Óculos para auxiliar pessoas com deficiência visual é desenvolvido na Ufam

O projeto é inovador, mas o maior diferencial é o pioneirismo na inclusão de pessoas com deficiência visual através de sistemas de georeferenciamento para ambientes internos a custo relativamente baixo. “Esse viés social e inclusivo é o principal motivador para o desenvolvimento dos óculos guiados por áudio e navegação virtual”, comemora o responsável pelo projeto e doutorando em Ciência da Computação na Universidade Federal do Amazonas, Walter Simões.

“Os projetos que desenvolvemos no âmbito do PPGI [Programa de Pós-Graduação em Informática] e do Ceteli [Centro de P&D em tecnologia eletrônica e da informação] têm o viés social. Os trabalhos orientados pelo professor Vicente Lucena sempre têm essa marca da contribuição para a sociedade ou para atender a demandas de grupos específicos”, esclarece o pesquisador. Hoje, a maior parte dos óculos destinados a auxiliar deficientes visuais é restrita à percepção de obstáculos.

O protótipo que está sendo projetado nos laboratórios da Ufam vai além das abordagens atuais. A tese de Walter é desenvolvida no sentido de associar diversas abordagens de software(programação) ao hardware (placas eletrônicas) para reduzir a um nível muito baixo a margem de erro na versão final do produto. E isso tudo, segundo ele, a um custo que não chegará a mil reais. “O diferencial do projeto é pensar no público brasileiro com deficiência visual. Versões desenvolvidas na Alemanha, por exemplo, podem custar até três mil dólares americanos”, compara. Outros equipamentos que oferecem alguma abordagem desse tipo foram encontrados a valores entre mil e oito mil dólares americanos.

Primeiros passos – Engenheiro egresso da antiga Universidade de Tecnologia do Amazonas (UTAM) – atual Escola Superior de Tecnologia (EST), Walter conclui o mestrado em Informática no Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI/Ufam) em 2014 e é doutorando no mesmo programa, cujo conceito é cinco na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Para obter o título de mestre, ele aproximou duas linhas de pesquisa no projeto “Sistema de Reconhecimento de gestos para TV digital”: a Robótica e a Visão Computacional. A primeira diz respeito a máquinas que tomam decisões, como no exemplo dobrowser (buscador), que usa robôs ligados a bancos de dados para retornar informações. Já a visão computacional abarca um conjunto de técnicas para ensinar o computador a executar todas as etapas do processo de enxergar, aproximando-o ao máximo da visão natural do ser humano. “Isso inclui a identificação de objetos em várias posições e com variação de luz ou de temperatura”, diz.

Para que a pesquisa fosse validada, foram realizados testes com dois grupos de controle. Dez pessoas eram usuárias de softwares similares ao testado; outras dez não eram iniciadas. Todas elas tinham de realizar um conjunto de gestos para ligar/desligar/acessar o menu e trocar de canal. “Três dos participantes tinham certo grau de deficiência visual e comentaram sobre os recursos à disposição, hoje, no mercado da Tecnologia, os quais, segundo eles, não têm se voltado para a acessibilidade”. A ideia de pesquisar sobre recursos de georeferenciamento para deficientes visuais surgiu dessa crítica.

Tese – No doutorado, a pesquisa já iniciou com a proposta de proporcionar experiência segura e efetiva de locomoção para pessoas cegas ou com algum grau de deficiência visual em ambientes in door (internos) desconhecidos. O estado da arte mostrou que várias técnicas já foram aplicadas com esse objetivo, mas sempre voltadas apenas à identificação de obstáculos. Os custos dos projetos mais promissores também não são atrativos para uma produção em escala industrial no padrão do mercado consumidor brasileiro.

A primeira experiência foi com um par de luvas e uma viseira. “As luvas usavam a tecnologia de navegação ultrassônica (na velocidade do som – 340 m/s), que permitia reconhecer obstáculos a quatro metros, numa escala maior que a tradicional bengala, que alcança um metro e meio, em geral. Na viseira, a tecnologia aplicada foi a da visão computacional, através de câmeras que identificavam o cenário. Extintores, escadas e portas foram identificados e a informação foi repassada a cada pessoa por áudio em menos de dois segundos”, explica o pesquisador. Segundo ele, dois dos participantes cegos fizeram todo o percurso sem a necessidade de usar a bengala como auxílio e foram bem sucedidos.

Essa primeira parte da experiência foi transformada em artigo e publicada num evento em Las Vegas, o ICCE CES (Consumer Electronics), em janeiro de 2016. Na etapa seguinte, cujo resultado será apresentado na segunda qualificação do doutorado, Walter aproveitou as instruções dos usuários testados e criou o protótipo dos óculos.

Evolução – O guia por áudio sobre sua navegação de pessoas cegas ou com algum grau de deficiência visual é baseado nos sistemas usados em veículos na navegação out door (externa), realizada através de satélites por GPS (Global Positioning System). Atualmente, os códigos computacionais (algoritmos), assim como a estrutura (técnicas e sensores envolvidos no processo de mapeamento e navegação). “A fusão de técnicas permite reduzir a margem de erro em situações críticas (pessoas cegas) a um custo muito baixo. Hoje, a impressão da estrutura em 3D custa 70 reais. Além disso, são usadas câmeras de 5 mega pixels, que são simples, e chips de relacionamento com o ambiente que custam cerca de dois reais”, afirma.

Após a submissão do trabalho ao ICCE (Consumer Eletronics) de Las Vegas, os organizadores descreveram o projeto como “uma excelente abordagem sobre as escolhas das técnicas empregadas e com resultados promissores apontados pelos testes preliminares”, segundo informou o doutorando. Outras etapas já foram inscritas e aceitas em eventos nacionais e internacionais nos anos de 2012 a 2015.

Fonte: UFAM

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Prefeitura do Rio distribuirá quase 600 mil entradas à Rio-2016 e divulga ações paralímpicas

Esta segunda-feira marca uma data especial para os amantes do esporte: 100 dias para o início da Paralimpíada do Rio de Janeiro, que terá início no dia 7 de setembro. Aproveitando a efeméride, a prefeitura carioca anunciou um plano para distribuir quase 547 mil ingressos aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, por meio de três programas distintos.

Pelo “ingresso carioca”, servidores municipais do Rio de Janeiro poderão participar enviando até o dia 13 de junho, por meio do Carioca Digital, fotos e mensagens relacionados aos Jogos Rio-2016, que serão selecionadas para posterior publicação no Instagram do programa. Serão 64.524 pares de ingressos para os Jogos Paralímpicos e quase 4 mil aos Olímpicos.

Já no programa “Aluno Rio-2016”, 196 mil pares de ingressos (177 mil para a Paralimpíada e 19 mil para a Olimpíada) serão distribuídos para estudantes do 1º ao 9º ano do ensino público, que alcançaram conceitos MB, B e R na avaliação do 1º bimestre.

Por fim, o “Ingresso Para Todos” atenderá pessoas com comprovada frequência pelos seis Centros de Referência da Pessoa com Deficiência e por instituições parceiras da secretaria municipal da Pessoa com Deficiência. Para o programa, foram disponibilizados 8.500 pares de ingressos aos Jogos Paralímpicos e 500 aos Olímpicos.

Prefeitura do Rio de Janeiro ressalta maior acessibilidade na cidade

Na marca dos 100 dias para a Paralimpíada, a prefeitura do Rio aproveitou para ressaltar os feitos para inclusão das pessoas deficientes na cidade. Segundo o órgão, para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o local passou por uma “revitalização”.

Rotas acessíveis e benefícios a pessoas portadoras de necessidades especiais foram criados nos BRTs, nas ruas beneficiadas pelo programa Bairro Maravilha, nos espaços de lazer da Região Portuária, em pontos turísticos e nos arredores de instalações esportivas, como o Sambódromo e o Maracanã.

Entre os pontos turísticos com maior acessibilidade estão locais como o Jardim Botânico, Vista Chinesa e a Mesa do Imperador. Até agosto, segundo a prefeitura, serão finalizadas as obras no Corcovado, Cinelândia e Pão de Açúcar. Entre as alterações estão a instalação de rampas e piso tátil, nivelamento de vias e calçadas e outros.

Além disso, o órgão ressaltou que a construção do Parque Olímpico foi realizada com o pensamento voltado para a acessibilidade das pessoas portadoras de necessidades especiais, seja do lado de fora das Arenas, ou dentro, assim como em outros pontos que serão usados nos Jogos, como o Complexo de Deodoro, o Maracanã, e outros.

Jogos Paralímpicos terão áreas culturais durante disputa

A fim de atrair um público maior para a Paralimpíada do Rio de Janeiro, a prefeitura do Rio anunciou a criação de espaços culturais que serão espalhados pela cidade durante os Jogos.

Por meio de ações das secretarias de Cultura, Turismo e da Pessoa com Deficiência, serão criados espaços a céu aberto, integrados a teatros municipais em programas, atividades e apresentações de diferentes manifestações culturais, com temas relacionados às pessoas com deficiência e/ou apresentadas por grupos compostos pelo segmento.

Além disso, live sites do Porto Maravilha e de Madureira estarão abertos todos os dias com programação até a meia-noite. Casas Temáticas de países como Alemanha, Suíça, México, Japão e Colômbia serão abertas ao público durante os Jogos Paralímpicos, com atrações típicas e intercâmbio cultural.

O projeto Praça Para Todos disponibilizará atividades circenses circenses, recreativas e experimentações de esportes adaptados em quatro praças e parques da cidade. Os locais escolhidos são o Parque Madureira, Aterro do Flamengo, Praça Niterói (Tijuca) e Praça do Trem (Estádio Olímpico).

Fonte: UOL

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Quer aprender este truque? Como fazer ovo cozido com a gema por fora e a clara no centro?

O truque foi bolado para decorar de um jeito diferente pratos com ovos cozidos.

Surpreenda seus amigos!

Confira os passos abaixo:

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  1. Verifique a cor do seu ovo com uma lanterna;
  2. Colocar fita em torno do ovo todo;
  3. Envolvê-lo em uma meia calça;
  4. Girá-lo por alguns minutos;
  5. Verifique se a cor do seu ovo está mais escuro;
  6. Retirá-lo da meia calça e colocá-lo ainda com as fitas para ser cozido;
  7. Após cozido retire o ovo e coloque-o em uma tigela com gelo por um minuto;
  8. Descascar o ovo.

Fonte: Matéria Incógnita

7 Cores para combinar com você!

Lado B Moda Inclusiva

Menino autista combate seus medos lendo pra animais de abrigo, ao mesmo tempo que os ajuda a encontrar um lar

Crianças com autismo costumam ter dificuldades de socialização e não se adaptam facilmente a ambientes com muito barulho ou estímulos visuais. Porém, o convívio com animais pode ser bastante benéfico para os pequenos que convivem com o transtorno – é o que diz essa pesquisaaqui. Mais do que apenas pesquisas, a experiência também mostra que essa fórmula dá certo, como no caso do menino autista Jacob Tumalan, de seis anos.

Toda a quinta-feira, Jacob visita o abrigo de animais Carson, em Gardena, nos Estados Unidos, com um propósito sério: o pequeno aproveita o tempo depois da escola para ler para os animais que vivem no abrigo. O ritual é repetido há seis meses e começou com um empurrãozinho da tia de Jacob, Lisa Dekowski-Ferranti, que trabalha com o resgate de animais.

A experiência de voluntariado do menino o ajuda a ter um senso de propósito e melhorou muito suas capacidades linguísticas. Os animais também se beneficiam da iniciativa, que os ajuda a se socializar enquanto se preparam para encontrar um novo lar. A ação faz parte do projeto Rescue Readers, em que crianças são voluntárias para ler para os animais do abrigo

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Olha que ternurinha: Confira!

Fonte: Hypeness

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Vídeo mostra o momento em que homem com deficiência visual se vê pela primeira vez através de retrato em 3D

Andrew Myers é um artista alemão conhecido pelo seu projeto “Please Touch The Art” onde, diferentemente do que costuma acontecer nos museus mundo afora, convida o público a tocar em suas obras, proporcionando assim que deficientes visuais também possam apreciar seu trabalho, já que elas são 3D, feitas com milhares e milhares de parafusos.

Seu projeto acabou virando documentário, onde Andrew conheceu outro artista, George Wurtzel, um artesão e marceneiro cego que, além de ensinar pessoas também cegas o seu ofício, está construindo uma galeria de arte na Califórnia.

Andrew teve então uma ideia incrível. Resolveu criar um retrato de George, também em 3D, para que o artesão pudesse se “ver” pela primeira vez. Ao total, foram usados mais de 4 mil parafusos, que formam olhos, boca e nariz de George. Foi a primeira vez que ele pode reconhecer a si mesmo.

Após desenhar uma espécie de mapa topográfico do rosto do marceneiro e perfurar com os parafusos, Andrew pintou cada cabeça de parafuso separadamente e, dois meses depois, sua obra finalmente estava pronta.

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Então, o artista alemão pegou estrada e dirigiu 13 horas até Napa Valley para surpreender George com a peça.

Assim que chegou, o artesão imediatamente começou a sentir o seu retrato. O resultado emocionante você confere abaixo.

Clique e confira!

Fonte: Hypeness

Aproveite os COMBOS da Lado B Moda Inclusiva!

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Cadeira de rodas elétrica bem barata feita com tubos de PVC

Observe a expressão de alegria desse garotinho. Ele é Tanner Jensen, de 3 anos de idade, que nasceu com uma rara condição genética conhecida como atrofia muscular espinhal (SMA).

Isto significa que não pode andar, engatinhar, controlar sua cabeça ou mesmo levantar os braços. Seu irmão Skyler, com pouco menos de 2 anos, também é portador do mesmo tipo de doença.

Mas a vida dos dois irmãozinhos em breve vai melhorar graças aos estudantes da Brigham Young University, que construíram duas cadeiras de rodas elétricas de custo acessível a suas famílias.

Já existem no mercado cadeiras motorizadas para crianças pequenas, mas o preço do equipamento pode superar os 15 mil dólares (quase R$ 50 mil), muito alto mesmo para o padrão norte-americano.

Então, os alunos de graduação de Engenharia Mecânica do programa BYU’s Engineering Capstone toparam o desafio de construir um modelo adaptado às necessidades especiais dos meninos.

Ele é feito com uma estrutura de PVC (forte o suficiente para uma criança de 50 quilos ou até 6 anos de idade) e é controlado por um joystick montado no apoio dos braços como numa cadeira normal.

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Com pouco mais de 20 quilos e um preço final de apenas 495 dólares (cerca de R$ 1.500), o equipamento já pode ser considerado a cadeira de rodas motorizada mais leve e barata do mundo.

Fonte: Matéria Incógnita

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Garoto amputado empresta muleta para amigo ver jogo do Racing e emociona Argentina

A despedida de Diego Milito do futebol na partida do Racing contra o Temperley, no El Cilindro, no último sábado, já foi um ato emocionante para quem gosta do esporte.

Uma foto tirada do lado de fora do campo, porém, é que ganhou as manchetes na Argentina e causou ainda mais impacto.

Santiago Fretes, de 10 anos, emprestou uma de suas muletas para um amigo – que conhecia dos campos e nem sabia seu nome – também conseguir enxergar por cima do muro de segurança de 1,70m. Ele teve que amputar a perna direita por causa de uma malformação congênita.

A mãe do jovem, Sabri Bonomo, foi a responsável por tirar a foto que rodou e emocionou o país.

“Eu estava vendo Milito dar a volta no campo, e meu amigo não chegava, estava pulando para conseguir ver. Então lhe emprestei uma das minhas muletas para que subisse. Eu sempre subo para assistir”, revelou Santy ao jornal El Argentino Zona Norte.

Ao diário El País, ele também falou sobre sua idolatria pelo ex-atacante de Zaragoza, Genoa e Inter de Milão. “Gosto muito dele, é meu grande ídolo, ainda que eu goste de todos os jogadores do Racing. Milito é um jogadorzaço e gosto de tudo o que ele faz”

Apesar da deficiência física, o jovem é uma figura conhecida dentro do Racing: ele possui habilidade impressionante com a bola no pé, e sua mãe costuma postar vídeos das jogadas nas quadras de salão do Club Unión de Del Viso, na cidade de Pilar (a 58 km de Buenos Aires).

Ainda de acordo com o El País, Santigo espera conseguir uma prótese. “Não é uma que se coloca assim fácil, é algo que leva tempo, tem que fazer uma cirurgia. Demoraram muito, mudou o governo e ficamos sem nada”, afirmou Sabrina.

Fonte: ESPN

Lado B Moda Inclusiva

Anatel garantirá acesso a serviços de telecomunicação a pessoas com deficiência

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresentou hoje (24) o regulamento que vai assegurar o acesso de pessoas com deficiência aos serviços e equipamentos de telecomunicações. “Ele é muito necessário quando se trata do desafio da inclusão e a busca por garantir que a comunicação, que é um direito fundamental das pessoas, seja acessível a todos”, disse o conselheiro da Anatel, Aníbal Diniz.

Segundo ele, o Regulamento Geral de Acessibilidade em Serviços de Telecomunicações de Interesse Coletivo (RGA) vai atender a cerca de 45,6 milhões de brasileiros que declararam algum tipo de deficiência, segundo o Censo de 2010, e também pode trazer benefícios para a população idosa, que deve chegar a 40 milhões de brasileiros em 2030 e está suscetível a apresentar alguma limitação.

Para o secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, as regras garantem que as pessoas com deficiência tenham as mesmas oportunidades que as demais pessoas. Ele explica que o que limita o cidadão não é só a deficiência em si, mas o ambiente e o que está em seu entorno.

“Os cegos vão poder ler os contratos, os surdos vão poder se comunicar com as centrais de atendimentos das operadoras utilizando língua de sinais. Através de uma central de vídeo, poderão ter a possibilidade de contratar os pacotes de serviços só para vídeos, dados e mensagens e não para voz. São diversos avanços que conseguimos ter graças à sensibilização da Anatel e às tecnologias disponíveis”, disse Ferreira.

O RGA unifica dispositivos antes dispersos em outras normas da Anatel e está em conformidade com a Convenção sobre Direito das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, incorporados à legislação brasileira por meio do Decreto Legislativo nº 186/2008.

Segundo Diniz, o regulamento geral deve ser publicado na sexta-feira (27) no Diário Oficial da União e entra em vigor na data da publicação, com exceção de alguns dispositivos que requerem adaptação das empresas e que terão prazo de 12 meses para ser implementados. Será criado um grupo de trabalho com representantes de prestadoras de serviços de telecomunicações e da sociedade civil organizada para a implementação do regulamento.

O conselheiro da Anatel explicou que os custos para implementação das regras serão levantadas durante o trabalho do grupo. Ele disse ainda que as associações e entidades organizadas querem estar em sintonia com as operadoras para dar sugestões e prestar as informações corretas sobre as necessidades das pessoas com deficiência.

Serviços

O RGA está dividido em quatro temas: direitos e deveres da pessoa com deficiência e obrigações das prestadoras; acessibilidade dos terminais; terminais de uso público (orelhão) adaptado; e Central de Intermediação de Comunicação (CIC).

Segundo a Anatel, as empresas deverão, por exemplo, disponibilizar páginas na internet acessíveis e garantir aos seus clientes com deficiência mecanismos de interação como mensagem eletrônica, webchat e videochamada. As prestadoras terão a obrigação de disponibilizar a opção de receber cópia de documentos (contrato de prestação do serviço e contas, por exemplo) em braile, com fontes ampliadas ou em outro formato eletrônico acessível, mediante solicitação.

Deverão, ainda, oferecer planos de serviço para pessoas com deficiência auditiva, garantindo que somente sejam cobrados os serviços condizentes com esse tipo de deficiência, além de possuir atendimento especializado em seu setor de atendimento presencial. No caso da CIC, colocada à disposição de deficientes auditivos pelas prestadoras, há previsão de intermediação por vídeo e por mensagens de forma gratuita, em tempo integral.

Será ainda criado um ranking comparativo entre as prestadoras, de acordo com as ações de acessibilidades promovidas por elas, com a finalidade de incentivar melhorias no atendimento aos usuários com deficiência.

Fonte: Agência Brasil

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Google lança jaqueta inteligente em parceria com a Levi’s

Google e Levi’s resolveram juntar suas expertises para facilitar a vida de um público que está nos dois mercados em que atuam: os ciclistas. A junção de uma marca de roupas com uma das maiores potências em tecnologia teve como resultado a criação de uma jaqueta inteligente que permite operar funções do celular na superfície da própria roupa.

O wearable “Project Jacquard” vem com a proposta de facilitar ações como mudar de música ou atender a uma ligação sem que seja necessário parar o que se está fazendo. Por esse motivo, embora não seja algo restrito aos ciclistas, a criação parece perfeita para quem anda de bicicleta, já que esse é um meio de transporte que requer, além de atenção, que os esforços manuais estejam voltados exclusivamente para a condução da bike.

Para funcionar, a jaqueta é equipada com equipamentos sensores nas mangas que se conectam ao telefone através do Bluetooth em integração com um app.

Embora ainda o valor da jaqueta ainda não tenha sido divulgado, as empresas adiantam que o wearable deve ser lançado no segundo semestre do ano que vem.

Confira o vídeo!

Fonte: Adnews

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Samsung cria toca conectada para ajudar nadadores paraolímpicos

Diversos atletas já mostraram ao longo da história que deficiências físicas não são suficientes para impedi-lo de alcançar grandes feitos no esporte. Uma condição na maioria das vezes, no entanto, é a necessidade do auxílio de outras pessoas para que as tarefas possam ser executadas. No caso da natação para pessoas cegas, os atletas dependem da ajuda de algum vidente, na maioria das vezes seus treinadores, para avisá-los quando eles devem virar pouco antes do final da piscina e começarem outra corrida, através de um toque em suas cabeças.

A nova criação da Samsung pretende aperfeiçoar esse processo. No lugar do toque humano, a marca pretende colocar a tecnologia com o lançamento da “Blind cap”. O objeto desenvolvido pela gigante sul coreana nada mais é que uma toca conectada via Bluetooth que avisa o nadador através de um sinal vibratório quando exatamente ele deve se virar.

A toca foi desenvolvida em parceria com o Comitê Paraolímpico da Espanha e a agência Cheil.

“Blind Cap é uma inovação que se baseia em u dos valores fundamentais da Samsung, que é o ‘progresso significativo por meio da tecnologia’. É muito mais que um wearable, ele serve como um padrão de inovação e estamos convencidos de que em breve será uma realidade nos Jogos Paraolímpicos. É uma volta vitoriosa para a Natação Paraolímpica”, declara Breno Cotta, diretor executivo de criação da Cheil Espanha.

Confira como a toca funciona no video case abaixo:

Fonte: Adnews

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