Menina de 11 meses que teve braços e pernas amputados ganha maravilhosa boneca pra melhorar sua autoestima

Harmonie-Rose Ivy Allen é o nome desta adorável menina que, quando tinha apenas 11 meses de idade, foi diagnosticada com meningite B, o que a obrigou a uma pesada prova de superação: amputar braços e pernas.

Quando situações como esta se atravessem na vida de uma pessoa, não é apenas a dor ou dificuldade física que é precisa ultrapassar. A batalha emocional é tão grande ou maior, e é por isso que é tão emocionante ver o quanto pequenos gestos podem transformar a forma como as crianças encaram seus problemas.

A pequena Harmonie, de Bath, no Reino Unido, acaba de ganhar uma boneca igualmente amputada, que se parece com ela ao ponto de imediatamente ter virado sua melhor amiga <3

“Mamãe, ela é como eu” foram as primeiras palavras de Harmonie ao ver a boneca criado pela A Step Ahead Prosthetics, uma empresa americana especializada em criar brinquedos amputados. O trabalho deles, aliás, merece um aplauso, já que convidam pais a enviar bonecos comuns para que a empresa os transforme e os deixe de acordo com as características físicas de seus filhos, de forma a melhorar a autoestima dos pequenos. E o melhor? Eles não cobram nada.

“Eu tenho certeza que ela [a boneca] vai ser a melhor amiga da Harmonie para sempre”, escreveu a mãe na fanpage dedicada a ajudar a pequena, Hope for Harmonie (“Esperança para Harmonie”, em português).

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Fonte: Hypeness

7 Cores para escolher a que mais combina com você!

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Ela passou um ano reaprendendo a andar para poder dançar no dia de seu casamento

Jaquie Goncher, uma fotógrafa norte-americana de 25 anos, sofreu sérias lesões na coluna vertebral após um pulo malsucedido na piscina, durante uma festa na casa de um amigo. O acidente, que aconteceu em 2008, deixou a jovem paralisada do pescoço para baixo e, ainda no hospital, os médicos a informaram de que não havia chances dela voltar a andar.

Mas Jaquie não se conformou com o diagnóstico, e resolveu lutar contra o impossível. Foram muitos anos de fisioterapia e academia, o que a fez avançar muito, mas ela ainda dependia da cadeira de rodas.

Até que Andy, na época ainda seu namorado, resolveu pedi-la em casamento. Por incrível que pareça, esse foi o maior incentivo para Jaquie. Afinal, que noiva não sonha em caminhar até o altar ou dançar a primeira música com seu noivo?

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“Eu sabia que conseguiria caminhar até o altar com ajuda, mas o que eu realmente queria ser capaz era de dançar no casamento sem a cadeira de rodas“, contou a fotógrafa.

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E ela realmente conseguiu! Em maio deste ano, Andy e Jaquie finalmente se casaram, numa cerimônia linda e comovente. Jaquie não só caminhou até o altar, como ficou de pé durante a cerimônia, e ainda dançou com o noivo e mais algumas pessoas. Foi a primeira vez que ela e Andy dançaram, fato definido pelos noivos como emocionante e inesquecível <3

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Fonte: Hypeness

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Transfer Lado B

Equipamento de transferência para pessoas com mobilidade reduzida.

A Lado B Moda Inclusiva passa a comercializar dentro da sua Linha de Acessibilidade, o Transfer Lado B, visando proporcionar facilidades na hora das transferências (sentado/em pé) para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, principalmente usuários de cadeira de rodas e/ou de banho.

O Transfer Lado B impede que o familiar ou cuidador seja o suporte de peso do indivíduo. As transferências da cadeira de rodas para outras superfícies são necessárias muitas vezes ao dia, o que pode colocar os cuidadores em situações de dores e lesões, principalmente da coluna vertebral, além de certo desconforto para o indivíduo.

A transferência da pessoa nesse dispositivo envolve a colocação dos pés na base quadrada do equipamento, além de contar com o auxílio de uma cinta de segurança, que acompanha o equipamento, passando a envolver o indivíduo.

O Transfer Lado B deve ser usado para o momento da retirada da cama para a cadeira, para o banho e para eventual momento de locomoção para outro ambiente. Não deve ser usado para facilitar o movimento do indivíduo, a menos que ele seja impossibilitado.

Confira o vídeo!

Mais informações: http://bit.ly/2aJdY60

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Conheça os selecionados do Concurso Moda Inclusiva 2016

Foram selecionados os 20 looks que participarão do desfile Moda Inclusiva 2016, no final deste ano. Ação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, o desfile é resultado do Concurso Moda Inclusiva, que visa trazer à tona a discussão sobre a inclusão da pessoa com deficiência por meio do vestuário.

O concurso, que está em seu oitavo ano consecutivo, tem o objetivo de promover um importante debate sobre moda diferenciada, e incentivar o surgimento de novas soluções de vestuário para as pessoas com deficiência.

As inscrições foram feitas até o mês de junho e os 18 selecionados, com 20 melhores trabalhos, serão apoiados com tecido da Vicunha Têxtil para a confecção das roupas e participarão do desfile final em um grande evento no final do ano, na capital paulista. As três melhores colocações serão premiadas.

O concurso visa contribuir para uma sociedade mais inclusiva, com trajes adequados para as pessoas com deficiência e a construção de uma sociedade para todos que prioriza a eliminação de barreiras arquitetônicas, ambientais e estéticas. Faz com que jovens estilistas lancem um novo olhar e soluções que facilitem o cotidiano, e permite que elas sejam as protagonistas da passarela e ganhem as ruas com elegância e estilo. Além de ajuda-las na autoestima e na autonomia, permitindo que encontrem trajes acessíveis.

Enviaram trabalhos para a edição desse ano cerca de 250 estudantes de cursos técnicos, universitários, alunos de cursos livres e profissionais da área. O concurso também é voltado para o público internacional, ao todo oito países, além do Brasil, enviaram trabalhos para o Concurso: Argentina, Chile, Paraguai, Canadá, França, Índia, Irã e Japão.

O Brasil tem, hoje, cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Somente no Estado de São Paulo, esse contingente ultrapassa 9 milhões. Há um grande mercado de produtos e serviços para atender as demandas específicas desse segmento.

Parabéns a todos que enviaram os trabalhos; abaixo, lista dos 20 selecionados.

Ali Entezari – Com um Look
Ana Paula Mendes Oliveira – Com um Look
Andréia Cristina Zibordi – Com um Look
Deise Campos da Cruz – Com um Look
Eduardo Inacio Alves – Com dois Looks
Hiina Endo – Com dois Looks
Janaina Alves Klein – Com um Look
Larissa Cunha Lucas Pereira – Com um Look
Mirelly Pinheiro Chagas – Com um Look
Natsue Ayelén Kiyama – Com um Look
Priscila Aparecida Cipriani Pereira – Com um Look
Robertha Pereira Navajas – Com um Look
Rodolfo Arlen da Cruz – Com um Look
Rodrigo Santos Borges – Com um Look
Roselaine da Silva Lopes – Com um Look
Tamiris Batista de Oliveira – Com um Look
Thais Cavalcanti de Albuquerque Ferreira – Com um Look
Thaynara Maquilane Faustina Correa de Almeida – Com um Look

Você já sabe o que vai dar de presente no Dia dos Pais? Conheça os COMBOS da Lado B Moda Inclusiva! Dúvidas? WhatsApp: 15 9 8142-8580

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O uso do andador na paralisia cerebral

A marcha é um conjunto de eventos que ocorrem nos membros inferiores da criança e que permitem a sua locomoção.

Para que a locomoção ocorra de forma eficaz, é preciso que a musculatura funcione adequadamente, as articulações estejam com sua amplitude de movimento livre e sem restrições e que os alinhamentos ósseos estejam corretos.

Qualquer encurtamento muscular, com ou sem limitação na mobilidade articular ou, até mesmo mal alinhamento angular ou rotacional nos ossos dos membros inferiores da criança, poderão produzir uma marcha ineficaz.

Os padrões de marcha anômalos frequentemente encontrados na paralisia cerebral são:

– Marcha na ponta dos pés ou marcha em equino, onde as crianças, ao caminharem, apoiam apenas a ponta dos pés no solo.

– Marcha com os joelhos fletidos, ou seja, aquela em que a criança não consegue a extensão completa dos joelhos para manter-se em postura ereta. Esse tipo de marcha é também conhecido como marcha da “criança desabada”.

– Marcha em tesoura, ou seja, aquela em que, ao tentar dar o passo, uma perna cruza sobre a outra.

– Marcha com os joelhos rígidos, ou seja, aquela em que a criança não consegue fletir os joelhos para dar o passo.

O tratamento ortopédico consiste na avaliação física específica para diagnosticar os problemas na locomoção e promover a correção de todos os componentes anômalos nos membros inferiores da criança, melhorando assim, seu desempenho motor e dando mais autonomia para a locomoção em casa, na escola e na comunidade.

Tanto as contraturas musculares, bem como e as deformidades esqueléticas (ósseas), precisam ser corrigidas e, para isso, contamos com as cirurgias em múltiplos níveis.

São cirurgias que envolvem alongamentos tendinosos múltiplos com ou sem transferências tendinosas e as correções ósseas sedo realizadas no mesmo momento, com as osteotomias.

O pós-operatório necessita de equipe de fisioterapeutas pediátricos para a reabilitação articular e treino da marcha de forma intensiva.

O andador é um grande recurso terapêutico e auxilia demais o processo de reabilitação.

Pode ser utilizado em crianças que estão treinando a marcha e também nas crianças que não tem prognóstico de marcha independente.

Primeiramente é preciso ver qual modelo é mais adequado para cada caso e depois, é necessário fazer um treinamento para a criança “entender/perceber” que pode se locomover com o andador.

Alguns benefícios do uso do andador para o treino de marcha:

  • Melhora da circulação sanguínea;
  • Melhora do funcionamento intestinal;
  • Estimulação óssea para ajudar no crescimento;
  • Melhora da autoestima;
  • Locomoção independente;
  • Estimulação do campo visual;
  • Evolução motora global

IMPORTANTE:  É necessário ter acompanhamento de um fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional para que seja indicado e utilizado da melhor maneira possível.

Você já conhece a Linha Ortopédica Infantil COLORIDA?

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Alterada regra para compra de veículo isento de IPI por pessoa com deficiência

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou proposta que permite à pessoa com deficiência adquirir novo veículo com isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em prazo menor de dois anos nos casos de acidente com destruição completa, furto ou roubo do veículo.

A proposta altera a Lei 8.989/1995, que hoje diz apenas que a pessoa com deficiência poderá adquirir um veículo com isenção de IPI a cada dois anos.

O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Carmen Zanotto (PPS-SC) ao Projeto de Lei (PL) 3399/2015, do deputado Alex Manente (PPS-SP). O projeto original fixa o valor máximo de R$ 90 mil para o veículo adquirido por pessoa com deficiência com isenção do IPI, mas a relatora retirou esta medida do texto.

A lei atual não define o teto do valor do automóvel que pode receber a isenção, e a deputada acredita que a lei deve ser mantida desta forma.

Atualmente, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) prevê valor máximo de R$ 70 mil para o veículo adquirido por pessoa com deficiência com isenção de ICMS.

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Aproveite os nossos 6 COMBOS para o Dia dos Pais! 

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