Mateus Solano dubla pessoas com deficiência intelectual

ateus Solano foge ao perfil de Rubião em “Liberdade, Liberdade”, novela das 23h da Globo, e aproveitou seu sucesso e fama para fazer o bem.

Apesar da agenda lotada, o ator foi o locutor da campanha #IrProMundo, uma das ações em comemoração aos 55 anos da APAE de São Paulo, cujo objetivo principal é divulgar boa parte do trabalho da instituição, principalmente quando se trata do desenvolvimento de pessoas com deficiência intelectual.

Enquanto o artista fala seu texto, são mostradas, no vídeo, imagens dos vários ambientes da Organização completamente vazios, enquanto os indivíduos que recebem a assistência da APAE já estão inseridos nos diversos âmbitos da sociedade.

“Queríamos mostrar que, tal como cada um de nós, a pessoa com Deficiência Intelectual só será plena se puder conquistar seu espaço”, diz Cláudia Vassallo, CEO da CDI Comunicação Corporativa, uma das responsáveis pelo vídeo da campanha, que, aliás, já está no YouTube e nas redes sociais.

Fonte: O Fuxico

Calças e bermudas adaptadas adulto e infantil para pessoas com deficiência

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Cadeirantes e amputados viram modelos em projeto fotográfico no AC

Como luta ao preconceito, o projeto “Sou Mais Eu”, parceria entre o fotógrafo acreano Marcos Vicentti e o Centro de Apoio à Pessoa com Deficiência Física do Acre (Capedac), tem realizado ensaios com cadeirantes e amputados em Rio Branco. A ideia é realizar uma exposição ainda este ano e confeccionar um calendário, cuja venda será revertida à causa.

Vicentti, que já atua no estado há 20 anos, conta que a ideia das fotos surgiu após um curso ministrado aos associados da Capedac. Pelo menos cinco pessoas já foram fotografadas, porém, o trabalho total deve ser composto por imagens de 25 modelos. A exposição está marcada para 3 de dezembro deste ano, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

“Eles [modelos] se veem super valorizados na fotografia. Passo duas ou três horas com cada um, seja realizando sonhos ou impondo desafios. Muitos vivem em casa, sem alternativa de saída, e o ensaio é uma maneira de estar trabalhando a autoestima”, diz o fotógrafo.

A funcionária pública Rebeca de Paula, de 31 anos, uma das modelos, diz que aceitou participar do projeto para mostrar à sociedade que, apesar da deficiência, não precisa viver escondida em casa. Ela lembra que teve a perna direita amputada após um acidente de trânsito em 2005. O cenário do ensaio foi um ferro velho.

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“As fotos ficaram maravilhosas e expressam quem eu sou. Sou bem resolvida comigo, não tenho problema em usar bermuda ou vestido. Independente do que aconteceu [acidente], de ter ficado uma sequela grave, minha vida continua normal. Apesar das dificuldades do dia a dia, a vida continua”, diz.

Ubiratan dos Santos, de 38 anos, ficou paraplégico em 2013, depois de um acidente de motocicleta e, com o projeto, conseguiu realizar o desejo de voltar ao ambiente rural que tanto gosta. Antes da cadeira de rodas, ele trabalhava com gado.

“Foi uma experiência nova. Fazia tempo que não tinha contato com o campo. Antes do acidente, eu mexia com gado, animal. Depois que me acidentei, tudo parou. Disse ao fotógrafo que gosto desse meio e acharam melhor tirar as fotos em um rancho. Foi ótimo”, revela.

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s fotos de Patrícia Nascimento, de 22 anos, foram feitas em estúdio. Assim como Santos, ela ressalta que foi uma vivência diferente e que gostou do resultado.

“As fotos ajudam muitos cadeirantes a ver a vida de outra forma, sem se acharem ‘coitadinhos’. Embora tenhamos necessidades, somos iguais”, fala. Ela sofreu paralisia infantil.

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Os namorados Maria Sirlene dos Santos, de 36 anos, e Manoel de Jesus, de 38, puderam eternizar o amor através das lentes de Vicentti. Ela também foi vítima de um acidente no trânsito e ele no trabalho. Fotografados juntos, os dois concordam que a iniciativa deve servir como importante meio de conscientização.

“No início senti vergonha, nunca tinha tirado foto, imagina com namorado. As fotos que vi ficaram muito boas. Certamente, o trabalho vai mostrar para sociedade que somos capazes de sermos felizes, viver e interagir em sociedade, independente de qualquer deficiência”, defende Maria Sirlene.

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Campanha quer arrecadar R$ 25 mil para projeto
Para a produção do calendário em alta qualidade e da exposição, uma campanha colaborativa na internet tenta arrecadar R$ 25 mil para o Sou Mais Eu. Marcos Vicentti garante que o dinheiro será investido totalmente no projeto. Para colaborar, os interessados podem acessar a plataforma de financiamento coletivo.

Edvânio Silva, presidente da Capedac, acrescenta que o Sou Mais Eu já tem possibilitado ao cadeirante desenvolver uma nova visão de si mesmo, se sentindo mais inserido e atuante. Além disso, ele acredita que o calendário vai gerar a reflexão sobre o preconceito.

“O cadeirante pode se redescobrir com um novo talento. Normalmente, quando uma pessoa vai parar numa cadeira de rodas, ela tem sempre o pensamento negativo de que a vida parou. Esse trabalho traz ao cadeirante uma nova visão de si mesmo. Alguns vivem isolados e isso abre um novo horizonte”, finaliza.

Fonte: G1

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Empregado que tenha filho com deficiência poderá tirar férias junto com seu filho

A Câmara dos Deputados analisa o projeto de lei 4993/16, de autoria da deputada Mara Gabrilli, que altera o artigo 136 da CLT, prevendo que o empregado que tenha filho com deficiência terá direito a fazer coincidir suas férias com as férias escolares de seu filho.

Hoje, de acordo com a CLT, cabe ao empregador decidir o período de gozo das férias. A ideia é que, assim como já acontece com o empregado estudante menor de 18 anos, os pais com deficiência também possam tirar suas férias junto com as férias escolares de seu filho.

A autora da proposta, deputada Mara Gabrilli, ressalta que a medida não deve ser vista como um benefício para o empregado, mas, sim, ao seu filho com deficiência, uma vez que sua finalidade é a de proporcionar-lhe uma atenção efetiva. “O projeto está em acordo com a ideia atualmente muito difundida de desenvolvimento de uma política pública de inclusão das crianças, adolescentes e jovens com deficiência no ensino regular, além de estar respaldada na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Lei nº 13.146/2015”, afirma.

Outra justificativa apresentada para a aprovação do projeto é de que se os pais empregados estiverem no gozo de suas férias regulares no trabalho, poderão dedicar-se aos seus filhos integralmente. Durante os períodos de férias escolares, muitas vezes, esses jovens ficam em casa, mas precisam manter a atenção individualizada. Nem todos os pais têm condições financeiras de arcar com as despesas inerentes a esse acompanhamento – e aqueles que possam, eventualmente, ter as condições necessárias, podem ter dificuldades em encontrar mão de obra especializada para a função.

Ainda segundo Mara Gabrilli, o projeto não implica quaisquer ônus adicionais para a empresa, pois as férias já são direitos garantidos constitucionalmente a todos os empregados. “Ele apenas transfere a iniciativa para definir o período de férias, que hoje pertence ao empregador, para o empregado que tenha filho com deficiência”, conclui.

Fonte: Mara Gabrilli

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Pessoas com deficiência têm até 4 de maio para solicitar transferência para seção eleitoral especial

O calendário eleitoral das eleições deste ano determina que o dia 4 de maio é o prazo final para que o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida solicite sua transferência para uma seção eleitoral especial. Depois dessa etapa, o eleitor deverá, até o dia 4 de agosto, 90 dias antes das eleições, comunicar ao juiz eleitoral, por escrito, suas restrições e necessidades, a fim de que a Justiça Eleitoral, se possível, providencie meios e recursos destinados a facilitar-lhe o exercício do voto.

As urnas eletrônicas, instaladas em seções especiais para eleitores com deficiência visual, conterão dispositivo que lhes permita conferir o voto assinalado, sem prejuízo do sigilo do sufrágio. Cabe aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) fazer ampla divulgação dessas regras.

Em todo o Brasil, a Justiça Eleitoral tem o registro de quase 700 mil eleitores com deficiência, sendo mais de 130 mil no exterior. Diante disso, ela trabalha para promover o acesso, amplo e irrestrito, com segurança e autonomia desses eleitores ao processo eleitoral.
Resoluções TSE

Os procedimentos que devem ser adotados para atender da melhor forma esse público especial estão previstos na Resolução TSE nº 21.008, aprovada em 2002. O texto determina que os locais de votação para os deficientes tenham fácil acesso, com estacionamento próximo e instalações que atendam às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Nas eleições de 2010, o TSE especificou ainda mais as garantias asseguradas aos eleitores com deficiência por meio da Resolução TSE nº 23.218. Um exemplo é a possibilidade, prevista no artigo 51, de o eleitor ser acompanhado por uma pessoa de sua confiança para votar, ainda que não o tenha requerido antecipadamente ao juiz eleitoral. A pessoa que prestar o auxílio poderá, além de entrar na cabine de votação junto com o eleitor, digitar os números na urna.

Além disso, a Justiça Eleitoral desenvolveu sistema de áudio, teclado em braile e a marca de identificação da tecla 5 na urna eletrônica como recursos auxiliares aos deficientes visuais. Há, ainda, uma orientação para que os TREs busquem parcerias para incentivar o cadastramento de mesários e colaboradores com conhecimento em Libras, a Língua Brasileira de Sinais.

Convenção Internacional

A ampliação de um melhor atendimento aos eleitores com deficiência foi impulsionada pela Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, assinada em 2007 em Nova York, nos Estados Unidos. O texto assinado foi ratificado pelo Congresso Nacional e passou a integrar o rol dos direitos e garantias individuais inscritos na Constituição Federal de 1988.

O objetivo da convenção é possibilitar às pessoas com deficiência a participação efetiva na vida política e pública, incluindo o direito e a oportunidade de votarem e serem votados. Para tanto, os estados signatários devem adotar procedimentos, instalações, materiais e equipamentos para votação apropriados, acessíveis e de fácil compreensão e uso.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 6,2% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) classificou quatro tipos de deficiências: auditiva, visual, física e intelectual.

Fonte: TSE

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Jovem que nasceu sem as mãos ganha fama como pianista

Na música clássica, o alemão Ludwig van Beethoven é conhecido por ter criado obras fantásticas mesmo tendo convivido com a surdez. Agora, um adolescente russo mostra ao mundo como vencer a deficiência para realizar um sonho. Alexey Romanov, de 16 anos, nasceu sem as mãos, mas sua habilidade impressiona. Ele é considerado um pianista promissor, já se apresenta com a orquestra da República do Tartaristão, e se tornou uma celebridade no país após se apresentar em um programa de TV.

Nascido em Zelenodolsk, uma vila na República do Tartaristão, Romanov iniciou seu contato com a música há dois anos, inspirado pelos trabalhos de Mozart e Vivaldi. No início, teve apoio de um professor de música da escola especializada para crianças com deficiência onde estuda, que começou ensinando melodias de filmes e séries famosas, como “Twilight“ e “Titanic”, muito populares na Rússia. O adolescente também recebe apoio de dois amigos, que o ensinaram o básico da música e a ler notas.

— Eles ainda me ajudam — disse o adolescente, ao “Guardian”. — Eles me mandam partituras para que eu estude. Se eu gostar, deixo entrar dentro de mim

A vida de Romanov não ganhou apenas a música há dois anos, mas também uma família. Ele foi adotado na mesma época e foram seus pais adotivos Vladimir and Luisa Levachkovye, que perceberam sua predisposição para as artes e compraram um teclado. Com tempo e muita prática, Romanov começou a participar e ganhar competições de música.

Em fevereiro, ele se apresentou com a orquestra da república onde vive e, com o destaque, foi convidado a integrar a escola de música na capital, Kazan. O maestro da orquestra convidou Romanov a participar de um programa de TV nacional, onde ele tocou “River Flows in You“, da série “Twilight”, e se tornou uma celebridade em todo o país.

— Durante o conserto na TV eu estava tremendo de tensão. Eu nem lembro o que estava acontecendo — contou Romanov. — Eu andei para o palco, sentei e comecei a tocar. Eu sentia meus calcanhares tremendo. Então eu percebi que estava tocando bem e a melodia começou a fluir por si.

Fonte: O Globo

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O que acontece com o corpo quando você deixa de beber água?

Muitos especialistas já afirmaram que grande parte do corpo humano é água.

Na verdade o corpo é feito por cerca de 60% de água.

Mas nem toda esta água permanece em nosso corpo.

Parte dela é eliminada na urina, no suor e até quando respiramos. Por isso beber água suficiente para cobrir estas perdas é fundamental.

Mas o que acontece quando não bebemos o suficiente?

‘Centro da sede’

“A água, sendo um solvente universal, fornece nutrientes ao corpo, regula a temperatura corporal e lubrifica os olhos e articulações”, disseram Mitchell Moffit e Greggory Brown, do AsapScience, um canal no YouTube especializado em ciência.

Sem água perdemos energia, a pele fica seca e até o humor é afetado.

A educadora Mia Nacamulli explica em uma animação divulgada em uma conferência TED-Ed, voltada para a educação, que quando o corpo se desidrata as terminações nervosas do hipotálamo do cérebro – que estão no que os cientistas chamam de “centro da sede” (OCPTL) – enviam sinais para a liberação de um hormônio antidiurético.

Este hormônio chega até os rins e estimula as aquaporinas, proteínas das membranas das células que podem transportar moléculas de água, permitindo que o sangue retenha mais água no corpo.

Quando isto acontece, a urina fica mais escura e com um cheiro mais forte.

Durante este processo de desidratação também sentiremos menos vontade de urinar e teremos menos saliva.

Também há a possibilidade de sentirmos tonturas porque o cérebro está tentando se adaptar à falta do líquido.

Adaptação

Um cérebro desidratado se contrai devido à falta de água e deve trabalhar mais para conseguir o mesmo resultado que um cérebro bem hidratado.

Além disso, ele também ativa uma série de mecanismos de adaptação para conserguir manter sua atividade apesar da falta do líquido.

A falta de água no organismo pode levar à diabetes, colesterol alto, problemas digestidos e fadiga entre outros

No entando este processo pode continuar durante apenas alguns dias: se você interromper totalmente a ingestão de água, o corpo começará a sofrer com os efeitos mais graves e, no final, vai parar de funcionar.

Deixar de beber água durante dias (desidratação crônica) pode abrir caminho para outros problemas como diabetes, colesterol alto, problemas de pele e digestivos, fadiga e prisão de ventre.

O tempo de sobrevivência sem beber água varia entre três e cinco dias, de acordo com cada pessoa. Mas já foram registrados casos de pessoas que conseguiram sobreviver mais tempo.

Quanto por dia?

A quantidade de água que devemos beber depende do organismo de cada um e do ambiente em que a pessoa vive.

Mas, de acordo com a educadora Mia Nacamulli, o mais recomendável é que os homens bebam entre 2,5 e 3,7 litros por dia e as mulheres, de 2 a 2,7 litros.

Porém também é importante não ultrapassar a quantidade necessária: beber água em excesso pode trazer riscos à saúde segundo os especialistas.

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelaram em 2015 que a quantidade recomendável de água varia entre quatro e seis copos por dia. Anteriormente era divulgado que eram necessários oito copos de água por dia.

De acordo com os cientistas de Harvard é impossível fazer uma recomendação que sirva para todos: a necessidade de consumo de água depende da dieta, do clima e do nível de atividade física praticada pela pessoa.

As mulheres grávidas ou mães que estão amamentando, as pessoas que fazem mais atividades físicas, as que vivem em um clima quente ou aquelas que estão doentes deveriam, de acordo com o relatório americano, beber mais água.

E, se você for do tipo que não gosta de água, pode consumir líquidos de outra forma: frutas e verduras como o melão ou o pepino têm grandes quantidades de ádgua.

Mas os médicos advertem: não se pode substituir água por refrigerante, “escolha tomar água ao invés de bebidas açucaradas”.

Por isso, uma opção apresentada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC), é adicionar uma rodela de lima ou limão para dar mais gosto à água.

Fonte: G1

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Lançamento: 4° Prêmio Brasil Sul de Moda Inclusiva

Estamos anunciando, evento de lançamento do PRÊMIO BRASIL SUL DE MODA INCLUSIVA, aberto a participação para alunos de Moda e Design, dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.  O objetivo principal, deste projeto, é motivar a criação e produção de propostas de roupas para pessoas com deficiência,  voltado a participação de alunos dos cursos de moda e design de escolas técnicas e universidades da região sul do Brasil.                                                                    

O PRÊMIO BRASIL SUL DE MODA INCLUSIVA,  é uma ação cultural de moda, aliada ao exercício da  cidadania, que, em 2016, realiza sua quarta edição,  com objetivo principal de provocar, na sociedade brasileira, um amplo  debate sobre moda diferenciada,  além de incentivar o surgimento de novas soluções em relação ao vestuário para pessoas com  deficiência.  O Prêmio  vai reconhecer e premiar o trabalho de estudantes de moda e design, da região sul do Brasil, que deverão projetar e produzir modelos de roupas adaptadas para pessoas com algum tipo de deficiência. S inscrições, para edição 2016,  abrem a partir  do dia-04 de Maio, data do lançamento do 4º PRÊMIO BRASIL SUL DE MODA INCLUSIVA.

Palestra sobre captação de recursos com Fernanda Dearo

Fernanda  Dearo,  Durante  oito anos foi  promotora de vendas da Fundação Abrinc pelos Direitos da Criança, com a função  de conseguir doações para manter a instituição. onde teve a oportunidade de negociar campanhas e eventos com grandes empresários e executivos do país, criando formas inovadoras de aliar o investimento social privado à responsabilidade social . Há 20 anos, Fernanda Dearo desenvolve inovações em captação de recursos, elaboração de projetos, responsabilidade social corporativa, marketing social, leis de incentivo e investimento social privado aplicada às essas áreas para empresas, profissionais e ONGs no Brasil. A Palestra será sobre Captação de Recursos,  Leis de Incentivo e, em especial,  o Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência/PRONAS e de Apoio à Atenção Oncológica/ PRONON, do Ministério de Saúde que permite que pessoas e entidades, que desenvolvem projetos e atendimentos para Pessoas com Deficiência e na área Oncológica, possam captar recursos, para seus projetos, através de isenção fiscal.

Convidada Especial : LAIS SOUZA

Ex-ginasta, que sofreu um acidente em 2014 enquanto treinava para se tornar uma esquiadora, hoje vivendo em uma cadeira de rodas desde o acidente que a deixou entre a vida e a morte, Laís Souza pode, em breve, ter um novo rumo no esporte, esta analisando  a possibilidade de praticar  esportes, novamente, e  se tornar uma paratleta.   Ela também aposta em um tratamento experimental com células-tronco para tentar recuperar ao menos parte dos movimentos. Os progressos surgem aos poucos. “Senti melhora na sensibilidade no pé, no braço, nas costas, na barriga”, contou. Hoje, segundo a própria Laís, cerca de dez pessoas estão ao seu redor para auxiliar na recuperação, entre a fisioterapeuta, equipe médica e de marketing, a mãe e o cuidador, que sempre acompanha, auxiliando nas atividades do dia a dia.

Evento                                                                                                  

Data: 04 de  Maio de 2015, as 14:00 horas                                                              

Local: Plenarinho da Assembleia Legislativa de Santa Catarina ( Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina – Palácio Barriga Verde – Rua Doutor Jorge Luz Fontes, 310- CEP: 88020-900 – Florianópolis – Santa Catarina – Fone: (48) 3221-2500)                                    

Quanto:  Gratuito                                                                                                                  

Mais informações: Fone: 48 – 9992-9209 e  48 – 8443-5853 ou ainda  pelo e-mail  scmodainclusiva@gmail.com   

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Conheça 6 mitos sobre a contratação de pessoas com deficiência

As empresas têm grande dificuldade para contratar e integrar pessoas com deficiência em suas equipes. Com isso, acabam perdendo oportunidades de melhorar sua eficiência e receita. Ainda que existam cotas que obriguem a contratação, esse é um dos públicos menos engajados nas companhias, segundo a consultoria Santo Caos.

“Se a empresa conseguir integrar essas pessoas, elas serão mais produtivas e pró-ativas, gerando lucro”, afirma Guilherme Françolin, sócio da consultoria.

Em uma pesquisa com 461 entrevistados e mais de 40 horas de filmagens, a consultoria conversou tanto com esse público quanto com gestores e pessoas de recursos humanos e levantou 6 mitos sobre a contratação de pessoas com deficiência.

1 – Falta gente

Empresas com mais de mil funcionários precisam ter 5% do quadro de funcionários preenchido com pessoas com deficiência. No entanto, apenas 8% das companhias brasileiras cumprem essa meta.

Em alguns casos, gestores imaginam que não há pessoas com deficiência o suficiente para cumprir as cotas previstas por lei.

No entanto, há 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, ou cerca de 23,9% da população total, segundo o IBGE. Desses, 66% são pessoas economicamente ativas e 21% têm ensino médio completo.

A cota abarcaria apenas 2% de todas as pessoas com deficiência no país. Mesmo assim, ela não é preenchida: apenas 1% de todo esse público é contratado pela cota.

2 – Qualificação

Em segundo lugar, há uma crença de que essas pessoas não seriam qualificadas o suficiente para preencher os requisitos.

No entanto, segundo a consultoria, uma em cada quatro pessoas têm ensino médio completo. 7% têm ainda superior completo – no resto da população, essa faixa é de 10%. Além disso, muitas pessoas adquirem deficiências no decorrer da vida, já formadas.

Por causa desse engano, “a pessoa com deficiência às vezes é contratada apenas para cumprir a cota”, diz Françolin.

Ele explica que muitas vezes essa pessoa não tem um cargo, funções ou tarefas definidas, ficando desmotivada. Dessa forma, ela acaba saindo da empresa – o turn over, troca de emprego em um ano, desse público é de 90%.

3 – Preferem os benefícios

Acredita-se, também, que há pessoas com deficiência que prefiram receber o benefício do governo a trabalhar, por isso seria difícil contratá-las. Contudo, apenas 3,2% recebe essa bolsa.

Além de enfrentar burocracia para garantir o benefício, o valor recebido é baixo e não paga todas as despesas.

4 – Custa caro

De acordo com a consultoria, muitos gestores deixam de contratar pessoas com esse perfil porque acreditam que os custos para tornar o ambiente acessível seriam muito altos. Essa preocupação acaba se tornando mais um obstáculo para a inclusão.

Porém, segundo o diretor, as equipes de recursos humanos deveriam dar mais foco a integração de pessoas com deficiência, para que elas se sintam parte da empresa.

“A maior dificuldade para essas pessoas é o preconceito, não a falta de acessibilidade. Elas já vivem todo dia em um mundo que não é acessível e conseguem se virar”, afirma Françolin.

5 – Não há vantagens

Algumas empresas percebem apenas os custos atrelados às contratações, sem enxergar as melhorias que a inclusão poderia trazer.

O primeiro benefício é bem perceptível no bolso. “A multa para o não cumprimento da cota é bastante alta. Porém, as empresas não são fiscalizadas porque essa política é recente. Elas só vão pensar nessa questão com mais afinco quando doer no bolso”, diz o diretor.

Há vantagens menos visíveis sobre a inclusão desse grupo.

“As pessoas com deficiência são um quarto da população. Se você as ignora na sua equipe, também vai ignorar um quarto dos seus clientes potenciais”, diz o diretor da consultoria.

Além disso, ao tornar o ambiente na empresa mais inclusivo, os funcionários passam a participar mais, sugerindo ideias inovadoras e mudando processos antigos, afirma a consultoria.

6 – Produtividade

Por fim, outro mito mencionado pelos entrevistados foi que essas pessoas teriam dificuldades de exercerem suas funções.

Segundo a pesquisa, a opinião dos gestores mudou depois de trabalhar com pessoas com deficiência. Eles acreditam que esse público produz até mais que uma pessoa sem esse tipo de obstáculo.

“Essas pessoas querem provar para si mesmas que elas conseguem dar conta das tarefas e vencer os desafios que lhe são impostos”, diz Françolin.

 

Fonte: Exame

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