Prevenção de quedas após o Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Por Dra. Dariene Rodrigues

No Brasil o acidente vascular cerebral (AVC) é a primeira causa de morte e incapacidade, com um enorme impacto econômico e social.

As quedas nas pessoas idosas são comuns e aumentam progressivamente com a idade em ambos os sexos e em todos os grupos étnicos e raciais. Representam um problema de saúde pública.

Nos hospitais, as quedas são relativamente comuns e têm sido relatados em 2% a 12% dos pacientes hospitalizados, com taxas mais elevadas em ambientes como unidades de reabilitação e neurocirurgia. Uma queda em um paciente hospitalizado representa um perigo possivelmente evitado.

Você sabia?

  • 20% das quedas ocorrem no banheiro.
  • 34% ocorrem à beira do leito.
  • 38% ocorrem durante a deambulação.
  • 23% a 40% das quedas causam algum grau de dano no paciente.
  • Metade dos pacientes com fratura de quadril após uma queda no hospital vai morrer no próximo ano.
  • 10% a 20% das quedas no hospital são eventos recorrentes.
  • A idade avançada é um fator de risco independente para lesões por quedas, com aumento de 19% para cada década adicional de idade.

Fatores de Risco para quedas

  • Fraqueza de membros inferiores
  • História de quedas
  • Déficit de marcha
  • Déficit de equilíbrio
  • Necessidade de dispositivo de apoio (bengala, andador, etc)
  • Alteração visual
  • Artrose
  • Labirintite
  • Depressão
  • Comprometimento cognitivo
  • Idade maior que 80 anos.
  • Sedentarismo.

Medidas de Prevenção

  • Dispositivos de auxílio para deambulação (órteses)
    • Uso de óculos
    • Calçado adaptado
    • Treinamento físico, marcha e equilíbrio
    • Avaliação e tratamento da hipotensão postural e precauções ortostáticas

Intervenções para evitar quedas

  • O quarto deve ser livre de obstáculos entre a cama e o banheiro, e a cama deve permanecer na posição mais baixa possível.
  • A avaliação da fisioterapia e da terapia ocupacional é recomendada para educar o paciente para mobilidade segura.
  • Treino de equilíbrio e marcha deve ser orientado e estimulado pela equipe da reabilitação, assim como a utilização de dispositivos de auxílio.
  • Trazer e utilizar os óculos.
  • Presença de cuidador e supervisão contínua.
  • Alarmes de cabeceira, interruptor de luz ao lado da cama ou um abajur.
  • Reconhecimento de que qualquer paciente com quedas tem particularmente alto risco de quedas subsequentes.
  • Redução da distância para o banheiro e elevação do vaso sanitário, bem como instalação de barras de apoio laterais e paralelas ao vaso.
  • Idas programadas ao banheiro.
  • Tapetes de tecido (ou retalhos) podem provocar escorregões.
  • Participação em programas de atividade física que visem ao desenvolvimento de agilidade, equilíbrio, coordenação e força muscular.

Fonte: Lado B Moda Inclusiva

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4 Erros na hora da compra da cadeira de rodas

Por Dra. Dariene Rodrigues

Na hora da compra da sua cadeira de rodas é importante que faça a escolha certa, caso contrário, poderá trazer impactos negativos para a sua saúde, independência e para o seu bolso.

Conheça alguns erros comuns e como evitá-los:

  1. Erro: Compra da cadeira de rodas sem prévia consulta e orientação especializada.

Como evitar: Na hora da compra procure ajuda de um fisioterapeuta ou terapeuta para uma avaliação completa e informações sobre as melhores opções de tecnologia disponíveis no mercado.

  1. Erro: Uso da cadeira de rodas sem prévia instrução e treinamento.

Como evitar: Após a compra da cadeira de rodas é importante que seja agendado uma sessão com o fisioterapeuta ou terapeuta especializado para que seja informada a melhor forma de uso, assim como, a verificação de algum tipo de ajuste personalizado, de forma a atender melhor às suas necessidades e segurança.

  1. Erro: Nunca compre uma cadeira de rodas através de loja virtual ou correio, num primeiro momento.

Como evitar: Sempre que for realizar a compra da sua cadeira de rodas, dirija-se até uma loja e busque informações sobre marcas e modelos, assim como, a que melhor se adapta às suas necessidades. Lembre-se da importância da avaliação e das medidas.

  1. Erro: Compra de uma cadeira de rodas usada.

Como evitar: Na hora da compra faça a opção por uma cadeira de rodas nova e personalizada para garantir os melhores resultados e evitar alguns problemas, como por exemplo, problemas posturais. A cadeira de rodas usada provavelmente deve ter sido adaptada para o anterior proprietário e não irá se ajustar às suas necessidades.

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Enfermeira com Doença de Crohn cria lingerie para mulheres OSTOMIZADAS.

A enfermeira britânica, Jasmin Stacey, que tornou-se uma pessoa ostomizada devido a Doença de Crohn, lançou no final do ano passado uma linha de lingerie que permite que mulheres ostomizadas, não deixem de ser sexy!
A linha de lingerie é feita de seda inglesa e tem peças que valorizam o corpo da mulher.

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Fonte: http://jasminestaceycollection.co/

O que é espasticidade pós AVC?

Por Dra. Dariene Rodrigues

O acidente vascular cerebral (AVC), ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. O AVC também é chamado de Acidente Vascular Encefálico (AVE).
No Brasil, o AVC é a principal causa de morte e sabemos que, no mundo, o AVC é a principal causa de incapacidade, ou seja, sequelas. Assim, após um AVC do qual resultou alguma sequela, devemos focar na reabilitação desse indivíduo para que ele atinja a independência para as atividades da vida diária. Essa reabilitação deve ser iniciada assim que esteja estável clinicamente, ou seja, nas primeiras horas.
As sequelas resultantes de um AVC envolvem comumente alterações motoras (força muscular) e sensitivas (sensibilidade), prejudicando a mobilidade física.
Déficits nas funções cognitiva (por exemplo, memória), visual, emocional, equilíbrio, para alimentação e da fala também podem estar presentes. A gravidade dependerá da região e extensão da lesão no cérebro. Assim, o paciente deverá ser avaliado por uma equipe interdisciplinar para programação do tratamento reabilitador a ser instituído.

Essa equipe deve ser composta por:

  • Fisioterapeuta
  • Terapeuta Ocupacional
  • Fonoaudiólogo (fala e deglutição)
  • Psicólogo
  • Nutricionista
  • Enfermeiro
  • Assistente Social

A reabilitação desse paciente é na maioria das vezes, um grande desafio. Os esforços para minimizar o impacto na qualidade de vida e para aumentar a recuperação funcional após AVC têm sido o foco para as equipes interdisciplinares de reabilitação.
A presença de déficit do controle motor pode ser caracterizada por fraqueza, mas também alteração de tônus (contração muscular) e movimentos estereotipados (anormais), que podem limitar as habilidades para realizar atividades como andar, vestir-se, alimentar-se e autocuidar-se, ou seja, ser independente para as atividades da vida diária.

A hemiplegia, conhecida como paralisia (total ou parcial) de um lado do corpo é uma sequela frequente pós um AVC.

O que é a Espasticidade?

A espasticidade é uma exacerbação da contração muscular. Imediatamente após o AVC, existe perda do tônus (contração) muscular, denominada de paralisia flácida.

A flacidez é caracterizada como perda do movimento voluntário.
Nenhuma resistência é encontrada quando o alongamento é aplicado na musculatura. Esse estágio pode durar horas, dias ou semanas. O tônus muscular tende a aumentar gradualmente e a espasticidade a se instalar.

A espasticidade pode ser prevenida com a reabilitação precoce, mas alguns pacientes irão desenvolvê-la apesar disso.

Cerca de 40% dos pacientes que sofreram um AVC evoluirão com espasticidade. Essa condição tem grande impacto na vida dessas pessoas. Afeta sua rotina pessoal e familiar. Muitas vezes, a rigidez muscular impede as tarefas do cotidiano como a alimentação, movimentação e higiene pessoal.

Se não prevenirmos ou não tratarmos a espasticidade que se instalou, teremos como consequência:

  • Deformidades posturais
  • Dor intensa
  • Redução na mobilização
  • Comprometimento funcional
  • Diminuição na qualidade de vida do paciente
  • Aumento na carga do cuidador

Devemos também estar alerta para os fatores agravantes como:

  • infecções urinárias;
  • úlceras de pressão (escaras);
  • constipação intestinal;
  • retenção urinária;
  • emocionais;
  • climática (frio);
  • imobilidade;
  • lesões ungueais (nas unhas, como micoses)

Como devemos tratar a espasticidade?

  • Reabilitação;
  • Correção dos fatores agravantes;
  • Medicamentos relaxantes musculares orais ou injetáveis como a Toxina Botulínica.

Os medicamentos orais que podem ser utilizados para minimizar a espasticidade normalmente levam a efeitos colaterais indesejáveis como: sedação, hipotensão, reação na associação com outros medicamentos e aumento do risco de convulsões.

O tratamento com Toxina Botulínica, realizado com injeções diretamente nos músculos afetados, atuando na junção neuromuscular, leva a um relaxamento muscular sem efeito generalizado e transitório. Assim, para maior benefício, as aplicações devem ser repetidas a cada 3 ou 4 meses.

Importante: Converse com a equipe de reabilitação e com o seu médico para ver qual seria o melhor tratamento para o seu caso.

Fonte: Lado B Moda Inclusiva

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Não há uma pessoa mais bonita do que outra. Estão aqui as provas

A edição anual do ‘Love Your Body’ do Now Toronto revela, numa série de imagens, como cada pessoa é bela à sua maneira.

Nus. Sem roupa e sem preconceito. É desta forma que a edição anual do ‘Love Your Body’ do Now Toronto revela como cada pessoa é bela à sua maneira.

Numa sessão fotográfica, ativistas, escritores e artistas mostram o seu corpo e revelam todas as complicações que cada parte consegue trazer, seja por vergonha, seja por incapacidade ou por ‘não-pertença’.

O resultado final foi partilhado no site Metro. Clique nas imagens e veja quem se despiu de todos os preconceitos.

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Fonte: O Minuto

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Kayla Kosmalski: primeira modelo com síndrome de Down da GAP

A GAP, uma famosa marca de roupas dos Estados Unidos, tem uma nova modelo mirim: a animada Kayla Kosmalski, uma garota de nove anos com síndrome de Down. A pequena é a primeira com a trissomia a representar a marca americana e participou do desfile de lançamento nova linha infantil feita em parceria com a apresentadora Ellen DeGeneres no ano passado. No evento organizado pelo projeto Changing the Face of Beauty (Mudando o Rosto da Beleza, em tradução literal), Kayla desfilou com outras 14 crianças, com e sem deficiência.

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“Kayla é inteligente, bonita, gentil e muito animada, assim como qualquer outra garota da mesma idade. A síndrome de Down é um detalhe”, conta Amy, mãe de Kayla. “Quando descobrimos que ela tinha trissomia, decidimos que não iríamos segurá-la. Queremos que ela siga os próprios sonhos e desejos, da mesma forma como qualquer criança deveria”.

Kayla adora moda, se maquiar e arrumar o cabelo. Ouve Taylor Swift, dança hip hop, gosta de brincar em seu tablet, de trocar mensagens com os amigos e de ir à escola. “Ela é uma típica garota de nove anos”, pontua a mãe. “Ela quer ser famosa e aparecer na TV, mas se não puder, ela gostaria de ser a Mary Poppins”.

Fonte: Movimento Down

LANÇAMENTO: Tênis Lado B para pessoas com deficiência e praticantes de caminhada ou corrida.

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O que é o Acidente vascular Cerebral (AVC)?

Por Dra. Dariene Rodrigues

O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. O AVC também é chamado de Acidente Vascular Encefálico (AVE).

Tipos de AVC

*AVC Isquêmico: entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro.

*AVC Hemorrágico: rompimento do vaso provocando sangramento no cérebro.

Sintomas de AVC

  • Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo
  • Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo
  • Perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos
  • Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem
  • Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente
  • Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.

Prevenção

Muitos fatores de risco contribuem para o seu aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade. A adequação dos hábitos de vida diária é primordial para a prevenção do AVC.

Fonte: Lado B Moda Inclusiva

 

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Fotógrafo “reaprende” a tirar fotos com filha portadora de síndrome de Down

O polonês Sebastian Luczywo é um fotógrafo profissional que já foi notícia internacional por retratar imagens da rotina de sua família de maneira totalmente criativa. Parece que todo seu empenho foi inspirador para sua filha que, sem que ele soubesse, aprendeu também a tirar belíssimas fotos.

A novidade foi descoberta por Luczywo após ver as imagens tiradas por sua filha Kaja de uma viagem escolar em que normalmente são registrados cada segundo das aventuras vividas. Ao contrário do que se esperava, ela optou por tirar somente cinco fotos com as lembranças mais importantes do passeio.

Segundo o relato do fotógrafo, publicado no site Bored Panda, as imagens fizeram com que ele questionasse seu próprio trabalho. “Desde o início [do trabalho como fotógrafo] eu focava em conteúdo ao invés de forma e em contar uma história em cada imagem tornou-se o meu objetivo. Mas com o tempo eu comecei a olhar muito amplamente as questões e eu também senti que caí em padrões. Como todo criador eu senti que era hora de um novo olhar e estou muito feliz por Kaja ter se tornado meu exemplo”.

Fonte: Ciclo Vivo

Vlogueira de beleza surpreende seguidores ao revelar que é tetraplégica

A cada vídeo que publicava para os 36,8 mil seguidores de seu canal no YouTube, a inglesa Jordan Bone era bombardeada por perguntas sobre as suas mãos. Até então a vlogueira só tinha feito imagens com enquadramento fechado em seu rosto e mal mostrava os membros superiores, mas, há uma semana, a jovem decidiu revelar o porquê de ser tão reservada: ela é tetraplégica.

No vídeo chamado “My Beautiful Struggle” (“Minha Bela Luta”, em tradução literal), ela contou que perdeu a função motora das pernas e das mãos há 10 anos, após um acidente de carro. “A verdade é que não posso mexê-las, nem abri-las e nem fechá-las”, Jordan explicou enquanto mostrava a cadeira de rodas. “Então conseguir fazer uma maquiagem boa o suficiente para mostrar a vocês foi uma grande conquista”.

Bone também mostrou o rosto sem maquiagem e falou sobre a depressão que teve que superar para voltar a se maquiar. Como as mãos já não tinham os mesmos movimentos, Jordan reaprendeu a usá-las com a ajuda da boca. “Não posso me vestir e nem me pentear sozinha, então ser capaz de fazer minha maquiagem é o que tenho de meu”, finalizou.

Fonte: Mulher UOL

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