Você tem realizado a prática do cateterismo de forma correta?

A bexiga, que armazena a urina, é controlada pelo sistema nervoso. Na lesão medular, é possível que os nervos que controlam sua bexiga estejam lesionados e, como resultado, a função da bexiga é afetada.

Algumas pessoas acham que precisam urinar com mais frequência ou urgência, algumas apresentam vazamento de urina, enquanto outras têm dificuldade no esvaziamento da bexiga.

O fato de não esvaziar a bexiga regularmente pode causar infecções.

As infecções começam na bexiga, mas podem subir para os rins e causar uma lesão renal séria. Mesmo pequenas quantidades de urina residual na bexiga podem causar infecções.

Outro problema pode ser a falta de controle sobre a vontade de urinar, podendo causar vazamento. Isso pode provocar maus odores que levam ao constrangimento. Por isso, é importante cuidar de sua bexiga de uma forma que traga o menor impacto sobre a sua vida cotidiana.

Há uma série de produtos e métodos disponíveis para ajudar a controlar seus problemas na bexiga. Tais produtos incluem absorventes, fraldas e cateteres externos.

A prática do cateterismo é rápido e de fácil aprendizado. Normalmente realizado pelo próprio paciente ou por algum cuidador.

Materiais necessários para a prática do cateterismo:

  • Água e sabão neutro
  • Cateter uretral plástico (sonda) com calibre de acordo com a idade
  • Lidocaína gel
  • Recipiente para coletar a urina
  • Um espelho (para mulheres)

Passo a passo para realizar o cateterismo:

1º passo: Lavar as mãos e os genitais com água e sabão neutro.

2º passo: Reunir o material (o cateter, a lidocaína gel e o recipiente para coletar a urina) em um lugar bem iluminado e limpo.

3º passo: Escolher uma posição confortável.

4º Passo: Aplicar uma pequena quantidade de lidocaína gel sobre o cateter e introduzi-lo no meato urinário até o momento em que a urina comece a drenar.

5º Passo: Quando parar de sair urina, puxar lentamente o cateter e aguardar o término da drenagem para, então, retirá-lo totalmente.

6º Passo: Ao finalizar o procedimento, verifique o volume de urina drenado. Esse controle permitirá que você programe o número de cateterismos necessário durante o dia.

7º Passo: Descarte o cateter utilizado e lave bem as mãos.

Os benefícios da prática do cateterismo são:

-Manter uma boa qualidade de vida;

-Reeducar a bexiga;

-Favorecer as atividades fora de casa (trabalho, lazer, escola…);

-Permanecer seco, evitando assaduras;

-Permitir que a bexiga funcione com baixa pressão em seu interior;

-Evitar complicações: Infecções urinárias, refluxo vésico-uretral (retorno da urina para os rins), cálculos renais (pedras).

IMPORTANTE: Não se esqueça de também ingerir muita água, realizar periodicamente o cateterismo (4 a 5 vezes ao dia) e ter uma boa higienização íntima.

Observações:

  • Não forçar a passagem do cateter, quando encontrar resistência. Nessa situação, retire-o e tente introduzi-lo novamente.
  • Pacientes com lesão medular não devem pressionar a barriga na altura da bexiga para acelerar o esvaziamento.
  • Em caso de sangramentos, calafrios, febre, urina turva ou com cheiro forte, procurar atendimento médico.
  • Procure beber água diariamente, seguindo a orientação do seu médico.
  • Restrinja a quantidade de líquidos à noite para evitar acúmulo de urina durante o sono.
  • Faça alguma atividade física pelo menos 3 vezes por semana.
  • Procure manter uma alimentação saudável à base de frutas, verduras, legumes e carnes magras.

Quando o procedimento é realizado com todas as etapas indicadas e com bastante higiene, o recurso passa a ser mais seguro, diminuindo as complicações, reduzindo os índices de infecções urinarias, preservando o trato urinário superior, preservando também o músculo da bexiga.

Além de que melhora a qualidade de vida dos pacientes pois melhora a continência, promove maior independência, assegura um melhor convívio social, ajudando na recuperação da auto estima.

Peça orientações para seu médico e treine, mais sempre com muita higiene!

Calças e bermudas adaptadas que  facilitam a prática do cateterismo

b1

c1

Campanha arrecada fundos para treinar cachorros que melhoram a vida de cadeirantes

Além de serem ótimas companhias, os cachorros também são perfeitos para auxiliar humanos com necessidades especiais. Essa característica faz com que muitos animais sejam treinados para ajudar pessoas em diversas atividades e, inclusive, ajudem cadeirantes a ter mais autonomia.

Agora, uma campanha de financiamento coletivo no site Kickante busca doações para adquirir um cão da raça golden retriever e treiná-lo durante um ano para poder doá-lo a pessoas com dificuldade de locomoção. A iniciativa é da Cão Inclusão, criada pelos treinadores Leonardo Ogata e Sara Favinha.

Segundo eles contam no site do projeto, é necessário treinar o cão por dois anos para que ele esteja pronto para acompanhar uma pessoa com necessidades especiais. A campanha visa o custeio do primeiro ano de treinamento do animal, que posteriormente será doado através do programa a um cadeirante. O objetivo é que o cão possa ajudar em funções que envolvam abrir e fechar portas, acender luzes, buscar objetos ou acionar campainhas, por exemplo.

Até o momento, a campanha Cão Inclusão já entregou dois animais. O primeiro deles é o Toddy, um golden retriever que ajuda o rapper cadeirante Billy Saga; enquanto o outro acompanha a menina Aninha, de 10 anos, que sofre com mucopolissacaridose tipo 6.

Por enquanto, a campanha para aquisição e treinamento de um novo cão atingiu apenas 17% do seu objetivo final, que é arrecadar R$ 53.500 para tornar o projeto realidade – mas você ainda pode fazer a sua doação clicando aqui.

Fonte: Hypeness

7 Cores de órteses para escolher a que mais combina com você!

0000

 

Vlogger com condição rara quebra estereótipos de beleza com tutoriais de maquiagem na internet

A americana Marimar Quiroa nasceu com uma má-formação chamada de linfangioma. Por conta disso ela possui grandes cistos no rosto e pescoço que alteram sua aparência. No entanto, a rara condição da jovem de 21 anos residente da Califórnia não é maior do que ela. Tanto que ela se tornou conhecida e admirada justamente em uma atividade dominada por meninas perfeitas e padronizadas: Marimar cria vídeos-tutoriais de maquiagem e faz o maior sucesso.

marimar_grande

Em sua infância Marimar se submeteu a várias cirurgias para diminuir o tamanho dos tumores que eram ainda maiores e por toda sua vida utiliza tubos no pescoço para se alimentar e respirar. Marimar também não consegue se comunicar utilizando comunicação verbal, mas utilizando a linguagem dos sinais ela publica vídeos em seu canal no Youtube (são 170 mil assinantes) e dá dicas de beleza habilidosas.

Diante de tantos problemas que poderiam desmotivar qualquer pessoa, Marimar segue firme e forte.

“Quando eu era pequena, eu falava comigo mesma em frente ao espelho. Eu falava a mim mesma que eu era bonita. Eu encorajava a mim mesma e listava coisas positivas sobre mim. Foi assim que adquiri confiança através dos anos. Foi assim que eu passei a me aceitar como sou“, contou em entrevista a Barcroft TV.

“As pessoas dizem que eu sou bonita e que amam a minha maquiagem. Mas já encontrei pessoas negativas, tanto no YouTube quanto no meu cotidiano. (…) Quando vejo que estão me encarando, digo para que parem ou apenas as ignoro. Mas se elas estão olhando para mim, eu as encaro de volta. E me recuso a virar até elas pararem de fazer isso“, relatou.

Estudando pedagogia, Marimar pretende se formar para ajudar crianças com deficiência auditiva.

Fonte: Hypeness

Cadastre-se gratuitamente e seja um Afiliado Lado B Moda Inclusiva para ganhar uma grana extra!

afiliados-face-2-60

Reeducação intestinal do cadeirante

Por Dra. Dariene Rodrigues

A reeducação de seu intestino após a lesão medular é possível com planejamento e dedicação. Esvaziar o intestino de forma regular e evitar a impactação fecal e a constipação intestinal são os objetivos do programa, além de mantê-lo limpo.

Regras básicas para reeducação intestinal

1 – Seguir uma dieta balanceada com alimentos laxantes e ricos em fibras vegetais;

2 – Beber adequada quantidade de líquidos ao dia (de 2 a 2,5 litros/dia);

3 – Realizar exercícios físicos diariamente;

4 – Ter um horário preestabelecido para estimular a defecação, de preferência após uma refeição ou após beber líquidos quentes. Fazer isto, mesmo se tiver evacuado antes;

5 – Sentar no vaso sanitário sempre que possível, ou deitar do lado esquerdo para estimular a defecação;

6 – Realizar massagem abdominal no sentido horário (do lado direito para o esquerdo);

7 – Usar supositórios (se você tiver o intestino com esfíncter flácido);

8 – Realizar estímulo dígito anal ou extração das fezes;

9 – Observar a freqüência das eliminações e a consistência das fezes. Caso estejam infreqüentes, com intervalos superiores  à 3 dias, e/ou endurecidas, certifique-se de que todos os itens anteriores foram realizados. Só então use o laxante oral;

10 – O laxante escolhido deve ser o mais natural possível, usá-lo na dose recomendada e, assim que possível, tentar substituí-lo por alimentos ricos em fibras vegetais.

Estabeleça um horário regular, no qual você possa estimular o esvaziamento intestinal. Suas eliminações podem ser diárias, em dias alternados, ou a cada três dias. Evite usar grandes enemas  (lavagem intestinal). Eles diminuem o tônus normal da musculatura intestinal. Evite também, tomar rotineiramente laxantes orais de composição muito forte.

Material para o esvaziamento intestinal

-Luvas, minilax (caso tenha indicação) e óleo mineral (para lubrificação da luva).

Você é cadeirante e quer facilidades na hora de vestir, despir, praticar o cateterismo ou usar uripen + bolsa coletora?

Conheças as calças e bermudas adaptadas da Lado B Moda Inclusiva!

modelo-2

Mãe lança campanha maravilhosa por filho que foi recusado em campanha publicitária por ter necessidades especiais

Muitas campanhas já clamam por mais inclusão no mundo da moda e da publicidade, mas uma mãe está indo mais longe ao chamar a atenção das empresas para seu filho Asher, que tem síndrome de Down. A intenção é que o menino trabalhe como modelo infantil por mais representatividade na publicidade – e os resultados até o momento são promissores.

Meagan Nash enviou fotos do pequeno Asher para a agência de modelos especializada em crianças C2 Kids, nos Estados Unidos, tentando incluí-lo em alguma campanha publicitária. Ao questionar a agência sobre uma selação para a marca Carter’s, ela recebeu a resposta de que as fotos de Asher não haviam sido enviadas ao casting porque o cliente “não solicitou (crianças com) necessidades especiais“, segundo informações do Huffington Post.

Mas Meagan sabia que essa não era uma boa desculpa. Afinal, como a agência saberia que o cliente NÃO queria uma criança com deficiência, se eles nem sequer haviam visto as fotos de Asher? Ao questionar à agência, Meagan foi informada de que eles estavam de acordo com seu ponto de vista e começariam a incluir as fotos do menino nos próximos castings.

Desde então, a mãe tem feito o que pode para chamar a atenção da indústria e incluir seu filho em campanhas publicitárias. Em uma publicação na página Changing the Face of Beauty, ela compartilhou três fotos de Asher e sugeriu nomes de marcas infantis que poderiam se beneficiar do talento do menino.

Desde então, a história e as fotografias de Asher se tornaram virais e chamaram a atenção de empresas no país. Após o incidente, a Carter’s teria entrado em contato com Meagan e marcado uma reunião com ela para os próximos dias, com a intenção de conversar sobre a possibilidade de incluir Asher em uma de suas campanhas.

Talento a gente já sabe que ele tem de sobra.

Fonte: Hypeness

Seja um Afiliado Lado B Moda Inclusiva! Cadastre-se gratuitamente.

afiliados-face-2-60

8 Concurso de moda inclusiva premia looks funcionais e tecnológicos

O estilista Eduardo Inácio, de Campo Grande (MS), foi o grande vencedor do 8º Concurso Moda Inclusiva, evento promovido pela Secretaria do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que busca estimular a criação de soluções funcionais na moda para esse público. Instrutor Técnico do Vestuário da Fatec Senai (MS) e criador da Cru Customização, o estilista venceu o primeiro e o segundo lugar, com dois looks que favorecem a ergonomia e praticidade. Os dezoito finalistas da nova edição exibiram as suas criações em desfile no último sábado (15), no Parque da Água Branca.

O look vencedor, intitulado Solar Power, trouxe uma solução feminina focada na tecnologia. Uma jaqueta preta produzida com o denim premium Marina Black II, com efeito flamê e de toque macio, exibia ilhós para acomodar fones de ouvido e painéis solares que possibilitam carregar aparelhos portáteis. Além disso, a peça possui aberturas em zíper com argola nas laterais e capuz com a possibilidade de embutir na gola. O estilista criou também uma camiseta oversized, com abertura de botões de pressão nos ombros e calça com cinto interno e pences nos joelhos. Todas as peças traziam leitor QR CODE com áudio descrição das funcionalidades e etiqueta em braile.

Em segundo lugar, ficou o look masculino do estilista campo-grandense, batizado de Solar Energy. Seguindo a mesma proposta de conforto e modernidade, Inácio criou uma jaqueta funcional trabalhada em patchwork, que uniu recortes do brim Sharon, com brilho sutil e aspecto de couro, a retalhos de denims. “As peças foram trabalhadas com o conceito de upcycling, então usei jeans com aparência rústica, como se fosse reciclado”, explica. O denim Flick, super leve e com efeito de textura de pequenos quadriculados, foi a aposta para o forro da peça, tornando a criação ainda mais descolada.

É a segunda vez que Eduardo participa do Concurso Moda Inclusiva. Na edição de 2015, o estilista foi o terceiro colocado, com look inspirado nos cordéis retratados pela xilogravura, composto por blazer e macacão com aberturas laterais de zíperes que facilitam o vestir. “O primeiro concurso foi um divisor de águas na minha vida profissional, pois encontrei o público com que desejo trabalhar. Ganhar o primeiro e segundo lugar, nesta edição, mostra o reconhecimento de um trabalho que exige muita dedicação e ver que as peças realmente atendem às necessidades dos modelos é muito gratificante”, conta o estilista.

Eduardo recebeu metragens de tecidos Vicunha, uma forma de incentivo da empresa às criações apresentadas, e fará um mês de estágio remunerado na fabricante. “Eu possuo formação técnica em fiação com ênfase em beneficiamento têxtil. Por isso, um mês de experiência na Vicunha vai enriquecer muito o meu conhecimento. Acredito que será supreendente”, finaliza.

Fonte: Jornal do Dia

Lado B Moda Inclusiva: Pioneira no Brasil em Peças Inclusivas e Apoiadora do Concurso de Moda Inclusiva de São Paulo.

afiliados-face-2-60

Homem tetraplégico sente toque em mão robótica após implante cerebral

Um homem tetraplégico nos Estados Unidos conseguiu sentir o toque em uma mão robótica através de eletrodos implantados no seu cérebro.

Nathan Copeland, de 27 anos, sofreu um acidente de carro há cerca de dez anos. O impacto afetou sua espinha dorsal, deixando-o paralisado do peito para baixo. Apesar de conseguir levantar seus pulsos, Copeland perdeu a maior parte da sensação do tato.

Mas agora, cientistas do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh anunciaram que obtiveram sucesso ao implantar quatro chips no cérebro de Copeland, dando a habilidade de controlar um braço robótico com sua mente e sentir quando alguém tocasse os dedos da prótese.

Segundo os pesquisadores, trata-se da primeira vez que um implante neural permitiu que uma pessoa pudesse ter a sensação do toque através de uma prótese ao estimular diretamente seu cérebro.

Em vídeo publicado pela universidade, Copeland descreve a sensação. “Eu senti como se tivesse meus dedos tocados ou empurrados”.

A pesquisa foi publicada no jornal Science Translational Medicine. Os cientistas implantaram dois chips na região cerebral responsável por controlar os movimentos, o chamado córtex motor. Isso permitiu a Copeland controlar o braço robótico simplesmente ao pensar sobre isso. Vale ressaltar que o braço robótico não é incorporado ao seu corpo e sim a uma área externa localizada no laboratório.

Outros dois chips adicionais foram implantados na parte do cérebro responsável pela sensação, o chamado córtex sensorial.

Os eletrodos, então, são ligados a um computador externo por meio de cabos conectados a uma espécie de “tomada” instalada no crânio de Copeland. O computador foi conectado, por sua vez, a sensores no braço robótico. Quando alguém toca alguns dos dedos robóticos, os sensores retransmitem a informação ao computador, que depois dizem aos eletrodos para ativarem o córtex sensorial.

A pesquisa anuncia um grande passo para a recuperação de movimentos em pessoas com deficiência motora no futuro. No entanto, ainda levará tempo para que pacientes possam usufruir dela no dia a dia. Da mesma forma que exoesqueletos que não recorrem a sistemas tão invasivos, os cientistas de Pittsburgh precisam desenvolver uma forma de tornar a tecnologia acessível para uso além do laboratório. Por enquanto, a prótese robótica exige uma quantidade enorme de cabos e o sistema exige computadores robustos.

Os resultados da recente pesquisa somam-se a outros bem-sucedidos na área, como a pesquisa do projeto Andar de Novo, comandada pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.

O artigo científico reflete os resultados dos primeiros doze meses da pesquisa clínica do Andar de Novo. A conclusão é que após uma espécie de treinamento “cerebral”, com uso de um exoesqueleto artificial, conectado a um sistema não invasivo que liga o cérebro humano a um computador e ainda sessões de realidade virtual, os pacientes conseguiram recuperação neurológica parcial, ou seja, retomaram parcialmente a habilidade motora, a sensação tátil, além de funções viscerais.

Fonte: IDGNOW

Clique e saiba como trabalhar de casa, sendo um AFILIADO LADO B!

afiliados-face-50

Seja nosso Afiliado Lado B Moda Inclusiva

A moda inclusiva é um novo modelo de negócio, com um grande potencial de consumo interno e externo, sendo um assunto de muita importância para as pessoas com deficiência.

Só no Brasil, são 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população, segundo dados do Censo do IBGE de 2010.

Pensando nisso, a Lado B Moda Inclusiva lança o seu Programa de Afiliado.

Quem pode ser nossos afiliados?

– Se você se identifica com o mundo da moda inclusiva, não quer criar um produto, mas quer representar produtos de qualidade e ganhar uma renda extra, você poderá ser um Afiliado Lado B Moda Inclusiva;

– Se você apresenta algum tipo de deficiência e quer uma oportunidade de se tornar um empreendedor social, inserindo-se no mercado de trabalho, superando suas limitações e atuando como protagonista, além de mudar não só as suas perspectivas, mas também seu entorno;

– Se você é um médico, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psicólogo, enfermeira ou de outras áreas de saúde e reabilitação, encontrará no Programa de Afiliado Lado B Moda Inclusiva a oportunidade de fazer um upgrade em sua carreira ao aliar à sua formação e seus conhecimentos, um negócio empreendedor, na indicação de produtos para seus clientes;

Você será treinado para operar o Programa de Afiliado Lado B Moda Inclusiva, na área específica de pessoas com deficiência e idosos, saúde e bem estar, comercial, marketing, operacional e de internet.

Vantagens de ser um Afiliado

– Negócio de tendência mundial;

– Baixo investimento;

– Operação Home Based;

– Ótimos ganhos;

– Operação padronizada em todo o País.

Diferenciais da marca

– Marca com projeção nacional e pioneira no seguimento;

– Premiada no 5° Concurso de Moda Inclusiva – Edição Internacional;

– Responsável pelo desenvolvimento das etiquetas braile;

– Responsável pelo lançamento dos primeiros manequins adaptados do Brasil;

– Busca constante de novas tecnologias têxteis para desenvolvimento de suas peças;

– Produto que segue em processo de patente junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).

Como funciona?

O seu site ou blog pode render dinheiro de uma forma diferente e você nem precisa ser um expert em web para saber como fazer! A cada venda realizada por meio do seu site, você ganha uma comissão.

Veja como é fácil se tornar um Afiliado Lado B Moda Inclusiva

afiliados-face-2-60

Investimento

– Basta se cadastrar, gratuitamente.

Cadastre-se agora mesmo!

Acesse: http://ladobmodainclusiva.com.br/como_funciona

Mais informações:

Chat Online: www.ladobmodainclusiva.com.br

chatonline

Quais os benefícios da posição ortostática para os cadeirantes?

Por Dra. Dariene Rodrigues

A posição ortostática é a mudança da posição deitada ou sentada para a posição em pé (vertical).

O trabalho do ortostatismo corresponde ao trabalho de, gradativamente, levar uma pessoa a ficar na posição vertical, ou seja, em pé. A elevação deve ser gradativa, para que o corpo de uma pessoa se adapte a esta nova posição, pois, dependendo da posição, seja deitada, sentada ou em pé, o funcionamento do corpo se comportará de maneiras diferentes, influenciando, os batimentos cardíacos, respiração, calibre dos vasos sanguíneos, fluxo sanguíneo e etc. Se uma pessoa for colocada na posição em pé sem uma prévia adaptação, sua pressão arterial poderá cai e provocar tonturas e/ou náuseas, talvez, chegando até a um desmaio. Caso isto aconteça, esta pessoa deverá ser colocada novamente na posição horizontal, a fim de restabelecer o fluxo sanguíneo e a pressão arterial.

A posição ortostática para o cadeirante traz benefícios que envolvem tanto a parte psicológica como a física. Na primeira, há uma melhora significativa na auto-estima, por uma pessoa passar a maior parte do tempo deitada ou sentada, quando em pé, o seu ângulo de visão mudará, passando a olhar as pessoas na mesma posição ou de cima para baixo, o que também mudará a sua forma de enxergar o mundo a sua volta.

Na parte física, trará benefícios tais como:

-melhora das capacidades cardio-respiratória;

-Melhora do sistema urinário (bexiga);

-Melhora do sistema vesical (intestino);

-Melhora do tônus muscular;

-Poderá diminuir a espasticidade;

-prevenção de úlceras de pressão

-prevenção da osteoporose;

-prevenção de deformidades e contraturas.

Cadeira Stand Up (Manual ou Motoriza) para ficar em pé
cadeira

Cadeira de rodas manual Stand Up permite ficar em pé

A cadeira de rodas manual Stand up permite ao usuário com estatura acima de 1,50m ficar na posição ortostática (em pé), facilitando a acessibilidade nas atividades cotidianas, também qualificando as funções circulatórias, digestivas, respiratórias e prevenção da osteoporose por proporcionar descarga de peso nos membros inferiores. Possui em seu projeto biomecânico dimensões estruturais de assento, encosto e apoios de pés que garantem a estabilidade, ergonomia, conforto e principalmente segurança ao usuário.

Características

-Chassis em aço carbono tubular monobloco

-Estrutura de fechamento em L

-Impulsionada manualmente

-Sistema de elevação através de atuador elétrico, permitindo a verticalização do usuário

-Drive elétrico 15 A com comando remoto a cabo e indicador de carga

-Um atuador linear 150W PM

-Duas baterias 12 V 17 A

-Carregador bi-volts 24 V 2 A

-Articulações, conexões e placas de fixação em nylon

-Regulagem de caster e tilt

-Rodas traseiras de 24’’, infláveis, aro em alumínio raiado e calotas em ABS

-Rodas dianteiras de 6’’, maciços, aro em nylon

-Eixos com rolamentos blindados nas quatro rodas

-Pedaleira em alumínio

-Apoios de pés articuláveis de 90 a 180, rebatíveis e destacáveis

-Apoio de braços acolchoados, escamoteáveis, facilitando o acesso do usuário

-Assento e encosto em tecido dacron acolchoado, impermeável e lavável

-Almofadas do assento retiráveis e encosto fixo

-Encosto reclinável de 90 a 170 graus

-Larqura do assento de 41 a 45 cm

-Altura do encosto de 40, 45 ou 50 cm

-Profundidade do assento de 50 cm

-Altura do apoio de braços 17, 19 ou 21 cm

-Apoio de panturrilha em tira de polipropileno

-Freio de estacionamento mecânico acionado por alavancas, com manopla em borracha termoplástica

-Peso total de 28 Kg

-Capacidade de carga de até 130 Kg

-Pintura eletrostática

-Disponível em várias cores: amarelo, grafite, prata, preto, verde, vinho, violeta, vermelho e azul

Indicações

A cadeira de rodas manual Stand up tem indicação a usuários com comprometimento de sua mobilidade, no desempenho funcional ou com dificuldades de realizar transferências, bem como nas patologias temporárias (traumas ortopédicos, pós-cirúrgicos, entre outras), quanto nas patologias progressivas (distrofia muscular, esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica, Alzheimer, Parkinson, osteogênese imperfeita, amiotrofias espinhal, osteoporose) ou não progressivas (paralisia cerebral, lesão encefálica, acidente vascular encefálico (derrrame), lesão medular, paraplegia, tetraplegias); melhora das capacidades vitais como a função cardio-respiratória, infecções do trato urinário, problemas gastro-intestinal, prevenção da osteoporose por favorecer e manter a descarga de peso, além da prevenção e intervenção nas contraturas, ulceras de pressão, vascularização, tônus, e deformidades ortopédicas, e permite ainda ficar na mesma posição que o seu interlocutor, apresentando considerável melhora da auto estima.

O deslocamento da cadeira pode ser realizado pelo próprio usuário ou por seu cuidador.

*Produto cadastrado na Anvisa, sob registro Nº 80013849003

Confira o vídeo!

Clique e confira mais informações sobre o produto.

 

chatonline-2

Dúvidas? Acesse os nossos canais:

E-mail: contato@ladobmodainclusiva.com.br

Chat Online: www.ladobmodainclusiva.com.br

WhatsApp: 15 9 8142-8580