Governador entrega equipamentos para 62 bibliotecas municipais atenderem pessoas com deficiência

O governador Geraldo Alckmin disponibilizou, para 62 bibliotecas municipais, equipamentos de tecnologia assistiva para que pessoas com deficiência visual tenham acesso à leitura. A expectativa é que os equipamentos sejam entregues em 90 dias.

“É um grande passo para garantir o direito de inclusão às pessoas com deficiência visual. As bibliotecas receberão computadores, impressoras especiais e os mais modernos equipamentos, capazes de fazer a leitura de qualquer livro para que os cidadãos possam escutá-lo”, disse o governador Geraldo Alckmin.

As bibliotecas, de 55 municípios, que serão beneficiadas participaram do Concurso Acessibilidade em Bibliotecas, cujos interessados elaboraram um projeto para ampliação da frequência de usuários com deficiência na unidade. Os projetos foram selecionados por uma comissão julgadora.

De acordo com o projeto enviado, as bibliotecas irão receber o Kit Tipo 1 (computador, ampliador automático, scanner leitor de mesa, teclado ampliado, mouse estacionário, software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela NVDA e computador) ou o Kit Tipo 2 (que conta ainda com display e impressora em braile).

As bibliotecas beneficiadas deverão efetuar pesquisa de satisfação junto aos usuários dos equipamentos, apresentar relatório semestral sobre o número de usuários e as ações desenvolvidas com base nos equipamentos disponibilizados.

Além de assegurar, ao longo do tempo, a assistência e manutenção após a entrega dos equipamentos, as bibliotecas precisarão indicar dois servidores para participar de um workshop de capacitação para a utilização dos equipamentos, ministrado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Fonte: Diário de Taubaté

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Experimento mostra como o valor de uma criança muda com sua aparência

O que vale mais: uma criança perdida dos pais ou uma criança que mora nas ruas? Essa pergunta pode parecer fria demais e em certa medida cruel, quando paramos para pensar em pessoas como “o que” e medimos seu valor como se fossem coisas. Infelizmente, é exatamente assim que a maior parte da sociedade vê seu semelhante caso ele não seja tão semelhante assim.

A UNICEF aborda o tema e prova isso com seu novo experimento social, lançado na última terça-feira com um vídeo que está sensibilizando o público nas redes sociais. No filme, a mesma criança é posta em duas situações diferentes. Primeiro, a pequena atriz Anano, de 6 anos, se passa por uma garota que está aparentemente perdida dos pais. Bem arrumada, a menina não se parece em nada com uma moradora de rua e vê muitas pessoas pararem para tentar ajudá-la a encontrar seus pais ou retornar para casa. Logo em seguida, Anano é caracterizada como uma criança em situação de rua, como tantas que vemos nas grandes cidades e o resultado é infelizmente o esperado: ela é ignorada.

As cenas se passam na rua e em um restaurante e a situação se repete nos dois ambientes. No vídeo, a UNICEF afirma ter interrompido a gravação, pois “Anano ficou aborrecida e triste”. O relato da menina sobre a experiência mostra como o tratamento das pessoas é condicionado pela aparência.

O filme faz parte de uma campanha global da organização que pretende mobilizar as pessoas a repensarem suas próprias atitudes para tentar construir um mundo melhor.

Confira O VÍDEO!

Fonte: Adnews

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‘A minha beleza!’: Dove acerta de novo com comercial poderoso que combate estereótipos femininos

Depois de ser uma das marcas pioneiras em investir em propagandas que ressaltassem a diversidade dos corpos femininos, com uma campanha pela beleza real, a Dove volta a tocar no assunto em seu novo comercial, intitulado Beauty on your own terms (algo como “Beleza do seu jeito”). O vídeo foi divulgado nesta terça-feira, através do YouTube, e já conta com mais de 500 mil visualizações na rede social. 

Em algum momento, tornou-se a norma julgar as mulheres com base na sua aparência e usar sua beleza contra elas“, diz a descrição do vídeo, que pretende quebrar com os estereótipos relacionados à beleza feminina. Para isso, traz a história de diversas mulheres que romperam com padrões para se firmar no mundo, mostrando que somos nós quem definimos a nossa própria beleza.

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O vídeo é inspirador. Espia só!

Fonte: Hypeness

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Fotógrafa constrói álbum sensorial para deficientes visuais no RS

A fotógrafa Márcia Beal, de Porto Alegre, está acostumada a fazer ensaios de casais, bebês, famílias. Mas dois de seus clientes surpreenderam a gaúcha em mais de 11 anos de carreira. Um casal deficiente visual quis ser fotografado junto com seu bebê pelas lentes de Márcia para sentir, literalmente, a emoção dos registros e recebeu uma grande surpresa.

Jorge Vieira, o pai do bebê, nasceu sem visão. A mãe, Carlise Vieira, perdeu a visão há 16 anos em consequência de uma doença na retina. Quando chegaram ao estúdio, Márcia conta que não foi informada de que eles não enxergavam.

“Eu não tinha essa informação.Foi surpresa mesmo! Eu tive que conter a minha emoção conforme o ensaio foi acontecendo, principalmente quando eu tirei a foto do bebê com os pais”, lembra Márcia.

Comovida com a situação, Márcia sentiu que deveria entregar algo maior que um álbum aos pais de Natália. Com a ajuda de um artista plástico e um designer construiu um álbum que tentasse traduzir imagens em sensações.

“Pesquisei vários tipos de materiais que pudessem ser usados pra transformar a fotografia, que é plana, em algo que se pudesse tocar, que o deficiente visual pudesse sentir”, conta.

Após nove meses de testes, o trio de profissionais chegou a um resultado extraordinário: um álbum com texturas, textos em braile e até cheirinho de bebê.

“Esse modelo do álbum foi desenhado assim, pra gente colocar a impressão 3D, pra eles sentirem a foto, uma mostra do que foi usado na bebê, da mantinha que eu usei nela. O texto diz que Natália está deitada no cestinho com um fundo bege, coberta com uma manta cor de rosa, abraçada num ursinho de lã, com uma florzinha no cabelo”, descreve a fotógrafa.

Carlise é quem sempre escolhe as roupas da filha. E no dia em que o álbum especial ficou pronto não foi diferente. Ela sente cada coisinha que guarda na gaveta e já sabe o que vai vestir em sua filha para receber o presente. “Na cômoda eu guardo na primeira gaveta um pouco de tudo. Ali tem enfeites de cabelo, tem sapatinhos dela”, revela Carlise.

Ela sente as botinhas de Natália e sabe as cores do tecido. “Esse sapatinho é cor de rosa. Essa bota é uma bota marrom que ela ganhou da vovó dela. E essa aqui é uma sandalinha”, supreende Carlise.

Ao receberem o álbum das mãos de Márcia, Jorge e Carlise não conteram a emoção.

“Que interessante! Porque é a primeira vez que a gente vê isso e, com certeza, muitos deficientes visuais gostariam de estar no nosso lugar”, celebra a mãe de Natália folhando o álbum sensorial.

Márcia, nitidamente emocionada, conta como construiu o a surpresa a Jorge e Carlise. “Separei os cenários que a gente escolheu aquele dia. Todas as páginas têm o molde em 3D da foto e a textura e a descrição em braile. Essa é a nossa foto preferida, que são vocês três.”

E, assim, com essa surpresa, a família de Natália, Márcia e seus amigos levaram uma grande lição para a vida: há outras formas de enxergar as coisas, e não obrigatoriamente é preciso usar os olhos.

Fonte: G1

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Paralimpíada deixa Rio mais acessível para pessoa com deficiência

A realização de uma Olimpíada trouxe para o Rio não só a possibilidade de preparar o maior evento esportivo do mundo. Trouxe a reboque três palavras que entraram na moda – legado, mobilidade e acessibilidade – que já fazem parte do vocabulário carioca. Junto com elas vieram ações que podem significar também a oportunidade de mudar a cara da cidade e torná-la mais inclusiva, não só para atletas e turistas, mas principalmente para a sua própria população.

Para receber milhares de atletas, paratletas e torcedores, a cidade está passando por uma série de obras e transformações, que ficarão como legado para a cidade. Algumas já levando em consideração o que os urbanistas chamam de desenho universal. Ou seja, que permitam a utilização por todo tipo de pessoa, seja ela idosa, criança ou com alguma deficiência física ou motora, como observa a arquiteta Vanessa Goulart, diretora executiva do Centro de Vida Independente (CVI), uma ONG que cuida de projetos para pessoas com deficiência.

“Desde a década de 90, com o projeto Rio Cidade, o Rio não tinha uma intervenção urbanística tão grande. São obras espalhadas por todos os cantos, e a Olimpíada trouxe essa oportunidade de fazer investimentos que garantam maior acesso, como padronização e conservação de calçadas, criação de rampas e instalação de piso tátil. Alguma coisa foi feita, principalmente na área dos jogos, mas ainda há muito mais o que fazer, no que se refere à acessibilidade em hotéis, transportes, museus, restaurantes”, observou a arquiteta.

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A prefeitura informa que, graças ao programa Bairro Maravilha, para a Olimpíada foram criadas novas calçadas com piso tátil em 59 bairros cariocas, sendo 20% das ruas em localidades da Zona Norte, 10% na Zona Oeste e o restante na Zona Sul e nos entornos dos equipamentos esportivos, como nas ruas do Engenho de Dentro, na Zona Norte, nas imediações do estádio Engenhão. E até o início dos jogos estarão funcionando dez Rotas Acessíveis, que levam a pontos turísticos como Jardim Botânico, Vista Chinesa, Pão-de-Açúcar, Cinelândia, Corcovado.

Vanessa diz que a cidade está mais preparada, mas ainda falta muito para ser totalmente inclusiva. Ela destaca que nem todos as calçadas têm piso tátil para a orientação de cegos, principalmente com relação a obstáculos nas calçadas, como árvores, bancas de jornais, orelhões. E ainda falta padronização no piso tátil, como determinar que bolinhas signifiquem obstáculos e traços, o caminho a ser seguido. Sem falar no piso de pedras portuguesas, que pela irregularidade, confundindo a “leitura” do piso pelos cegos.

A arquiteta lembra ainda que no Rio não existem sinais luminosos sonoros para a travessia de cegos. E que anos atrás até tentaram implantar um projeto-piloto em frente ao Instituto Benjamin Constant, na Urca, na Zona Sul. Mas o sinal sonoro experimental quase provocou uma tragédia.

“Os motoristas não respeitavam o sinal e os cegos quase eram atropelados. Os próprios cegos tinham dificuldade de identificar o som do sinal sonoro por causa do barulho do trânsito. Aí, o projeto não foi adiante”, contou Vanessa.

Quando se fala em acessibilidade, a primeira palavra que vem à mente é mobilidade. Ou melhor, transporte. E é justamente neste quesito que o Rio mais deixa a desejar, segundo as pessoas com deficiência. A prefeitura diz que investiu basicamente em transporte de alta capacidade, como ônibus articulados do BRT e VLT. Mas mesmo assim, ainda há o que adaptar, como destaca a treinadora de ginástica e cadeirante Georgette Vidor.

“O BRT e o VLT alcançam muitos dos objetivos para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Eles são transportes mais acessíveis para pessoas com deficiência, com validadores de bilhete mais baixos, rampas de acesso, portas mais largas e espaço para cadeiras de rodas. Mas ainda precisam melhorar, por exemplo, para cegos. Não há informações sobre o trajeto em braile nas paradas”, observa Georgette, que já foi secretária municipal da Pessoa com Deficiência.

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E os ônibus, segundo a presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Comdef-Rio), Ana Cláudia Monteiro, ainda são o maior obstáculo para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Num fórum realizado em março deste ano, foi discutida a necessidade de mudar a frota que atende a cidade. Os elevadores para cadeirantes – que raramente funcionam – só atendem a cadeirantes. Eles não servem para quem sofre de nanismo, usa muletas, ou mesmo para idosos.

“O ideal são os ônibus de piso baixo, com rampas, que dão mais autonomia e segurança. Um anão ou um obeso, por exemplo, não consegue subir degraus tão altos. O interior dos veículos também deveria ser padronizado, com validadores de bilhete mais baixos. A prefeitura também deveria investir num aplicativo para celular mais acessível que informasse o itinerário das linhas de ônibus. Afinal, muita gente precisa pegar um ônibus para chegar ao BRT e ao VLT”, ponderou Ana Cláudia.

Nos transportes de alto rendimento, como os trens, os passageiros também não têm acesso fácil. Das 102 estações, as seis – São Cristóvão, Engenho de Dentro, Deodoro, Vila Militar, Magalhães Bastos e Ricardo de Albuquerque – que levam a alguma arena olímpica foram completamente reformadas e adaptadas com elevadores, piso tátil e modernos painéis de informação. Outras estações, como Saracuruna e Madureira, passaram por obras de modernização e para facilitar a acessibilidade. O projeto de remodelação das estações, de acordo com a SuperVia prossegue até 2020.

Já nas 36 estações de metrô das duas linhas que servem à cidade, contam com itens de acessibilidade inclusive nos acessos, como rampas, elevadores, plataformas, piso tátil, mapas em braile. Grande preocupação da treinadora Georgette Vidor, o Aeroporto Internacional Tom Jobim, principal entrada do Rio durante os jogos, passou recentemente pela terceira simulação para embarque e desembarque de pessoas com deficiência. Participaram do teste 23 voluntários cadeirantes e cegos, que testaram os serviços, do check-in ao embarque no avião. O serviço foi aprovado pelos voluntários.

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A arquiteta Vanessa Goulart lembra que acessibilidade não se restringe somente a transportes. E se diz preocupadas com o acesso de pessoas com deficiência em hotéis, bares, restaurantes, bancos e museus.

“Museus mais recentes como o do Amanhã e o MAR contam com banheiros adaptados, rampas, elevadores e áudio-guias. Mas sabemos que prédios mais antigos, como o do Museu de Belas Artes, que não foram construídos muito antes de surgir o conceito do design universal, não são tão acessíveis”, disse a arquiteta.

Para quem busca informações sobre os pontos turísticos o site Turismo Acessível, do governo federal, em português, inglês, espanhol e em libras, lista 101 museus e atrações históricas, no Rio. Pelo site é possível saber quais os serviços disponíveis para cada tipo de deficiência. Tem também indicações de esporte e lazer, hospedagem, compras, parques e serviços.

“Não existe cidade nenhuma no mundo totalmente acessível. Mas sabemos que o Rio, por exemplo, é mais viável para um cadeirante, por exemplo, que Nova York. Nem mesmo as cidades europeias, de países desenvolvidos têm acessibilidade plena. O que importa, é que a Paralimpíada trouxe uma nova mentalidade e a oportunidade de começar a mudar os centros urbanos. Isso vai ficar como legado para toda a cidade”, disse Vanessa.

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Fonte: G1

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Especialistas promovem curso de automaquiagem para cegas

Olhar no espelho e ter certeza de estar passando a maquiagem do jeito correto é um dos passos básicos para a maioria das mulheres que se produzem. No caso das pessoas com deficiência visual, o ritual muda. É preciso tocar o próprio rosto e sentir onde sobrancelha, lábios, olhos começam e terminam para passar sombra, blush e batom. Para ajudar mulheres cegas a se sentirem mais independentes e bonitas, a rede de salões de beleza Jaques Janine e a Laramara (Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual) criaram um curso de automaquiagem ministrado por especialistas.

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A primeira turma foi encerrada na quarta-feira, 15, e já existe uma fila de espera de 40 pessoas para a próxima, prevista para agosto. Em seis aulas teóricas e práticas, as alunas aprendem desde preparação da pele, passando pelas funções dos produtos, até truques de como delinear os olhos – um dos grandes desafios da maquiagem para qualquer um.

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“Esse curso me fez pensar a maquiagem de uma maneira diferente. Faz você se sentir mais bonita independentemente de você estar se vendo ou não. Nós que estamos nos vendo sempre no espelho nunca pensamos nisso”, diz Chloé Gaya, maquiadora e consultora de imagem do Jacques Janine.

Geisa Souza Santos, 37 anos, ficou cega aos 26 em decorrência de um glaucoma, e afirma que o curso elevou sua autoestima. “Ganhei mais autonomia e independência. Fiquei dez anos sem tirar os óculos escuros, mas agora me encorajei”, conta. “Posso me maquiar e me sentir tão bonita quanto as outras mulheres.”

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Para a massoterapeuta Débora Perossi, de 56 anos, a maquiagem ajuda também no âmbito profissional. “Estou me sentindo mais confiante com minha aparência para atender meus clientes”, afirma. A Laramara percebeu que as pessoas com deficiência visual atendidas pela associação tinham a necessidade de aprender mais sobre automaquiagem durante as atividades da vida cotidiana.

“Sabemos que não é só a maquiagem que vai definir a autoestima de uma pessoa, mas ela contribui muito para elas se sentirem mais felizes”, coordenadora do Programa do Jovem e do Adulto, Cecília Maria Oka. A instituição Laramara também ensina técnicas para que pessoas com deficiência lidem com situações do cotidiano, como limpar a casa, cozinhar, estudar e cuidar da própria higiene pessoal.

Fonte: Estadão

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Comissão isenta de IPI eletrodoméstico comprado por pessoa com deficiência

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou, na ultima quarta-feira (15/6), proposta que isenta a pessoa com deficiência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de fogões, micro-ondas, geladeiras, congeladores, máquinas de lavar roupa e de secar. Pelo texto, a isenção valerá uma vez a cada cinco anos.

A mesma isenção será válida para a compra de matérias-primas, de produtos intermediários e do material de embalagem utilizado na industrialização dos produtos. Por outro lado, o imposto incidirá normalmente sobre quaisquer acessórios opcionais que não sejam equipamentos ou itens originais dos produtos listados.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Misael Varella (DEM-MG), ao Projeto de Lei 3473/2015, do deputado Alexandre Leite (DEM-SP). “Trata-se de reconhecer que os produtos domésticos, longe de significar um luxo, removem as barreiras para o exercício diário da vida doméstica”, afirmou Varella.

Diferentemente do projeto original, o substitutivo apresenta um texto mais enxuto. Em vez de detalhar os procedimentos para obter a isenção, o substitutivo remete sua regulamentação ao Poder Executivo, a fim de facilitar a atualização das regras, sempre que necessário.

A proposta aprovada também inclui referência à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15), no que se refere ao conceito de pessoa com deficiência e à necessidade de avaliação biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional. A lei vigente considera pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o que pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em condições iguais às das demais pessoas.

“É importante registrar que o design de produtos domésticos cada vez mais está se adequando ao conceito de ‘desenho universal’, facilitando seu uso por todas as pessoas, inclusive aquelas com algum impedimento ou mobilidade reduzida”, avaliou.

Medidas semelhantes

Atualmente, as pessoas com deficiência contam com isenção de IPI na compra de veículos, concedida pela Lei 8.989/95. O relator destaca ainda que o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Plano Viver sem Limite, instituído pelo Decreto 7.612/11, prevê medidas de isenção tributária para o desenvolvimento e aquisição de tecnologias assistivas.

“Embora os produtos da linha branca não se encaixem propriamente no conceito de tecnologias assistivas, o acesso a eles também promove autonomia, independência e qualidade de vida da pessoa com deficiência.”

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será votado pelas comissões de Finanças e Tributação, inclusive quanto ao mérito; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara Notícias

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Game da Prefeitura de Curitiba põe você na pele de pessoas com deficiência

A prefeitura de Curitiba apresentou nesta terça-feira (21) uma nova campanha em forma de jogo para mostrar como são as experiências cotidianas de pessoas com deficiência. O resultado é “Alter”, um game que pode ser acessado desde já no seu navegador.

À primeira vista, você acha que “Alter” é somente um título de aventura para um jogador, mas ele traz significados bem mais profundos. Ele é um “advergame”, ou seja, um projeto que alia um jogo a uma campanha. Nesse caso, a ideia é que você se coloque no lugar do outro para entender dificuldades e potencialidades, desenvolvendo empatia.

Resultado de uma parceria entre o Conselho Municipal e a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, o jogo foi desenvolvido pela Racional Games, que é uma empresa de Curitiba. O nome é baseado no prefixo latino que significa “outro”.

Um game cidadão

O jogo se passa em meio à floresta, e o seu único objetivo é percorrer o mapa até o final do nível. No entanto, não é tão fácil quanto parece: no caminho, há obstáculos dos mais diversos níveis de dificuldade. Isso porque, a cada fase, o personagem tem uma deficiência: intelectual, física, auditiva, visual e o TEA (Transtorno do Espectro do Autismo). Em cada etapa, há uma experiência sensorial diferente, colocada na prática por meio de sons, gráficos e jogabilidade.

A conclusão de cada nível mostra ao jogador que é possível ultrapassar barreiras quando o ambiente se torna acessível — ou seja, que igualdade de oportunidades e direitos é algo necessário para não se delimitar a deficiência.

Acessibilidade garantida

Como não poderia deixar de ser, o jogo também conta com recursos de acessibilidade, para que pessoas com diferentes tipos de deficiência aproveitem igualmente a experiência. Assim, é possível ativar opções de reconhecimento de fala, audiodescrição e alto contraste, entre outros.

Ele foi criado desde o início para ter recursos de inclusão e interação

O desenvolvimento do game o torna diferente dos outros projetos com acessibilidade: ele foi criado desde o início para ter esse recurso, ou seja, ser acessível e inclusivo desde sempre, não só a partir do meio do projeto.

O título foi feito a partir da engine Unity 3D. Para deixar modelos de personagens e elementos do cenário mais próximos da realidade, a empresa utilizou desenhos em papel vegetal e pintados com tinta a óleo como base das animações.

Como jogar

Clique aqui para jogar Alter direto no navegador. Em breve, a promessa é de que sejam lançados apps do game para Android e iOS.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

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Rio 2016 lança álbum de figurinhas dos Jogos Olímpicos

Com 60 páginas e 374 figurinhas, o álbum oficial dos Jogos Rio 2016 foi lançado nesta quarta-feira (25), no Rio de Janeiro. O produto estará nas bancas a partir de 3 de junho e custará R$ 6,90. O pacote com cinco cromos será vendido a R$ 1,25. O álbum apresenta o histórico dos Jogos em infográfico, aborda os principais símbolos olímpicos, dá informações dos locais de competição e contempla todos os esportes olímpicos e paralímpicos.

“Foi um trabalho envolvendo o Rio 2016, a Panini (editora), o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e o Comitê Olímpico do Brasil (COB). Queríamos algo didático e ao mesmo tempo divertido, então nos preocupamos com a qualidade da informação. Foi um trabalho que começou há 18 meses”, explicou Sylmara Multini, diretora de Licenciamento, Varejo e Concessões do Rio 2016.

“A ideia é aprender sobre cada atleta, sobre cada modalidade. O objetivo é trazer engajamento. A gente espera que, com o lançamento do álbum, os Jogos Olímpicos comecem de verdade. As crianças vão levar para as escolas, vão começar a falar dos atletas, das modalidades, esse é o objetivo”, completou o presidente da Panini Brasil, José Eduardo Martins. O álbum será vendido só no Brasil e as figurinhas são exclusivas de atletas brasileiros, ainda que ícones internacionais do esporte estejam

O ginasta Diego Hypolito disse que fazer parte do álbum é uma honra e que vai achar tempo, entre os treinos, para colecionar as figurinhas. “Eu sou um colecionador, na Copa do Mundo eu tinha dois álbuns. Fazer parte disso me deixa honrado. A criançada vai entender um pouco mais das modalidades, querer achar as que faltam. E virei figurinha repetida!”, brincou Diego Hypolito.

Dividindo espaço

O fato de incluir esportes paralímpicos é considerado uma vitória para Wanderson de Oliveira, meia do futebol de 7, duas vezes eleito o melhor jogador do mundo (2009 e 2013). “É um momento especial para o esporte paralímpico, poder dividir espaço com o esporte olímpico. As pessoas vão conhecer um pouco mais dos atletas. É gratificante. Antigamente colecionávamos figurinhas dos campeonatos nacionais, e, hoje, ver a nossa figurinha é maravilhoso. E acho que traz mais torcedores para gente, que com certeza vamos precisar nos Jogos Paralímpicos”, afirmou.

Fonte: Portal Brasil

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Pornhub lança narração em vídeos pornô para deficientes visuais

Qual interessE uma pessoa com deficiência visual pode ter num filme pornô? Pois em busca desse novo mercado, o site Pornhub está lançando uma categoria de “vídeos descritos”, na qual atores profissionais explicam tudo o que está acontecendo na tela. Segundo o “The Guardian”, a seção por enquanto traz os 50 vídeos mais populares do site, com uma narração descrevendo o cenários, as modelos, as roupas e posições.

Lançado em 2007, o Pornhub diz ter 60 milhões de visualizações por dia em seu conteúdo profissional e amador. A iniciativa foi lançada pelo braço filantrópico (isso mesmo) do site, o Pornhub Cares, que já patrocinou uma linha de roupas contra violência doméstica e uma campanha de conscientização quanto ao câncer de mama.

“Nosso objetivo é satisfazer todos os desejos dos nossos usuários, o que começa fazendo nosso conteúdo acessível a qualquer indivíduo”, disse o vice-presidente do Pornhub, Corey Price, ao “Guardian”. “Escolhemos alguns vídeos que eram mais adequados para receber narração e poderia ser descritos em detalhe. Queríamos conseguir descrever tudo que fosse possível sem tirar o áudio original dos filmes.”

Price pretende que os próprios usuários passem a publicar vídeos com narração.

Fonte: O Globo

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