, além de terem problemas na definição de profundidade, apresentam redução de cerca de 25% no campo visual. “Com frequência, indivíduos monoculares sofrem com a colisão em objetos e/ou pessoas, dificuldades para subir e descer escadas e meios-fios, cruzar ruas, dirigir, praticar esportes, além de outras atividades da vida diária que requerem a esteropsia e a visão periférica. Portanto, demandam cuidados especiais da sociedade, da família e do poder público”, dizem os autores.

Os signatários da proposta, destacam também o fato de que existem várias decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que reconhecem a visão monocular como deficiência, garantindo aos indivíduos nessa condição os direitos previstos por lei a todos os deficientes. Em audiência pública realizada pela CDH no início de julho, um dos autores da proposição, o senador Rogério Carvalho, médico por profissão e pessoa com visão monocular, afirmou que, para a medicina, a deficiência que apresenta o impede de realizar cirurgias.

Em seu substitutivo, o senador Flávio Arns (Rede-PR) acrescenta que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proíbe o exercício de atividade remunerada de condução de veículos automotores para portadores de visão monocular. Flávio Arns retirou a sugestão contida no texto original de denominação da futura norma como Lei Amália Barros, jornalista e militante dos direitos de deficientes monoculares. Segundo ele, essa alteração foi necessária para atender ao princípio da impessoalidade da administração pública.

O relator também suprimiu do projeto original os artigos 3º e 4º que têm o objetivo de assegurar aos portadores de visão monocular acesso a serviços públicos de saúde e educação de melhor qualidade. Em sua avaliação, esses dispositivos criam prerrogativas para a visão monocular inexistentes para outros tipos de deficiência. O texto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Audiências

A CDH também aprovou uma série de requerimentos para a realização de audiências públicas. O senador Paulo Paim (PT-RS), por exemplo, quer um ciclo de debates sobre a reforma tributária e uma audiência sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres. Já o senador Styvenson Valentim (Pode-RN), apresentou um requerimento para a debater a situação das audiências de custódia no Brasil.

Fonte: Agência Senado

Comissão aprova atendimento obrigatório em Libras nos órgãos públicos

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou proposta que obriga os órgãos públicos que prestam atendimento à população ou fornecem informações aos cidadãos a disponibilizar atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) às pessoas com deficiência auditiva. A obrigação também valerá para as concessionárias de serviço público, como as companhias de água e luz.

Os deputados aprovaram o substitutivo da deputada Maria Rosas (Republicanos-SP) ao Projeto de Lei 535/15 e apensados (PLs 2230/15, 2637/15, 3153/15, 3320/15 e 4440/16). O parecer altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15). O texto original foi apresentado pelo deputado Carlos Gomes (Republicanos-RS).

Além do atendimento obrigatório em Libras, a versão aprovada cria a Central Única de Comunicação e Intermediação de Intérpretes de Libras e de Guias-intérpretes, que vai garantir, dentro de cada órgão, a oferta de atendimento às pessoas com deficiência auditiva.

A relatora afirmou que a proposta garante a plena acessibilidade à informação das pessoas surdas, em consonância com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, do qual o Brasil é signatário. “Apesar dos avanços legislativos, observa-se uma lacuna relativa ao atendimento em espaços públicos coletivos”, disse Maria Rosas.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Fonte: Agência Câmara Notícias

 

Projeto impede cobrança diferenciada de seguros para pessoas com deficiência Fonte: Agência Senado

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Operadoras de todas as espécies de seguros , inclusive os de vida, poderão ser obrigadas a garantir às pessoas com deficiência todos os serviços e produtos ofertados aos demais clientes. É o que propõe o projeto de lei (PL) 4.007/2019, que aguarda relatório do senador Romário (Podemos-RJ) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

De autoria da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), o texto altera a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI (Lei 13.146, de 2015), impedindo o tratamento discriminatório em razão da deficiência do contratante, na hora da aquisição do seguro.

Segundo o projeto, a prática contra essas pessoas configurará discriminação com pena de reclusão, de um a três anos, mais multa.

Na legislação atual, as operadoras de planos e seguros privados de saúde já são obrigadas a garantir à pessoa com deficiência, no mínimo, todos os serviços e produtos ofertados aos demais clientes. A Lei também veda todas as formas de discriminação contra a pessoa com deficiência, inclusive por meio de cobrança de valores diferenciados por planos e seguros privados de saúde, em razão de sua condição. A senadora justifica, no entanto, que a lei atual apresenta uma lacuna, por isso a necessidade de se incluírem novos dispositivos que impeçam diferenciações.

“Sabemos que a mutualidade e cálculos de probabilidade – fundamentais no contrato de seguro, são elementos para definir prêmio, indenização e riscos de cobertura; entretanto, são de notório conhecimento inúmeros casos em que operadoras de seguro se recusam a contratar seguro de vida ou impõem condições contratuais abusivas quando o proponente é pessoa com deficiência, e somente por causa dessa condição. Trata-se de postura discriminatória ilícita, em clara afronta à Convenção e à LBI”, explicou Mara Gabrilli.

Fonte: Agência Senado