Salão na Itália ensina mulheres cegas a cuidar da própria beleza sozinhas

“A aparência conta. E muito. Afinal, vivo em um mundo de pessoas que enxergam”, diz a deficiente visual Florinda Trombetta.

Um salão de cabeleireiros em Milão, a capital da moda italiana, oferece cursos de beleza para mulheres cegas que querem cuidar da própria aparência sozinhas. A ideia nasceu da amizade entre a proprietária do centro de beleza, Tiziana Ghislotti, com uma deficiente visual.

“Um dia eu estava na academia de ginástica secando meus cabelos e a Tiziana se aproximou oferecendo ajuda para enxugá-los. A princípio fiquei um pouco ofendida, porque apesar de ser cega, posso usar o secador sozinha. Mas logo depois, a sua naturalidade e simpatia me conquistaram”, conta à BBC Brasil Florinda, de 34 anos, funcionária de uma Consultoria de Recursos Humanos.

Meses depois, enquanto dava conselhos à amiga sobre como escovar os cabelos em casa, Tiziana percebeu que poderia ser útil a outras deficientes visuais. A partir daí, ela elaborou os cursos gratuitos realizados no próprio salão, duas vezes ao mês, depois do expediente.

“Não é um trabalho fácil, é um desafio para mim e para as minhas assistentes. Até conhecê-las, a gente não fazia ideia das inúmeras dificuldades que as pessoas cegas enfrentam cotidianamente para realizar até mesmo os gestos mais simples. Mas no final, quem ganha somos nós, que passamos a conhecer uma realidade diferente”, afirma Tiziana, que é proprietária de um dos salões de beleza mais movimentados da cidade.

Durante os encontros, que duram cerca de três horas, cada assistente se dedica a duas alunas. As instruções para penteados e maquiagens são personalizadas, com base no tipo de cabelo e de pele, biotipo, estilo de vida e, naturalmente, gosto pessoal. “Elas se cuidam muito, querem se informar sobre os produtos, sobre a moda. São mulheres que trabalham, são dinâmicas e esportivas. É importante que elas tenham em quem confiar”, afirma Tiziana, que tem 40 anos de profissão.

A aparência conta

Para Florinda, que perdeu a visão aos 20 anos por causa de uma doença degenerativa, é importante manter um bom aspecto.

“Sei que todos me olham porque sou diferente, porque caminho com uma bengala branca. E já que sou constantemente alvo de atenção, quero que me vejam não apenas como deficiente, mas como alguém de boa aparência. Afinal, vivo em mundo de pessoas que enxergam.”

Ela afirma que estar bem penteada e com as mãos cuidadas a fazem sentir-se bem. “No curso aprendi um segredo precioso para enxugar os cabelos com o secador sem que eles se armem. E funciona realmente. As sugestões que nos dão são muito válidas. Agora, quando chego ao escritório, os colegas notam e elogiam cada pequena diferença no meu visual.”

Florinda passou a praticar esportes depois de perder a visão. Ela e o marido, com quem é casada há 9 anos e que também é cego, participaram da Paraolimpíada de Londres, em 2012. Ele, como campeão de beisebol, ela de canoagem. Recentemente, Florinda aprendeu a esquiar. “Faço descida livre. É adrenalina pura”.

“Sou muito esportiva e não abro mão do que posso fazer com autonomia para ficar mais bonita, como pentear-me e vestir-me bem. E apesar de ter um pouco de dificuldade em me maquiar, uso um pouco de base, rímel e um brilho nos lábios.”

Confiança

Também para Giovanna Gossi, de 49 anos e cega desde a infância por causa de um glaucoma congênito, a aparência conta. E muito. “Para quem não pode se ver no espelho, a preocupação com o próprio aspecto é ainda maior”, diz a telefonista de um instituto financeiro.
“Não vejo meu rosto e, portanto, tenho que confiar nas pessoas”.

No curso, além de técnicas específicas para escovar ou amarrar cabelos finos, ela recebeu sugestões de maquiagem e conselhos para substituir alguns cosméticos por produtos mais fáceis de serem utilizados, como trocar a base líquida pelo pó compacto.

“Nas aulas, desenvolvemos um método que agradou a todas. Basta passar o pincel no estojo de pó três vezes e iniciar a aplicação abaixo das bochechas, de dentro para fora, duas vezes em cada lado do rosto, depois espalhar pela testa, descer passando pelo nariz até o queixo, sem deixar nenhuma parte de fora, e esfumaçá-lo no início do pescoço”, ensina.

Combinando cores

Também em Milão, Giovanna e outras deficientes visuais fizeram um curso com uma personal shopper de quem receberam dicas de como comprar roupas adequadas a cada fisionomia e estilo, além de aulas de postura e lições sobre como caminhar de salto alto. “É claro que quando você corre para pegar o ‘tram’ (espécie de bonde sobre trilhos, comum em Milão), vai tudo por água abaixo”, brinca.

Exigente e atenta às novidades da moda, Giovanna recorre a uma amiga na hora de ir às compras e combinar cores. “Não posso usar somente preto e branco porque são cores que, juntas, ficam sempre bem. Há muitos outros tons que podem ser misturados”.

E embora o namorado não seja deficiente visual, Giovanna diz não confiar no seu gosto.
“Jamais vou sair para comprar roupas com ele”, conta. “Qualquer coisa que eu vista, até uma camisa de homem, o comentário dele é sempre o mesmo. ‘Belíssima!’”.

Fonte: BBC Brasil

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Brasileira lança marca de moda na Índia que reverte parte do lucro para ajudar crianças pobres no país

A brasileira Letícia Salles sempre trabalhou com moda e sentia que precisava dar algo em troca para a sociedade. Ela vive na Índia há dois anos e meio e em julho deste ano Letícia um sócio indiano inauguraram uma marca de moda social chamada Happee.

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Como diria Gandhi, o propósito da marca é “ser a mudança que você quer ver no mundo”. A ideia é criar uma moda consciente, que ajude a quem precisa. A cada produto vendido (lenços, sapatilhas ou bolsas bordadas à mão), eles destinam 2 dólares para a educação de crianças carentes, além de apoiar os artesãos que fabricam os produtos da marca.

O escritório da Happee fica em Jaipur, onde proporciona moradia, alimentação e estudos para 60 crianças com HIV atendidas por uma ONG chamada Rays.

Com o passar do tempo, pretendemos expandir nossas operações e nosso trabalho social a outros países, principalmente o Brasil. Nosso escritório fica baseado em Jaipur, mas entregamos no mundo inteiro, e já temos clientes da Índia, Brasil (mais da metade), Estados Unidos, Reino Unido, Colômbia, Rússia e China”, conta Letícia.

Fonte: Eco Desenvolvimento

Você faz exercícios físicos na praça da sua cidade?

Por Dra. Dariene Rodrigues

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Aparelho: Remada para cadeirante.

Função: Fortalecimento dos músculos das costas e ombros.

 

 

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Aparelho: Rotação vertical dupla para cadeirante.

Função: Fortalecimento dos músculos dos membros superiores e melhora a amplitude de movimento dos ombros.

 

 

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Aparelho: Rotação vertical com diagonal dupla para cadeirante.

Função: Aumenta a amplitude de movimento dos ombros e cotovelos.

 

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Aparelho: Alongador para cadeirante

Função: Aumenta a amplitude de movimento dos membros superiores.
 

 

 

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Aparelho: Puxador alto para cadeirante.

Função: Fortalecimento da musculatura das costas e dos ombros.

 

 

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Aparelho: Desenvolvimento para cadeirante.

Função: Fortalecimento das musculaturas do peito, costas e braço.

 

 

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Aparelho: Desenvolvimento com puxada alta para cadeirante

Função: Fortalecimento das musculaturas do peito, costas e braço.

 

 

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Aparelho: Voador peitoral com dorsal para cadeirante.

Função: Fortalecimento das musculaturas do peito, costas e braço.

 

 

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Aparelho: Supino para cadeirante

Função: Fortalecimento das musculaturas do peito, costas e braço.

 

 

Já conhece o Cartão de Presente Lado B Moda Inclusiva?

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A importância dos exercícios abdominais para os deficientes

Por Dra. Dariene Rodrigues

Os exercícios abdominais são normalmente realizados pela maioria das pessoas que frequentam academias ou realizam atividades físicas com objetivo estético, a fim de conseguirem uma “barriga chapada” ou “barriga tanquinho”. No entanto, existem funções importantes dos músculos abdominais que podem ser desconhecidos e que são de extrema importância para a postura, funcionamento do organismo e auxiliam nas atividades de vida diárias.

O abdômen é composto pelos seguintes músculos abdominais: reto, oblíquos (interno e externo), transverso e piramidal, localizados na região ântero-lateral do tronco. Veja a imagem abaixo:

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Alguns benefícios dos exercícios abdominais:

-Proporcionam um ajuste musculoesquelético (ossos e músculos) para manutenção da boa postura e do equilíbrio para realização das atividades cotidianas;

-Previne o aparecimento de desvios posturais, tais como: lordoses, hérnia de disco, compressões discais, osteófitos marginais (“bicos de papagaio”), que resultam em dores na coluna;

-Participam na respiração (expiração), na micção, na defecação e no parto normal.

Há vários exercícios para a região abdominal e alguns não são indicados, se existir algum problema na coluna. Por isso, é necessária uma avaliação física para que seja montado um programa de treinamento individualizado e personalizado, referente à execução correta dos movimentos, as repetições; as cargas, o descanso para recuperação muscular, evitado danos maiores para a coluna e buscando o objetivo esperado.

Também é importante enfatizar que os exercícios abdominais não eliminam gordura localizada (barriga). Eles são como todos os outros músculos do nosso corpo, e para que exista ganho de massa muscular devem ser estimulados. Já a eliminação da gordura localizada deverá acontecer com uma reeducação alimentar associada á prática de exercícios físicos adaptados regulares (aeróbicos/musculação).

IMPORTANTE:

Peça orientação de um profissional de saúde ou profissional de educação física para execução dos exercícios abdominais.

 

CARTÃO DE PRESENTE! Uma ótima opção para presentear seu amigo com 1 Bermuda Adaptada e Personalizada da Lado B Moda Inclusiva.

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‘Anã mais linda do Brasil’ agora quer conquistar o mundo e vira notícia em site europeu

Você se lembra da história da ‘anã mais linda do Brasil’? O programa a ‘A Tarde É Sua’ mostrou a emocionante história de Karina Lemos, uma mulher de pouco mais de 1,22 metros de altura que sofria de depressão por causa de sua baixa autoestima.

Com a ajuda da equipe do programa de Sonia Abrão, Karina conseguiu realizar seu sonho e colocou silicone nos seios e realizou uma lipoaspiração no abdomên.

Agora, a história da ‘anã mais linda do Brasil’ foi parar no site britânico ‘Mail Online’. A reportagem chama a atenção para o alto número de seguidores de Karina no Instagram – mais de 39 mil – e destaca até uma proposta de casamento que ela recebeu na rede social.

E como relembrar é viver, confira a história de Karine de acordo com o programa ‘A Tarde É Sua’:

– Karine foi ao programa pela primeira vez em julho de 2014 para pedir ajuda: ela se sentia deprimida e com a autoestima baixa pois não gostava de sua aparência

Fonte: Rede TV

Já conhece as Calças e Bermudas Adaptadas e Personalizadas da Lado B Moda Inclusiva?

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Lado B Moda Inclusiva lança proposta de empreendedorismo para pessoas com deficiência

A Lado B Moda Inclusiva, pioneira no Brasil, no desenvolvimento, confecção e comercialização de peças de roupas adaptadas para pessoas com deficiência, acaba de lançar um novo modelo de negócio para oferecer seus produtos através da “Micro Franquia Online Lado B Moda Inclusiva.”

A moda inclusiva é um novo modelo de negócio, com um grande potencial de consumo interno e externo, sendo um assunto de muita importância para as pessoas com deficiência. Só no Brasil, são 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população, segundo dados do Censo do IBGE de 2010.

Outro diferencial da proposta é que requer baixo investimento, e por se tratar de uma loja virtual, sua operação é “home based”, o que facilita a utilização de tecnologias assistivas pelas pessoas com deficiência. Além de contar com um atendimento padronizado para todo Brasil.

Segundo a idealizadora da marca, Dra. Dariene Rodrigues, o objetivo principal da proposta é promover algo transformador e de impacto social, possibilitando que pessoas com deficiência tornem-se empreendedoras, protagonistas, que gerem renda e conseqüentemente mudem suas expectativas e tenham uma melhor qualidade de vida.

Já para o primeiro Micro Franqueado Online da marca, Thiago Cenjor, é uma grande oportunidade de desenvolver sua própria empresa de moda inclusiva, devido ao baixo custo e mais flexibilidade de horários, vendendo produtos que realmente contemplam as necessidades das pessoas com deficiência, principalmente de cadeirantes, que acabam tendo algumas necessidades, tais como: uso de fralda, bolsa coletora e pratica o cateterismo. Além das aberturas facilitarem o vestir e o despir, com muito conforto e beleza.

Thiago é natural de Santo André, no ABC Paulista, tem 35 anos, graduado em química e tornou-se deficiente devido um assalto, onde foi baleado nas costas, no ano de 2001, o que resultou numa paraplégica (lesão medular torácica). Atualmente realiza consultoria em acessibilidade – Thiagocenjor Representação Comercial em Acessibilidade. Também é piloto de automobilismo e de kart adaptado (Campeão Paulista em 2009 e 2010 e Campeão Brasileiro em 2012), e praticante de canoagem, conquistando a medalha de prata, no Pan-Americano, no Rio de Janeiro. Atua como modelo, participando de campanhas publicitárias, desfiles e palestras.

A Micro Franquia Online Lado B Moda Inclusiva também poderá ser uma oportunidade de negócio para profissionais de saúde e pessoas afins, pois poderão aliar aos seus conhecimentos da área de saúde para a indicação de produtos para os seus clientes/pacientes.

A Lado B Moda Inclusiva está constantemente buscando o desenvolvimento de novas peças baseadas em pesquisas e estudos, contando sempre com o que há de melhor na área de tecnologia têxtil e práticas sustentáveis.

Quer ser um Micro Franqueado Online?

www.ladobmodainclusiva.com.br

Tel.: (15) 3012-8681

Cel / WhatsApp: (15) 9 8142-8580

Quais os benefícios da natação adaptada para as pessoas com deficiência?

Por Dra. Dariene Rodrigues

A natação é um dos esportes mais completos e apropriados para indivíduos com algum tipo de deficiência, principalmente física, devido aos vários benefícios e às facilidades proporcionadas pela execução de movimentos com o corpo imerso na água.

As lesões neurológicas mais comuns em indivíduos jovens são o traumatismo crânio-encefálico (TCE) e a lesão medular. Nas crianças, são sequelas de paralisia cerebral, e em adultos e outros são o acidente vascular encefálico (AVC) e TCE. Também encontramos ainda um número significativo de adultos com sequela de poliomielite. As sequelas mais comuns encontradas nos indivíduos com deficiência física são: hemiplegia, paraplegia, tetraplegia, paresias, alterações motoras, espasticidade, alteração de tônus, alteração de equilíbrio e alteração de coordenação.

Seguem alguns benefícios:

Cognitivos: Os aspectos motivacionais e as propriedades terapêuticas da água estimulam o praticante a compreender o movimento do seu próprio corpo explorando as várias formas de se movimentar, adaptando as suas limitações às propriedades da água.

Psicossociais: Efeito significativo na melhora do humor e na motivação, além da possibilidade de descarregar as tensões através do poder relaxante da água e satisfação na realização de movimentos.

Fisiológicos: As propriedades da água contribuem para a realização de exercícios de educação e reeducação motora, proporcionando as pessoas com deficiência física maior segurança.

Terapêuticos: A água facilita a locomoção sem grande esforço, alivia o estresse sobre as articulações que sustentam o peso do corpo, auxilia no equilíbrio estático e dinâmico, facilita a execução de movimentos que em terra seriam muito difíceis ou impossíveis de serem realizados.

Outros benefícios terapêuticos alcançados são os seguintes:

-diminuição de espasmos musculares e relaxamento da musculatura esquelética;

-alívio da dor muscular e articular;

-manutenção ou aumento da amplitude de movimento;

-fortalecimento e aumento da resistência muscular localizada;

-melhora da respiratória e condição cardiovascular;

-melhora na elasticidade da pele

-melhora no equilíbrio estático e dinâmico

-relaxamento da coluna vertebral;

-melhora da postura e da propriocepção

A natação adaptada ou os exercícios aquáticos proporcionam as pessoas com deficiência física um momento de liberdade, no qual este consegue movimentar-se livremente, sem o auxílio de bengala, muletas, próteses ou cadeira de rodas. O movimento livre lhe proporciona a possibilidade de experimentar suas potencialidades, de vivenciar suas limitações, de conhecer a si mesmo e quebrar as barreiras da incapacidade.

Já conhece os nossos COMBOS DE NATAL? Peça pelo número! Excelente dica de presente “original e funcional” para você ou para presentear seu amigo neste natal.

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CONCURSO ELEGE ‘RAINHA ESPECIAL’ DA MÜNCHENFEST

As onze candidatas concorrentes estão divididas em três categorias. Em cada caso será eleita uma Rainha. Além disso, as concorrentes vão eleger uma Miss Simpatia.

A Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria de Assistência Social, realizou ontem a apresentação oficial das 11 candidatas ao I Concurso de Rainha Munchenfest Especial. A iniciativa visa garantir a inclusão de pessoas com deficiência na tradicional Festa do Chopp Escuro.

As onze candidatas concorrentes estão divididas em três categorias: ausência de membros e dificuldade de locomoção, deficiência visual, auditiva e da fala; cadeirantes; e autismo, Down, deficiência intelectual leve e moderada.

Por conta das categorias, serão eleitas três rainhas nesse concurso, além de uma Miss Simpatia, escolhida pelas próprias concorrentes. “Dividimos em três categorias para que os jurados conseguissem ser o mais justo possível na hora da escolha, porque é preciso considerar questões diferentes nessa avaliação”, explica a diretora do Departamento da Pessoa com Deficiência e uma das coordenadoras do concurso, Ana Cristina Duda.

O concurso acontece na noite desta sexta-feira, às 19 horas, no Ginásio da Pessoa com Deficiência, e será aberto ao público. As três rainhas eleitas pela banca de jurados serão premiadas com um traje típico alemão, obtido através da SMAS com o apoio de colaboradores, e uma viagem.

A Miss Simpatia também será premiada com o traje típico. O concurso ocorrerá em duas etapas.

SISTEMA: Disputa se dará em duas etapas
O concurso desta noite ocorrerá em duas etapas. A primeira delas será classificatória, com a avaliação de beleza e desenvoltura das participantes, enquanto a fase final irá avaliar elegância e também conhecimentos sobre as conquistas dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Fonte: Jornal da Manhã

Estas 4 mulheres viraram empresárias para transformar a vida de minorias

O Brasil é um país de empreendedores. Um estudo do Data Popular aponta que três em cada 10 brasileiros pensam em ser patrões.

As motivações para tocar o próprio negócio geralmente giram em torno do dinheiro. Os brasileiros buscam empreender não porque sentem que têm o dom para os negócios ou porque querem ajudar, de alguma forma, a sociedade. Com a crise econômica, aumento do desemprego e achatamento dos salários, eles procuram ocupações mais rentáveis.

Mais de 42% querem abrir o próprio negócio com a intenção de ganhar mais e crescer profissionalmente. A pesquisa foi feita entre abril e maio deste ano, em 140 municípios do País.

Há aqueles empresários, porém, que não colocam a grana no topo de suas prioridades. É o caso das quatro empreendedoras que o HuffPost Brasil entrevistou para esta reportagem.

Para elas, o que está à frente do lucro é mudar ou ajudar, de alguma forma, pessoas que sempre estiveram à margem. Da moda, dos padrões de beleza convencionais, do que é tachado por aí de “normal”.

Myriam e as mulheres com câncer de mama

Foi com esse pensamento que a empreendedora Myriam Sanchez decidiu criar a Mama Amiga, loja de roupas íntimas para mulheres que passaram pela mastectomia (retirada da mama).

Myriam abriu o negócio depois de sua prima ser diagnosticada com câncer de mama e precisar se submeter a uma operação como essa aos 30 anos.

“Buscamos produtos em diversos estados brasileiros, sem sucesso. Portanto, decidimos confeccioná-los e surgiu a Mama Amiga”, contou.

Apesar de o câncer de mama ser um dos mais comuns entre as mulheres, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), não havia no Brasil à época peças para quem passava pelo tratamento.

Ela abriu em 1985 a loja que venderia peças exclusivamente para essas mulheres em São Paulo.

Hoje, o estabelecimento oferece sutiãs, camisetes, maiôs, biquínis, calcinhas e camisolas para todos os bolsos. Ela também vende próteses mamárias nacionais e importadas.

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yriam explica que os produtos são confeccionados com adaptações específicas para colocação das próteses mamárias.

“A diferença é que os produtos comercializados por outras empresas não têm esse suporte para a prótese mamária, e, quando têm, alguns muitas vezes acabam danificando as próteses de silicone.”

Ela diz que o diferencial da Mama Amiga é criar moldes atuais, com cores modernas e com rendas, entre outras opções de customização do produto. Para isso, ela trabalha tanto com peças confeccionadas em grande escala quanto com peças mais exclusivas, feitas artesanalmente.

Apesar de não ter uma renda fixa mensal com a loja, a Mama Amiga é a menina dos olhos da dona Myriam.

Aos 66 anos, ela acredita que sua missão sempre foi ajudar o próximo. “Sou assistente social de formação e aqui renovo minha missão diariamente. Temos clientes de longa data que são consideradas amigas.”

Uma das maiores satisfações, segundo a empreendedora, é ver a mudança na autoestima de suas clientes:

“Muitas mulheres chegam à loja com baixa autoestima, às vezes até choram ao se olhar no espelho pelo fato de se sentirem abaladas com a perda da mama. Aqui na Mama Amiga, parece que ocorre uma transformação, elas vão experimentando diversos produtos e vendo que existe um lugar onde elas podem fazer as pazes com a feminilidade, encontrando produtos diferenciados e até sexy. Portanto, saem de cabeça erguida e com um sorriso no olhar.”

Carolina e as pessoas com deficiência

O negócio criado e comandado por Carolina Ignarra trata da inclusão de pessoas com deficiência física e/ou intelectual no mercado de trabalho. Por isso, sua consultoria especializada leva no nome o verbo da mudança: Talento Incluir.

Sua própria condição a motivou a criar a consultoria em 2008 em São Paulo. Sete anos antes, Carolina sofreu um acidente de moto e virou cadeirante. Ela tinha acabado de se formar em educação física. “Três meses depois do acidente, quando eu achava que eu estava inválida, minha gestora me convidou para voltar ao trabalho.”

Aos poucos, Carolina voltou a dar aulas de ginástica laboral, e a procura das empresas pelo seu trabalho começou a aumentar — mas não da forma que ela gostaria. “As empresas queriam me contratar, fazendo propostas que não combinavam com meu perfil”, conta. “Entendi que elas, pressionadas pela Lei de Cotas, queriam contratar deficiências e não profissionais.”

Foi nesse período que ela percebeu que poderia investir em um negócio que conseguisse integrar as competências dos profissionais com deficiência com as necessidades reais das empresas que querem cumprir a Lei de Cotas.

Hoje, a consultoria desenvolve as empresas e os talentos interessados no sucesso dessa relação.

Segundo Carolina, a maior dificuldade do dia a dia é incentivar a mudança da imagem da pessoa com deficiência, tanto na visão do mercado de trabalho como do próprio profissional:

“Muitas pessoas com deficiência foram paternalizadas e sentem-se pressionadas demais pelo competitivo mercado de trabalho. Tentamos desenvolver o comportamento das pessoas para atuação com mais igualdade na sociedade.”

Carolina estima que mais de 1.000 profissionais com deficiência já passaram pela consultoria. Um deles marcou a trajetória da empreendedora:

“Incluímos um rapaz com deficiência intelectual que era homossexual. Talvez esse tenha sido o mais marcante, pois ele não tem intelecto preservado para falar da homossexualidade dele de forma discreta. Por isso, precisamos preparar a equipe dele para evitarmos exclusão e preconceitos pelos dois motivos. E foi um sucesso o relacionamento interpessoal no trabalho dele. É muito gratificante.”

Com sete anos de mercado, a Talento Incluir já atendeu mais de 300 empresas, como Itaú, Santander, Carrefour, Grupo Pão de Açúcar, Duratex e Gol Linhas Aéreas.

Com um mercado crescente — o IBGE estima que o Brasil tenha 45,6 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência — e poucas empresas que prestam tal serviço, Carolina diz que a crise não chegou à sua firma.

“Estamos fazendo um ótimo ano, com faturamento até acima do esperado. Para o próximo ano, vamos inovar para atender demandas dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro”, finaliza a empreendedora.

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Andrea e as gordinhas

Mirar no público que não está nos holofotes da maioria das confecções rendeu sucesso profissional a Andrea Vasques, dona da Andrea Vasques Moda Plus Size. Sua motivação para criar o negócio foi não encontrar lingeries bonitas e sexy para ela mesma.

“Estava acima do peso e não achava lingeries bonitas, só comprava nas cores básicas, principalmente na cor bege. Comecei a investigar e vi que não tinha distribuidores, apenas um que vendia lingeries básicas. Foi então que nasceu a ideia.”

Depois de muita procura, Andrea encontrou um distribuidor com opções diferenciadas. “Comprei lingeries de renda, de cores variadas e estampas lindíssimas, e percebemos que as mulheres com sobrepeso não estão acostumadas com essas opções. Muitas diziam: ‘isso é pra mim? Tem o meu tamanho?’”, lembra.

A empresária começou a vender em 2010 as lingeries sexy em feiras de bairros de Brasília, onde vive. “Depois de investirmos em lingeries e espartilhos, ampliamos para lingeries do dia a dia e, depois, para outras peças.”

Dois anos e meio depois, Andrea abriu a própria loja com preços acessíveis. “Tem sutiãs de R$ 70 a R$ 210.”

Os produtos seguem a moda e têm características específicas para as mulheres com sobrepeso. Os sutiãs, por exemplo, têm alças mais largas e reforçadas.

Mas o principal trabalho na loja não é a busca pelos melhores modelos ou vendas mas sim da autoestima das clientes.

“Existe o público que procura e não acha. Mas existe outro que acha que só pode usar lingeries quando emagrecer. Um trabalho que a gente faz é mostrar que qualquer uma pode usar o que quiser e se sentir bonita assim.”

Segundo Andrea, é um trabalho de formiguinha: novas clientes entram, não acham que a peça vai ficar bem nelas, e é preciso convencê-las a experimentarem. “Elas vão se permitindo.” Os planos para o futuro incluem entrar no e-commerce para atender mulheres de todo o País.

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Dariene e os cadeirantes

Estar na moda chega a ser um detalhe quando você não consegue encontrar roupas que nem sequer se adaptam à sua condição física. Essa é a realidade de milhares de brasileiros com deficiência — e a principal razão para a fisioterapeuta Dariene Rodrigues ter criado a Lado B Moda Inclusiva, loja virtual que produz peças exclusivas para esse público.

Ainda quando exercia sua profissão, Dariene já sentia a necessidade de peças mais acessíveis para seus pacientes:

“Trabalho há 15 anos com pessoas com algum tipo de deficiência física, como cadeirante, que usa próteses, têm partes do corpo amputadas. Eles sempre reclamavam das roupas. Sem muita opção, usavam moletons e eles próprios tinham de fazer adaptações.”

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Antes de imaginar ter a própria empresa, uma das poucas que existem no Brasil, Dariene rabiscou em 2012 um modelo de calça que seria interessante para seus pacientes. Ela procurou uma modelista para recriar o desenho, que era uma calça com adaptações, com uma abertura frontal com velcro para facilitar o cateterismo. Tratava-se do primeiro modelo da futura Lado B Moda Inclusiva.

A calça caiu no gosto dos pacientes, e ela começou a apostar em outros produtos. “Fizemos bermudas e outras peças, além de ampliar o leque de deficiências”, conta. A loja foi aberta em 2013.

As peças foram ficando cada vez mais adaptadas, conta a fisioterapeuta e empresária.

“Fizemos calças e bermudas com cós com elástico, para quem usa fralda, além da abertura na frente e abertura com velcro nas laterais, para a pessoa conseguir retirar a calça ainda deitada, com facilidade de vestir e despir.”

Dariene conta que a maior dificuldade é aliar o conforto com a tecnologia têxtil. Muitos produtos, por exemplo, imitam o jeans, mas são tecidos mais agradáveis. “Tentamos unir a funcionalidade com o conforto para facilitar a vida deles.”

Hoje, a empresa tem sede em Sorocaba, São Paulo, e conta com produção artesanal, com preços que variam de R$ 140 a R$ 170. Os negócios cresceram tanto que a ordem é expandir para todo o Brasil. Ainda para este ano, a loja virtual vai abrir a opção de microfranquia online para quem quiser empreender em outros estados.

“Daremos preferência aos empresários deficientes que queiram levar a marca para outras regiões. Isso vai diminuir o custo de operação e incentivar o empreendedorismo em um público que entende as preferências do cliente”, explica.

Fonte: HUFFPOST BRASIL

Exercícios de alongamento, equilíbrio e coordenação para cadeirantes

Por Dra. Dariene Rodrigues

Seguem alguns exercícios de alongamento, equilíbrio e coordenação, que deverão ser realizados diariamente para diminuir a sobrecarga, dores musculares, espasmos, melhorar o equilíbrio, a coordenação e a respiração das pessoas com deficiência física, que fazem o uso de cadeira de rodas.

Eles poderão ser realizados de forma ativa, pelo próprio indivíduo ou de forma assistida, ou seja, contando com a ajuda de um cuidador.

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Objetivo: Alongamento da coluna.

Posição: Sentado na cadeira ou na  cadeira de rodas (use os freios para travar), dobre o tronco (flexione a coluna) para frente, tentando apoiar no chão. Mantenha a posição por cerca de pelo menos, 20 segundos. Sinta alongar os músculos da coluna.

Orientação: Repita o movimento por pelo menos 3 vezes.

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Objetivo: Alongar a coluna lombar

Posição: Deitado na posição dorsal (de costas), com as pernas e braços esticados ao longo do corpo. Traga os membros inferiores, dobrados até a altura do tórax e mantenha a posição por alguns segundos.

Orientação: Faça 2 séries com 10 repetições cada.

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Objetivo: Alongar a coluna, trabalhar o equilíbrio e a coordenação.

Posição: Deitado na posição dorsal (de costas), com as pernas dobradas e braços abertos e esticados ao longo do corpo. Realize o movimento de rotação do quadril de um lado para o outro. Caso seja necessário solicite a ajuda de um cuidador para apoiar os pés.

Orientação: Faça 2 séries com 10 repetições cada.

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Objetivo: Alongar a coluna, trabalhar o equilíbrio e coordenação.

Posição: Deitado na posição dorsal (de costas), com os braços esticados ao longo do corpo e as pernas dobradas e afastadas. Caso seja necessário, solicite a ajuda de um cuidador para apoiar os pés. Eleve o quadril da cama e mantenha por alguns segundos e depois retorne a posição.

Orientação: Faça 2 séries com 10 repetições cada.

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Objetivo: Alongar os músculos abdominais.

Posição: Deitado na posição ventral (de barriga para baixo), com as pernas  unidas e esticadas ao longo do corpo. Realize o movimento de elevação do tronco e mantenha por alguns segundos. Caso seja necessário solicite a ajuda de um cuidador para apoiar os pés.

Orientação: Faça 5 séries com 1 repetição cada.

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Objetivo: Alongar os músculos da região anterior da coxa.

Posição: Deitado na posição ventral (de barriga para baixo), com as pernas  unidas e esticadas ao longo do corpo. Puxe uma das pernas ou um dos pés em direção ao glúteo, tentando encostá-lo. Mantenha por alguns segundos. Posteriormente realize o mesmo movimento com a outra perna ou pé. E depois retorne a posição inicial. Caso seja necessário solicite a ajuda de um cuidador para apoiar os pés.

Orientação: Faça 5 séries com 1 repetição cada.

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Objetivo: Alongar os membros superiores e a coluna

Posição: Deitado na posição dorsal (de costas), com as pernas e braços esticadas ao longo do corpo. Eleve o braço e rotacione para trás, mantendo-o esticado até encostar na cama.

Orientação: Faça 3 séries com 1 repetição cada.

ex-1.15 ex-1.16 ex-1.17

Objetivo: Alongar a coluna, membros superiores e trabalhar a respiração.

Posição: Deitado na posição dorsal (de costas), com os braços e pernas esticados ao longo do corpo. Eleve os braços esticados acima da cabeça. Associe ao movimento a inspiração (“puxando o ar para dentro dos pulmões”). Posteriomente, abaixe os membros superiores, esticados ao longo do corpo. Associe ao movimento a expiração (“solte o ar dos pulmões”).

Orientação: Faça 1 série com 10 repetições.

ex-1.18          ex-1.19

Objetivo: Alongar a coluna, membros superiores e trabalhar a respiração.

Posição: Deitado na posição dorsal (de costas), com as pernas dobradas e contando com o auxílio de um bastão, eleve os membros superiores para cima e para trás até encostar na cama. Associe ao movimento a inspiração (“puxando o ar para dentro dos pulmões”). Posteriomente, abaixe os membros superiores, esticando-os até os joelhos. Associe ao movimento a expiração (“solte o ar dos pulmões”).

Orientação: Faça 2 séries com 10 repetições.

ex-1.8 ex-1.7 ex-20

Objetivo: Equilíbrio e coordenação de tronco e quadril.

Posição:

1° Movimento: Sentado sobre as pernas, com os braços esticados a frente do corpo. Eleve para frente e para cima o tronco, mantendo os braços esticados (posição de gato). Mantenha a posição por alguns segundos.

2° Movimento: Na posição de gato, transfira o peso do corpo de um lado para o outro sobre os membros superiores. Realize o movimento por algumas vezes, sem deixar “cair” o quadril.

3° Movimento: Na posição de gato, mantenha os braços esticados e movimente lateralmente os quadris.

Posteriomente retome a posição sentada.

Orientação: Faça 1 série com 10 repetições.

 

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