Calças e bermudas Lado B Moda Inclusiva para amputados

Alguns diferenciais das calças e bermudas adaptadas da Lado B Moda Inclusiva para amputados transfemurais e transtibiais:

-Tecnologia do tecido JEANS MEGAFLEX
-Aberturas laterais com velcro, que facilitam o vestir e despir devido o uso de prótese (s)
-Personalização do comprimento da “perna”
-Diferentes lavagens ou cores

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O que é e como combater a ESPASTICIDADE?

Por Dra. Dariene Rodrigues

A espasticidade é resultado de uma lesão em partes específicas do sistema nervoso central (cérebro ou medula espinhal), responsável pelo controle do tônus muscular, decorrente de acidente vascular cerebral, lesões medulares, traumatismo craniano, paralisia cerebral e esclerose múltipla, entre outras.

Essa condição é caracterizada por uma alteração no controle muscular, diferenciada principalmente por um aumento da resistência: os músculos ficam rígidos e tensos, podendo levar à incapacidade de controlá-los.

A condição pode ser incapacitante se não tratada. Inicialmente, dificulta o posicionamento confortável do indivíduo, prejudica as tarefas de vida diária como alimentação, locomoção e cuidados de higiene. Além de prejudicar a qualidade de vida, a doença pode evoluir para contraturas, luxações, dor e deformidades. Por isso, o tratamento é tão importante.

Diagnóstico e opções de tratamento

O tratamento começa através do diagnóstico, realizado através do exame clínico para poder classificar o grau da espasticidade. A partir dessa avaliação será definido qual a melhor terapia que será adotada. O tratamento começa por tirar os fatores que piora ou aumenta a espasticidade.

Principais ferramentas que podem ser utilizadas no tratamento da espasticidade:

  • Exercícios físicos
  • Fisioterapia
  • Hidroterapia
  • Terapia ocupacional
  • Utilização de órteses
  • Estimulação elétrica funcional (FES)
  • Prescrição de medicamentos
  • Aplicação de substâncias como o fenol ou a toxina botulínica

Embora sejam várias as opções disponíveis para o tratamento, vale ressaltar a importância da aderência (diário) ao tratamento e do caráter multidisciplinar.

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Formas de tratar a disfunção sexual no lesado medular

Por Dra. Dariene Rodrigues 

A lesão medular é qualquer tipo de dano causado à medula espinhal, que é a parte fundamental do sistema nervoso central, podendo ser traumáticas (acidentes automobilísticos ou motociclísticos, mergulho, agressão com arma de fogo e quedas) ou não-traumáticas (hemorragias, tumores e infecções por vírus). A lesão pode ser completa, quando não existe movimento voluntário abaixo do nível da lesão ou incompleta, quando há algum movimento ou sensação abaixo do nível da lesão.

Em conseqüências de danos neurológicos, a pessoa com lesão medular sofre alterações na sua função sexual, interferindo na sua ereção, ejaculação, orgasmo e fertilização, de acordo com o grau e nível da lesão. O homem cadeirante (lesado medular) percebe que sua sexualidade está diferente desde a fase hospitalar, quando a sensibilidade fica alterada, podendo ocorrer ereções sem excitação sexual ou em outras situações, desejo e excitação sexual sem ereção.

A ereção que é a entrada de sangue nos corpos cavernosos ocorre quando provocada de forma reflexa, ou psicogênica ou ambas.

A ereção reflexa se dá por estímulo nos órgãos genitais ou regiões próximas e leva à ereção independente de estímulos do cérebro.

A ereção psicogênica é aquela em que os estímulos partem do cérebro, descem a medula e através dos nervos chegarão até os órgãos genitais. Esse tipo de estímulo ocorre freqüentemente quando o homem se depara com situações que causem a excitação ou desejo sexual como, por exemplo, estímulo visual, tátil, cheiros, sons ou pensamentos.

Cada um desses estímulos é comandado por um centro medular e é por isso que o local da lesão altera a parte de ereção de forma diferente e poderá definir o tratamento a ser seguido.

Já a fertilidade também está freqüentemente alterada devido à ausência de ejaculações e às alterações na quantidade e qualidade do esperma. Em alguns casos decorrentes pelas infecções urinárias que são bastante comuns em quem tem esse tipo de lesão.

Porém, poucos lesados medulares sabem que existem formas de tratar as disfunções sexuais e que estas, não são um empecilho para aqueles que pretendem ter filhos.

É preciso que o problema seja avaliado pelo médico podendo ser resolvido com medicamentos via oral ou injetável. Caso não seja possível uma boa ereção com os tratamentos clínicos aí será necessário pensar em implante peniano que dará uma boa rigidez ao pênis do paciente. O tipo de implante a ser utilizado será definido com base no quadro clinico do paciente, na destreza em lidar com o implante e mesmo condição financeira do mesmo. Já o uso de implantes infláveis são altamente recomendados em pacientes que necessitam se auto sondar.

Também devemos enfatizar que todo lesado medular necessita primar pelos cuidados de higiene: este aspecto tão óbvio, às vezes não é seguido, levando a problemas de descontrole esfincteriano na hora do ato sexual.

E tão importante quanto tentar melhorar a parte física do paciente para conseguir uma boa relação sexual é fundamental muito diálogo e sintonia entre o casal para superar as dificuldades das limitações e fornecer uma qualidade de vida sexual bastante satisfatória.

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Lei da Meia-Entrada: Saiba como ter direito ao benefício

Quase dois anos após a sanção da Lei da Meia-Entrada (Lei 12.933/2013), o governo regulamentou a norma em decreto publicado hoje (6) no Diário Oficial da União. O texto detalha as regras para acesso de estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência a eventos artísticos e culturais, pagando metade do valor do ingresso. O decreto também regulamenta a reserva de vagas para jovens de baixa renda no transporte coletivo interestadual.

As promotoras e produtoras deverão comunicar o eventual esgotamento das entradas com desconto e apresentar um relatório de vendas com indicação dos ingressos comercializados com meia entrada.

Pessoas com deficiência

Para as pessoas com deficiência, a regulamentação prevê o benefício da meia-entrada por meio da apresentação do cartão do Benefício de Prestação Continuada ou documento do Instituto Nacional do Seguro Social que ateste a aposentadoria da pessoa com deficiência. O acompanhante também terá direito ao desconto.

Fonte: Lado B Moda Inclusiva

Como fazer o autoexame da mama

Por Dra. Dariene Rodrigues

Estamos no Outubro Rosa, o mês internacional da conscientização sobre o câncer de mama.

As ações do movimento visam chamar a atenção para a realidade atual do câncer de mama e a sua importância do diagnóstico precoce.

O câncer de mama pode ser detectado no seu início, quando o nódulo ainda não está em estágio avançado, e um procedimento muito simples que pode ajudar no diagnóstico do câncer, é o autoexame de mama.

Mulheres que praticam o autoexame com freqüência notam mais facilmente qualquer modificação nas mamas.

Para fazer o autoexame da mama é necessário seguir três passos principais que incluem fazer observação em frente ao espelho, palpar a mama de pé e repetir a palpação deitada.

O autoexame da mama deve ser feito uma vez por mês, todos os meses, 3 a 5 dias após o aparecimento da menstruação ou em uma data fixa nas mulheres que já não têm menstruação.

Todas as mulheres após os 20 anos, com caso de câncer na família, ou com mais de 40 anos, sem caso de câncer na família, devem realizar o autoexame da mama para prevenir e diagnosticar precocemente o câncer de mama.

Passo-a-passo para fazer o autoexame da mama

1-Observação em frente ao espelho: Para se fazer a observação em frente ao espelho deve-se ficar retirar toda a roupa e observar seguindo o seguinte esquema:

1-Primeiro, observar com os braços caídos;

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2-Depois, levantar os braços e observar as mamas;

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3-Por fim, é aconselhado colocar as mãos apoiadas na bacia, fazendo pressão para observar se existe alguma alteração na superfície da mama.

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Durante a observação é importante avaliar o tamanho, forma e cor das mamas, assim como inchaços, abaixamentos, saliências ou rugosidades. Caso existam alterações que não estavam presentes no exame anterior ou existam diferenças entre as mamas é recomendado consultar o ginecologista.

2-Palpação de pé: A palpação de pé deve ser feita durante o banho com o corpo molhado e as mãos ensaboadas. Para isso deve-se:

1-Levantar o braço esquerdo, colocando a mão atrás da cabeça como mostra a imagem 4;

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2-Palpar cuidadosamente a mama esquerda com a mão direita usando os movimentos da imagem 5. Repetir estes passos para a mama do lado direito.

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3-A palpação deve ser feita com os dedos da mão juntos e esticados em movimentos circulares em toda a mama e de cima para baixo. Depois da palpação da mama, deve-se também pressionar os mamilos suavemente para observar se existe a saída de qualquer líquido, como mostra a imagem 6.

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3-Palpação deitada: Para se fazer a palpação deitada deve-se:

1-Deitar e colocar o braço esquerdo na nuca, como mostra a imagem 4;

2-Colocar uma almofada ou toalha debaixo do ombro esquerdo para ser mais confortável;

3-Palpar a mama esquerda com a mão direita, como mostra a imagem 5.

Estes passos devem ser repetidos na mama direita para terminar a avaliação das duas mamas. Caso seja possível sentir alterações que não estavam presentes no exame anterior é recomendado consultar o ginecologista para fazer exames diagnóstico e identificar o problema.

IMPORTANTE:

O diagnóstico precoce é de extrema importância para proporcionar maiores chances de cura à mulher. Infelizmente, o autoexame ainda precisa ser incentivados, pois as mulheres, em geral, não têm o hábito de realizá-lo, seja por receio ou timidez. A própria mulher deve ter o hábito de examinar as mamas e procurar por alterações mamárias.

 

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3 Passos para você obter sua carteira de habilitação especial

Por Dra. Dariene Rodrigues

A única diferença em relação à obtenção da carteira de habilitação normal é uma junta de médicos que examina a extensão da deficiência e desenvoltura do candidato.

Passo 1:

Para requerer a CHN Especial é necessário ter 18 anos completos, ser alfabetizado, apresentar original e cópia do RG e CPF, cópia do comprovante de residência e uma foto 3×4 colorida com fundo branco e realizar a inscrição numa auto escola.

Passo 2:

Providenciados os documentos necessários, o solicitante deve procurar uma clínica credenciada autorizada a realizar o exame médico e psicotécnico especial para deficientes (lista disponível em http://www.detran.sp.gov.br/). De posse do resultado do exame médico, fazer a matrícula em um Centro de Formação de Condutores (CFC) credenciado e realizar o exame teórico no DETRAN.

Passo 3:

Para a realização do exame prático, procure uma auto-escola ou CFC que possua o veículo adaptado para o tipo de deficiência constatada (lista disponível em: http://www.detran.sp.gov.br). Nessa fase do processo, o candidato recebe orientação e treinamento adequados. Antes do exame prático, o carro é vistoriado por um médico perito que checa se as adaptações estão de acordo com a deficiência constatada. Na CHN Especial está especificada a adaptação necessária para que o deficiente dirija em segurança.

Alteração na CNH

A maioria das carteiras especiais emitidas não está em sua primeira via. O que mais acontece são pessoas que já possuem habilitação que são acometidas posteriormente por algum tipo de deficiência. Em casos como esse é necessário que o condutor faça o mais rápido possível a alteração de sua CNH

O processo exige um novo exame médico e prático que irá avaliar se o motorista é apto a dirigir nesta nova situação. O deficiente que circula com a carteira desatualizada pode ser multado, responder criminalmente por acidentes e ter sua carteira de habilitação apreendida.

Isenção de Impostos

Com a CNH Especial em mãos, o condutor deve requerer em uma clínica credenciada autorizada a realizar o exame médico (lista disponível em http://www.detran.sp.gov.br) a emissão de um laudo para isenção e na Delegacia da Receita Federal uma Certidão Negativa de Tributos e Contribuições Federais.

Para mais informações orientamos que o interessado procure a Delegacia da Receita Federal e a Secretaria da Fazenda.

Além de um setor que cuida exclusivamente da Carteira Especial de Habilitação, o DETRAN-SP possui instalações adaptadas para proporcionar atendimento eficiente as pessoas com deficiência.

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Como prevenir a infecção urinária de um cadeirante?

Por Dra. Dariene Rodrigues

As pessoas que sofrem alguma lesão medular podem ter algumas disfunções, principalmente do sistema urinário, tais como: retenção de urina, dificuldade para segurar a urina (incontinência, perdas involuntárias), esvaziamento incompleto da bexiga, infecções urinárias e cálculos renais (pedra nos rins).

Alguns estudos sugerem o Cranberry ( frutinha vermelha, parecida com uma pequena cereja e rica em proantocianidina), sendo como potente inibidor a aderência de bactérias do tipo E.coli na mucosa da bexiga, combatendo infecções do trato urinário. Também é composta pelas vitaminas C e E e oferece substâncias antioxidantes, como os flavonoides e ácidos fenólicos ao organismo.

No Brasil, o suco ou tabletes de cranberry são as variedades mais consumidas da fruta e podem ser encontrados em supermercados e lojas de produtos naturais. A ingestão diária não deve ultrapassar a quantidade de 480ml e deve ser indicada pelo médico, como complemento do tratamento ou para prevenção de infecções urinárias.

Já a técnica do cateterismo é o método mais utilizado para o esvaziamento da bexiga, e consiste em passar uma sonda (pequeno tudo limpo) através da uretra (canal da urina), para esvaziar a bexiga. Ele pode ser realizado pela própria pessoa (auto cateterismo) ou por outra pessoa (cateterismo assistido), algumas vezes ao dia.

Benefícios da prática do cateterismo:

-Manter uma boa qualidade de vida;

-Reeducar a bexiga;

-Favorecer as atividades fora de casa (trabalho, lazer, escola…);

-Permanecer seco, evitando assaduras;

-Permitir que a bexiga funcione com baixa pressão em seu interior;

-Evitar complicações: Infecções urinárias, refluxo vésico-uretral (retorno da urina para os rins), cálculos renais (pedras).

IMPORTANTE: Não se esqueça de também ingerir muita água, realizar periodicamente o cateterismo (4 a 5 vezes ao dia) e ter uma boa higienização íntima.

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